quarta-feira, 22 de junho de 2011

ABRINDO o sarcófago: O sósia (Roberto Carlos, 1967)

UMA outra que busquei bem lá no fundo da mala. Ano de 1967, Roberto Carlos no auge da juventude. A estória é engraçada e  bem original.


O Sósia 
Autor: Getúlio Cortes

Tudo começou quando certo dia
Eu liguei pro broto que há tempos eu não via
E o que ela disse me deixou zangado
"Deixe de tolice, já tenho namorado"
Fui à casa dela e lhe falei então
Para essa história quero explicação
Quando olhei pro outro lado eu perdi a fala
Descobri um cara que tinha a minha cara

E até seu nome era igual ao meu
Um era demais, eu sei não era eu
E na confusão meu broto desmaiou
E sem solução o caso ficou

Meio atrapalhado, meio descontente
Ia já ficando quando alegremente
Uma grande idéia eu tive e então
Disse para alguém me traga um violão

E uma canção eu comecei mostrar
Mas o cara disse "também sei cantar"
Isso me deixou bem contrariado
Mas ele cantou tão desafinado

Que meu bem de tudo foi desconfiando
E ele envergonhado foi logo se mandando
Perdão ela pediu, um beijo eu lhe dei
E minha canção pra ela terminei

Uma grande idéia eu tive e então
Disse para alguém me traga um violão

E uma canção eu comecei mostrar
Mas o cara disse "também sei cantar"
Isso me deixou bem contrariado
Mas ele cantou tão desafinado

Que meu bem de tudo foi desconfiando
E ele envergonhado foi logo se mandando
Perdão ela pediu, um beijo eu lhe dei
E minha canção pra ela terminei
E minha canção pra ela terminei

Que papo furado!
Um cara com a minha cara, mora, não!

E minha canção pra ela terminei
E minha canção pra ela terminei
 
Trecho falado:
Que papo furado!
Um cara com a minha cara, mora!

2 comentários:

  1. Cantó tantísimo aquí que le tenemos un poco como nuestro, me encanta, saludos

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  2. Que bueno que R. Carlos también es conocido en España.
    Saludos. Gracias por sus agradables postages.

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