sábado, 12 de março de 2011

O MAIS doloroso adeus


Seu Manoel em Mosqueiro, janeiro de 2009
        MESMO depois de dois após meu pai ter sido diagnosticado com um sério problema de coração, a notícia de seu falecimento foi muito impactante. A gente sabia que ele poderia partir a qualquer hora, mas ainda assim, não é fácil receber um telefonema com tal peso e dor.

       Só Deus sabe o quanto ele deve ter sofrido nesse período de dores e prognósticos médicos desfavoráveis. Idas e vindas do hospital com frequentes internações e o pior de tudo: a certeza de que não duraria muito nessa vida.

Companheiro de vitórias
       Nesse momento, partilho a dor com os meus irmãos, que tanto o ajudaram, que tanto se sacrificaram nesses últimos anos a fim de pelo menos dar a ele uma vida, ou o que restava dela, mais digna. O amor que eles demonstraram sempre - principalmente na reta final - foi algo que certamente o velho Duca (como carinhosamente era chamado pelos seus irmãos) jamais vai esquecer.

Com um de seus filhos, Manoel Júnior
       Depois de todo esse infortúnio, as boas lembranças de alguém que gostava de viver a vida são o que permanecem. E que é fato que depois de ter cumprido essa jornada na terra, ele deve estar mais feliz agora.

            Alberto Levy Moreira


LOUVADO seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

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