quinta-feira, 7 de julho de 2011

O SOFRIMENTO não deve servir para justificar o erro

Recebi por e-mail do amigo JOAN de Castro Alves o e-mail e repasso.

ÀS VEZES, ficar doente pode ser um grande negócio: para muita gente, é uma boa maneira de esquivar-se das responsabilidades, dos riscos e da necessidade premente de agir. 
Estou falando de pessoas que elegem a “patologia” como desculpa para as más escolhas que faz e para as estradas tortuosas que toma. E então, quando dá com os burros n’água, desculpa-se dizendo:

-- Mas é a minha doença que me faz agir assim...

E recorrem a uma série de traumas, rejeições, medos infantis sem solução, complexos de inferioridade, sofrimentos, frustrações e tudo o que houver na seara da tristeza, para justificar seus desacertos e fraquezas. No fundo, buscam a “pena” dos demais, muito mais que a solidariedade.

Lamentavelmente, elas acabam acreditando mesmo no que dizem, e podem ser tão convincentes, que nos fazem crer em sua ladainha. E então conquistam aquele “colinho” que, na realidade, só as prejudica ainda mais.

O problema, é que todas as pessoas, no planeta inteiro, têm suas histórias tristes para contar. Todo mundo já sofreu morte de pai ou mãe; todo mundo padeceu de bulling na escola, numa época em que esta palavra nem existia e a gente resolvia tudo sem ações judiciais; todos já foram humilhados, apanharam na infância, tiveram que digerir frustrações, sofreram, padeceram, tiveram medo...

A dor não pode ser desculpa para o erro, caso contrário, a humanidade inteira estaria perdida, e não haveria civilidade nem alegria.

O sofrimento é educativo: quem consegue aprender a ser um ser humano melhor vivendo só de bonança? Raríssimos. A maioria de nós, infelizmente, só se aprimora na dor. O que significa que, ao fazer de mim uma vítima, estou fechando os olhos para os ensinamentos que a vida quer me dar. Estou escolhendo não crescer; optando por continuar na imaturidade que justifica o erro.

Falta dignidade a quem tem pena de si mesmo, porque este caminho, tão fácil, só nos conduz à decadência, e pelas nossas próprias mãos.

Ver-se como doente e, portanto incapaz, é a maneira que uma pessoa tem para justificar sua paralisia, sua preguiça, sua teimosia, suaestupidez. E mais tarde, quando colher o fruto das suas escolhas, poderá culpar Deus e o mundo inteiro pela sua infelicidade, porque também é mais cômodo dizer que “Deus não quis” ou “que a vida foi dura”, ou que “meus pais não me ajudaram”, ou que “não tive oportunidades”.

Sim, é mais fácil escolher a doença. E no fim, morrer mesmo de tristeza.

LOUVADO seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

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