sexta-feira, 24 de junho de 2016

ERA uma vez na Escola de Especialistas...

Coisa boa é sexta-feira e mulher



O MAIOR pesadelo para alunos despreparados - e este era o deste escriba  -  era sem dúvida a possibilidade de não concluirmos o curso, fracassando no objetivo, ficando pelo caminho. Não importava a razão do insucesso, fosse ela insuficiência intelectual, doença ou questão disciplinar. Havia um letreiro que, mais ou menos, dizia assim: 'Os covardes nem tentaram; os fracos ficam pelo caminho; só os fortes vencerão'.

A tão esperada sexta-feira chegou


O medo, no Corpo de Alunos, era uma coisa intencionalmente disseminada, creio eu. Tinham lá as suas razões, a que o escriba atinou somente algum tempo depois (como era lento!), que eram as de levar o aluno a esforçar-se, trazendo a sério as suas atividades e os estudos. Responsabilidade é uma condição sine qua non para um bom sargento especialista. Naqueles primeiros dias nós não tínhamos tal visão. Aqueles caras estavam ali somente para tornar a nossa vida bem mais difícil. Míope!


terça-feira, 21 de junho de 2016

CLÁSSICOS do Valentim

Carlos Gardel: Por una Cabeza



POR UNA cabeza de un noble potrillo
que justo en la raya afloja al llegar
y que al regresar parece decir:
No olvides, hermano, vos sabés, no hay que jugar...
Por una cabeza, metejón de un día,
de aquella coqueta y risueña mujer
que al jurar sonriendo, el amor que esta mintiendo
quema en una hoguera todo mi querer.
Por una cabeza
todas las locuras
su boca que besa
borra la tristeza,
calma la amargura.
Por una cabeza
si ella me olvida
qué importa perderme,
mil veces la vida
para que vivir...
Cuantos desengaños, por una cabeza,
yo juré mil veces no vuelvo a insistir
pero si un mirar me hiere al pasar,
su boca de fuego, otra vez, quiero besar.
Basta de carreras, se acabó la timba,
un final reñido yo no vuelvo a ver,
pero si algún pingo llega a ser fija el domingo,
yo me juego entero, qué le voy a hacer.
Por una cabeza
todas las locuras
su boca que besa
borra la tristeza,
calma la amargura.
Por una cabeza
todas las locuras
su boca que besa
borra la tristeza,
calma la amargura.
Por una cabeza
si ella me olvida
qué importa perderme,
mil veces la vida
para que vivir...

segunda-feira, 20 de junho de 2016

ESPAÇO jurídico

Muita gente pode comprar carro com isenção de impostos e não sabe


PESSOAS com deficiência possuem direito garantido por lei de receberem a isenção de ICMS (Convênio 38), IPI (Instrução Normativa 988 da Receita Federal) e IOF, além de terem também isenção do recolhimento de IPVA. A Lei nº 8.989, de 24 de fevereiro de 1995, ainda é pouco conhecida pela população e muita gente que tem direito a aproveitar esses benefícios e comprar com isenção de impostos acaba não aproveitando por não saber que tem direito. Os benefícios se estendem a pessoas com deficiência condutoras ou não e aos familiares e responsáveis legais.

Isso não é tudo. Além de pessoas com deficiência e familiares, pessoas portadoras doenças (câncer, hepatite C, Parkinson, problemas graves de coluna, diabetes, LER/DORT, HIV positivo e hemofílicos) e até os idosos também têm direito em muitos casos. No total, são mais de 100 milhões de brasileiros que podem ter direito a comprar carros 0 KM com isenções de impostos.

ESPAÇO jurídico

Marido não é previdência



O DESEMBARGADOR José Ricardo Porto disse, em julgamento de Agravo de Instrumento, nos autos de Ação de Divórcio Litigioso, entender que “o marido não é órgão previdenciário, por isso a concessão de alimentos, após a ruptura do matrimônio, deve ser fixada com parcimônia, de modo a impedir que o casamento se torne uma profissão”.

A Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça acompanhou, à unanimidade, o voto do relator, que fixou pensão alimentícia no valor de R$ 1.700,00, mais plano de saúde, para o filho menor e alimentos provisórios à agravante, equivalente ao salário mínimo, durante seis meses.

Consta nos autos da Ação de Divórcio que a agravante CCHP interpôs Agravo de Instrumento, com pedido de Antecipação de Tutela, proclamando ser merecedora de auxílio por parte do ex-marido, bem como requerendo a majoração da pensão fixada para a criança. Fundamenta que o valor arbitrado não supre todos os gastos da suplicante e do infante. Alega ainda que o recorrido ostenta de condição financeira privilegiada, pois possui diversos empreendimentos, em especial uma corretora de seguros e participação em empresa de promoção de eventos.

Justifica também que estar fora do mercado de trabalho e não ter concluído seus estudos em razão de se dedicar exclusivamente à família e aos negócios do antigo cônjuge, sempre dependendo financeiramente do recorrido.

Após analisar as contra-razões do agravado e os documentos constantes no caderno processual, o relator observou que não há comprovação da considerável renda declinada pela agravante. Mesmo assim percebo condição financeira, porém não tão privilegiada que enseje a dilatação do valor da pensão no âmbito do presente recurso – que inadmite dilação probatória minuciosa, disse relator, ao reiterar que a suplicante deixou de comprovar estar a pensão menor arbitrada em parcela ínfima dos ganhos do suplicado.

Percebe-se que a demandante é jovem, saudável e apta a exercer atividade remunerada com a finalidade de assegurar sua própria subsistência, reforçou o magistrado, ao acrescentar que é justo conferir à antiga consorte um prazo razoável para obter ocupação laboral, fixando-lhe alimentos de forma temporária. (Mais PB)


Concordo. Há que se acabar com a indústria da pensão-alimento. Antigamente a mulher não trabalhava fora de casa, dependendo primeiramente do pai, enquanto solteira, e, depois, do marido. Em caso de separação, ficava ao desamparo.

Antigamente. Hoje, com a independência feminina, a mulher tem condições de prover seu próprio sustento, podendo estudar e trabalhar. Nalguns casos, supera a muitos homens em termos de renda, porquanto fez por onde, preparando-se para o mundo competitivo. 

Os tempos são outros.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

PALAVRA de Deus

A Missão dos Doze



JESUS convocou os Doze e deu-lhes poder e autoridade sobre todos os demônios e para curar doenças. Ele os enviou para anunciar o Reino de Deus e curar os enfermos. E disse-lhes: "Não leveis nada pelo caminho: nem cajado, nem sacola, nem pão, nem dinheiro, nem duas túnicas. Na casa onde entrardes, permanecei ali, até partirdes daí. Quanto àqueles que não vos acolherem, ao sairdes daquela cidade, sacudi a poeira dos vossos pés, para que sirva de testemunho contra eles". Os discípulos partiram e percorriam os povoados, anunciando a Boa Nova e fazendo curas por toda parte. (Lucas 9, 1-6)