quarta-feira, 14 de abril de 2010

ESTAMOS TODOS no mesmo barco













A aflição do ratinho na fazenda
A aflição do ratinho
NUMA FAZENDA, quatro bichos viviam em uma casa: o rato, a galinha, o porco e a vaca. Todos eram amigos e viviam em harmonia.
Certo dia chegou o rato alarmado e foi falar à galinha:
-- Colocaram uma ratoeira na casa! Como a galinha não lhe desse atenção, repetiu com mais intensidade:
-- Colocaram uma ratoeira na casa!
A galinha, para se ver livre do rato, disse assim:
-- Não é problema meu. É uma ratoeira, deve estar direcionada para alguém.
Inconformado, o pobre rato, cheio de terror, foi ter com o porco:
-- Puseram uma ratoeira na casa!
-- Não é problema meu – o porco disse isso e saiu, deixando o ratinho com o seu problema.
Então o ratinho foi à vaca:
-- Armaram uma ratoeira! Uma ratoeira na casa! Me ajude! – Disse, já em desespero:
-- Não tô nem aí –  disse a vaca ao rato – ratoeiras não pegam vaca.
Na noite seguinte, os bichos escutaram um barulho semelhante ao de uma ratoeira desarmando. Foram correndo até o local, curiosos. Não, a ratoeira não tinha pego o ratinho, conforme pensaram todos. Pegou uma cobra. A dona da casa foi lá, atraída pelo barulho, e, como estivesse escuro, não viu a cobra e esta lhe picou a mão.
Chamaram um médico. Outras pessoas, conhecidos e vizinhos da propriedade, também vieram para ajudar. Mais gente em casa, alguém mandou matar a galinha.
A mulher adoeceu de cama, com a picada de cobra, que se agravava. Mais gente chegou, a parentada que mora na cidade. Faltando comida para todos, alguém matou o porco.
Infelizmente, a senhora veio a falecer. Muito mais gente chegou para o velório, e, faltando comida para alimentar tanta gente, mandaram matar a vaca.
E o ratinho? Continuou vivinho da silva.
     A minha velha máquina de escrever
Sabxm, antigamxntx, antxs do computador, xu tinha uma máquina dx xscrxvxr. Apxsar da minha vxlha maquina dx xscrxvxr sxr dx um modxlo antigo, xla ainda funcionava, porxm não tão bxm como dxvia. Xxistxm quarxnta x duas txclas qux ainda funcionam, mxnos uma, x isso faz muita difxrxnça.
Às vxzxs xu pxnso qux a nossa socixdadx sx parxcx um pouco com a minha vxlha máquina. Nxm todos os sxus componxntxs trabalham como dxviam.
Vocx dirá: ‘Afinal, xu sou apxnas uma pxssoa x os mxus trabalhos não são nxcxssários’. Xntrxtanto, para qux um país, um xstado, uma cidadx funcionxm bxm x prxciso qux todos os sxus intxgrantxs trabalhxm bxm, qux sxjam conscixntxs, x isso nxm sxmprx ocorrx.
Da próxima vxz qux vocx pxnsar assim, lxmbrx-sx da minha vxlha máquina dx xscrxvxr x diga: ‘xu sou uma das txclas da nossa socixdadx x a minha participação ativa x muito importantx’.
A velha máquina
  

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EM NOSSO país, no nosso Estado ou na nossa cidade, rua, bairro, escola ou local de trabalho, todos nós estamos no mesmo barco. Todos somos cidadãos e, mais cedo ou mais tarde, sentiremos na própria pele os problemas que na verdade pertencem a todos. Pobres, ricos, doutos ou analfabetos, motorizados, ciclistas ou pedestres, brancos, pretos e amarelos, patrões e empregados, todos somos responsáveis pelo bem-comum.
Estou fazendo a minha parte quando paro o meu carro à faixa para o pedestre passar, também estou fazendo a minha parte quando jogo lixo somente na lixeira e não na rua, estou fazendo a minha parte quando pago meus impostos. Faço a minha parte quando me coloco no lugar do outro, quando fico do outro lado do balcão, e trato com respeito o meu próximo, mesmo que não haja reciprocidade. O problema do outro deve ser também meu problema, e farei o possível para solucioná-lo.
Eu tenho valor e sou importante; faço a minha parte, no mínimo. Eu tenho valor e sou uma das teclas da nossa sociedade, e a minha participação consciente é necessária. Maravilhoso seria se todos fossem conscientes, fazendo a sua parte para um Brasil melhor para nossos netos.
Fiquem com o bom Deus.
That’s all, folks! Isso é tudo, pessoal! Agora vou dar a minha caminhada da tarde! A louça já ta lavada.




DURMA-SE com um barulho desses!

'Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola.' (Bradock, amigo de Romário, reclamando de um passe longo.)   



Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

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