sábado, 31 de dezembro de 2011

FELIZ ano novo a todos




(Arte: Paixão, Gazeta do Povo, Curitiba, Brasil)



O BLOGUE do Valentim deseja a todos os amigos visitantes um excelente e santo ano de 2012. Que o Senhor Jesus faça morada e permaneça no coração de cada um de nós. Obrigado a todos.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

LEI equipara trabalho à distância a presencial e inclui meios eletrônicos nas relações trabalhistas

Do  Blog do Planalto
Ligações telefônicas, mensagens no celular e e-mail passam a ser considerados formas de subordinação ao empregador. Foto: Antonio Cruz/ABr/Arquivo

EMPREGADORES devem ficar atentos ao enviar mensagens no celular e e-mail ou fazer ligações telefônicas a seus empregados fora do horário e local de trabalho. Lei sancionada no último dia 15 de dezembro pela presidenta Dilma Rousseff, que altera o artigo 6o da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), equipara os efeitos jurídicos da subordinação exercida por meios eletrônicos à exercida por meios pessoais e diretos no trabalho.

A Lei 12.551/2011 também assegura as mesmas garantias ao trabalho executado no domicílio do empregado e o realizado a distância ao que ocorre no estabelecimento do empregador. A condição é que estejam caracterizados os pressupostos da relação de emprego.

O texto afirma ainda que “os meios telemáticos e informatizados de comando, controle e supervisão se equiparam, para fins de subordinação jurídica, aos meios pessoais e diretos de comando, controle e supervisão do trabalho alheio”.

André Grandizoli, secretário-adjunto de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), explica que a medida representa o ajuste da legislação ao avanço da tecnologia. Para ele, a lei pode ser vista como “uma evolução, por reconhecer um tipo de trabalho que já ocorre, o chamado teletrabalho”.
“A modernidade chegou e a legislação acaba de se integrar a essa modernidade”, disse.
Na visão do secretário-adjunto, com as mudanças, não importa mais o local de trabalho, mas se o trabalhador executa a tarefa determinada pela empresa. Ele destaca ainda que pretende-se com esse dispositivo que o tempo do trabalhador em função do empregador seja reconhecido, independentemente do meio utilizado ou da presença física na empresa.
“Se o trabalhador estiver à disposição do empregador fora do local de trabalho, por meio telemático, ele deve receber horas extras”, destacou.

(Paranáblogs, Curitiba, Brasil)


Creio no riso e nas lágrimas como antídotos contra o ódio e o terror. Chaplin

Tenham todos um excelente e santo ano de 2012. Que a paz faça morada em cada coração.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! 

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

FILHO de Jáder faz caretas enquanto o pai dá entrevista



DANIEL, 9 anos, filho do segundo casamento de Jader Barbalho, protagonizou um espetáculo de caretas durante a entrevista que o pai concedeu após ter sido empossado senador na tarde desta quarta (28).


NINGUÉM é santo

HÁ assuntos que, por sua natureza, são essencialmente polêmicos. Consultei o dicionário e ele diz que o vocábulo polêmica significa: "discussão pública entre pessoas que defendem idéias contrárias: controvérsia - a pena de morte é um assunto muito polêmico". 

Pois bem. Um dia desses,  no clube em que eu frequento, um senhor puxou assunto comigo e começou a falar sobre diversos problemas, principalmente alguns como segurança, corrupção e outros que afligem a todos nós enquanto cidadãos brasileiros. Em certa ocasião pôs verbo àquela tese do "se": se eu fosse prefeito, se eu fosse alguma autoridade, se eu mandasse... Tais pensamentos passam, ou já passaram algum dia,  pela cabeça de cada um de nós. Cada qual tem uma ideia diferente das coisas e está sempre insatisfeito com isto ou aquilo. 

A insatisfação é própria da natureza humana, daí terem surgido ao longo dos séculos grandes inventos que vieram para a melhorar a nossa vida, e outros não, como a arma de fogo. De outro lado, a insatisfação, quando não transformada em ação (ação positiva) gera a frustração, que, alguns, não sabendo lidar com ela, acabam chegando a extremos. 

Voltemos ao nosso homem do clube. Se ele fosse o presidente da república, sabem o que ele faria? Sobre a questão das drogas, elegeu como grande vilão e razão maior o traficante. Até aí tudo bem, de fato o narcotraficante é um câncer, causando tantos males à sociedade: corrupção, assassinatos, opressão e a alimentação do vício de tanta gente, incluindo nossos filhos e filhas. Pois sim, o que ele faria? O nosso homem, uma vez no poder, mandaria instalar um grande depósito de drogas em cada cidade e o liberaria simplesmente para quem quisesse. A maconha, a cocaína e outras menos conhecidas estariam liberadas. Pasmem!

Com isso - a droga grátis ao alcance de quem quisesse - coibiria  (na sua cabeça) o tráfico, arruinando em consequência o narcotraficante. Tudo tão simplista assim.

Quanta ilusão!  É obvio que o pessoal do bem não deixaria que um plano esdrúxulo como esse prosperasse. Ainda bem que estamos num regime democrático, malgrado os seus problemas. Vamos supor que o tal plano fosse posto em prática. Aí quem entraria em cena seria o pessoal do mal, os maiores interessados, os narcotraficantes que sabotariam tudo corrompendo os agentes o Estado. Não contando isso, o nosso homem ainda não parou para pensar nas consequências nefastas que adviriam disso à nossa sociedade, já tão sofrida por tantos males; não parou para pensar no quanto o Estado dispenderia em tratamento médico, por exemplo.  

Um das ideias que me ocorreram sobre o pensamento do tal homem é que a grande mídia e, até mesmo o Estado, levam boa parcela da população a crer que o consumidor final é apenas uma vítima, quase um santo. Quase não se fala no consumidor enquanto responsável também por esse imenso problema social. Garanto que a grande parcela do povo, que é ordeira e pacata, não entra nessa furada. 

Fala-se muito sobre o narcotraficante, pouco se fala no consumidor, no doente, no grande alimentador desse nefasto comércio.  É que a grande mídia pôs na cabeça de muitos que, bastando se acabar com a figura do narcotraficante, toda a questão da droga estaria resolvida. Sabemos que não é bem assim, pois há uma demanda e uma demanda poderosa.

Vamos supor que somente as pessoas pobres consumissem drogas. Certamente o tratamento da mídia em relação ao caso seria diferente, no sentido de condená-lo, de colocá-lo - ao lado dos grandes narcotraficantes - como o vilão do problema. Não é o caso, sabemos. O grande consumidor, aquele que realmente alimenta o tráfico é gente de classe média alta para cima, gente que tem dinheiro para pagar caro, e uma vez sob seus efeitos, sai à rua a produzir outras mazelas, a agredir pessoas, disposta a roubar - também para alimentar o vício - e até... matar. 

Outra polêmica. A grande porta de entrada ao vício das drogas é o álcool. Ninguém na mídia ataca o problema das drogas também porque, se se fuça muito, pode se chegar à bebida, e ninguém vai mexer com o grande patrocinador. 

Claro que o viciado - aquele que tem consciência de sua escravidão - precisa de ajuda, mas ninguém é santo. 


O sorriso que ofereceres a alguém, a ti voltará outra vez. Abílio Junqueira
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

O TAL "espírito de natal"

Diga não ao tal espírito natalino

ENTRE as várias coisas que eu não consigo entender na vida está o tal "espírito natalino". 

Como é isso? A pessoa é avarenta, egoísta, mesquinha etc e em dezembro ela fica caridosa, sensível e solidária até a virada do ano, quando volta a encontrar todos os defeitos novamente até o próximo dezembro? 

Não, isso não é compreensível pra mim. 

Postura diante do mundo faz parte do caráter e personalidade da pessoa. Não compreendo que numa época do ano o sujeito mude e depois volte aos problemas de sempre. 

Até acredito que a pessoa possa ser tocada com as reflexões natalinas, mas não é possível que uma vez tocada, ela volte ao mundo como antes. 

Viver enxergando o outro, respeitando, perdoando é um estilo de vida. Uma vez que você encontra essa caminho, não compreendo como voltar só porque já é carnaval.

A vida já tem tantas coisas efêmeras. Não dá pra bondade ser mais uma. (blog Falo porque tenho boca, Belém, Brasil)


De fato, se é realmente assim - pelo menos para mim não é -, é uma grande hipocrisia. Na verdade o verdadeiro espírito natalino tem de ser igual ao espírito cristão, do amor verdadeiro ao seu próximo, e não apenas numa determinada época do ano. Para o verdadeiro cristão o Natal se prolonga por todo o ano, e assim, ano após ano. Mas o "espírito natalino" que a blogueira se refere em seu texto, na verdade, não tem nada de cristão. É apenas comércio, troca de presentes, festa. E isso tudo é temporário, sazonal, efêmero, uma euforia momentânea, que cessa logo após a entrada do novo ano. O Natal de verdade é o nascimento de Jesus, o nascimento do Senhor em nosso coração, permanecendo sempre nele.

Realmente, para mim é incompreensível que alguém seja tocado pelo amor e seja solidário somente no período natalino. Tem de ser sempre assim. Se não for assim, tudo não passa de hipocrisia, talvez até mesmo uma trégua à sua própria mesquinhez.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

MAIS um abacaxi

(Gazeta do Povo, Curitiba, Brasil)

MAURO Santayana: uma retirada sem glória e sem honra


MAIS uma vez os Estados Unidos concluem uma guerra sem ganhá-la, ao não conseguir impor sua plena vontade aos agredidos. Os soldados norte-americanos não saem do Iraque como saíram de Saigon, em 30 de abril de 1975, escorraçados pelas tropas de Hanói e pelos vietcongs. Desta vez, eles primeiro arrasaram o Iraque, durante uma década de bombardeios constantes.

O despotismo de Saddam não incomodava antes os Estados Unidos, quando coincidia com o interesse de Washington. Tanto era assim, que os norte-americanos estimularam a guerra contra o Irã, e lhe ofereceram suporte bélico e diplomático, mas seu objetivo era o de debilitar os dois países. No momento em que — cometendo erro político elementar — Saddam pretendeu restaurar as fronteiras históricas do Iraque, ao invadir o Kueit, Washington encontrou, com o primeiro Bush, o pretexto para a agressão aérea a Bagdad, a criação da chamada zona de exclusão, em que o bombardeio aéreo era indiscriminado, e o bloqueio econômico.

Foram dezenas de milhares de mortos durante os dez anos de ataques aéreos, prévios à invasão. Entre os sobreviventes da agressão, houve milhares de crianças, acometidas de leucemia pela radiação das munições amalgamadas com urânio empobrecido.

Assim, ao invadir o país por terra, os americanos encontraram um exército debilitado, parte do território arrasado e um governo na defensiva diplomática. O pretexto, que os fatos desmoralizaram, era o de que Saddam Hussein dispunha de armas de destruição em massa.

Ontem, o presidente Obama disse que o Iraque é hoje um “país independente, livre e soberano, muito melhor do que era com Saddam”. Saddam, sabem os observadores internacionais, era muito menos obscurantista do que os príncipes da Arábia Saudita.

Seu povo vivia relativamente bem, suas mulheres não eram tratadas com desrespeito e frequentavam a universidade. Algumas ocupavam cargos importantes no governo, na vida acadêmica e nos laboratórios de pesquisas. Havia tolerância religiosa, não obstante a divergência secular entre os sunitas e os xiitas, que ele conseguia administrar, a fim de assegurar a paz interna.

O vice-primeiro-ministro Tarik Aziz era católico, do rito caldeu. País de cultura islâmica, sim, mas talvez o mais aberto de todos eles a outras culturas e costumes. O país se encontrava em pleno desenvolvimento econômico, com grandes obras de infraestrutura, e mantinha excelentes relações com o Brasil, mediante a troca de petróleo por tecnologia e serviços de engenharia, quando começaram os bombardeios.

Depois disso, nos últimos nove anos, a ocupação norte-americana causou a morte de mais de 100 mil civis, 20 mil soldados iraquianos e 4.800 militares invasores, dos quais 4.500 ianques. Milhares e milhares de cidadãos iraquianos ficaram feridos, bem como soldados invasores, a maioria deles mutilados. As cidades foram arrasadas — mas se dividiram os poços de petróleo entre as empresas dos países que participaram da coligação militar invasora.

Hoje não há quem desconheça as verdadeiras razões da guerra, tanto contra o Iraque, quanto contra o Afeganistão: a necessidade do suprimento de petróleo e gás, do Oriente Médio e do Vale do Cáspio, aos Estados Unidos e à Europa Ocidental. Daí a guerra preemptiva e sem limites, declarada pelo segundo Bush, que se dizia chamado por Deus a fim de ir ao Iraque matar Saddam Hussein. Não só os mortos ficam da agressão ao Iraque. Os americanos saem do país, deixando-o sem energia elétrica suficiente, sem água potável, com 15% de desempregados e, 85% dos que trabalham estão a serviço do governo.

Toda a história dos Estados Unidos — ao lado de méritos fantásticos de seu povo — foi construída no afã da conquista e da morte. Desde a ocupação da Nova Inglaterra, não só os índios conheceram a sua fúria expansionista: na guerra contra o México, o país vencido perdeu a metade do território pátrio, o que corresponde a quase um terço do atual espaço norte-americano no continente.

Uma das desgraças da vitória americana foi a ruptura do Compromisso do Missouri, com a ampliação do escravagismo aos novos territórios, que seria — pouco mais de dez anos depois — uma das causas do grande confronto interno, entre o Sul e o Norte, a Guerra da Secessão. Lincoln, que a enfrentou, havia sido, em 1847, um dos poucos a se opor ao conflito contra o México.

A partir de então, a ânsia imperialista dos Estados Unidos não teve limites. Suas elites dirigentes e seus governantes, salvo alguns poucos homens lúcidos, moveram-se convencidos de que cabia a Washington dominar o mundo. Ainda se movem nessa fanática determinação. Agora, saem do Iraque e anunciam que deixarão também o Afeganistão, no ano que vem. Mas, ao mesmo tempo, dentro da doutrina Bush da guerra sem fim, preparam-se para nova agressão genocida contra o Irã.

Os Estados Unidos nunca conheceram a presença de invasores estrangeiros. Sua guerra da independência se fez contra tropas britânicas, que não eram invasoras, mas sim ocupantes da metrópole na colônia. As poucas incursões mexicanas na fronteira, de tão frágeis, não contam. Mas há uma força que cresce, e que não poderão derrotar: a do próprio povo norte-americano, cansado de suportar o imperialismo interno de seus banqueiros e das poucas famílias bilionárias que se nutrem da desigualdade.

O povo, mais do que tudo, se sente exaurido do tributo de sangue que, a cada geração, é obrigado a oferecer, nas guerras sem glória, contra povos inermes e quase sempre pacíficos, em nome disso ou daquilo, mas sempre provocadas pelos interesses dos saqueadores das riquezas alheias.

A situação tomou rumo novo, a partir dos anos 80, como apontou, em artigo publicado ontem por El Pais, o biólogo e filósofo catalão Federico Mayor Zaragoza, ex-ministro da Educação de seu país e, durante 12 anos, diretor-geral da Unesco. A aliança de interesses entre Reagan e Margareth Thatcher significou a capitulação do Estado diante do mercado, e se iniciou a era do verdadeiro terror, com 4 bilhões de dólares gastos a cada dia, em armamentos e outras despesas militares, e, a cada dia, 60 mil pessoas mortas de fome no mundo.

Mayor lembra a que levou o novo credo das elites, que Celso Furtado chamou de “fundamentalismo mercantil”: a melancólica erosão da ONU e sua substituição por grupos plutocráticos, como o grupo dos 7, dos 8 e, agora, sob a pressão dos emergentes, dos 20. E na pátria da nova fé nas “razões do mercado”, os Estados Unidos, há hoje 20 milhões de desempregados, 40 milhões de novos pobres e 50 milhões de pessoas sem qualquer seguro de saúde.

A Europa assediada e perplexa, com a falência de suas instituições políticas, está presa na armadilha do euro, que não tem como concorrer com o dólar nem com o yuan, porque yuan e o dólar são emitidos de acordo com a necessidade dos Estados Unidos e da China. Disso conseguiu escapar a Inglaterra, que mantém a sua moeda própria.

Os Estados Unidos, se não houver a reação, esperada, de seu povo, se preparam para manter o terror no mundo, mediante suas armas eletrônicas de alcance global, entre elas os aviões não tripulados. Seu destino, se assim ocorrer, será o do atirador solitário, que se compraz em assassinar os inocentes à distância, até que alguém consiga, com o mesmo método, abatê-lo. E não faltam os que se preparam para isso. (blog de Mauro Santayana, em 16dez.2011).

Façamos da interrupção um caminho novo; da queda, um passo de dança; do medo, uma escada; do sonho uma ponte; da procura, um encontro. Fernando Sabino

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

DÓRIS Day


Arte: João de Deus Netto

Ana Maria Cavalcanti

QUEM não se lembra da loiríssima e sorridente Dóris Day cantando ‘Quem será, Será? Ou fazendo o papel da garota sexy-ingenua ao lado do bonitão Rock Hudson? Agora, essa verdadeira lenda de Hollywood, aos 87 anos, está de volta fazendo o maior sucesso com o álbum “My Heart”. O disco, lançado no dia 5 deste mês, já está em nono lugar da parada pop americana e tudo indica que vai para o topo, neste fim de semana.

Sem dúvida um passo gigantesco desta cantora-atriz que há quase duas décadas não lançava um disco. O novo álbum tem 12 faixas, com quatro composições novas, três releituras do rock e diversos clássicos da artista. Dóris trabalhou com o compositor dos Beach Boys, Bruce Johnston, para escrever as faixas inéditas.

“Essas canções todas significam muito para mim”, disse ela. “Elas trazem lembranças alegres dos meus amigos que apareceram na TV comigo, de meus animais e especialmente do meu filho Terry Melcher”, autor de várias delas.

Desde a morte, aos 62 anos, de Terry, seu filho único, de um câncer de pele, em 2004, Doris leva uma vida reclusa, dedicando-se exclusivamente à proteção de animais na “Dóris Day Pet Foundation”, criada em 1978.

A carreira musical desta loira de Hollywood começou em 1945, com o single Sentimental Journey. Depois vieram mais de duas dezenas de sucessos, entre eles , aquele conhecido mundialmente: Whatever Will be, Will be ( O que Será será ) que foi a trilha sonora do filme “O Homem que sabia demais”, de Alfred Hitckok, ganhador do Oscar de Melhor Canção ( 1956). 

Dóris Day tem duas estrelas na calçada da fama de Holywood: uma como cantora, outra como atriz, em Calamity Jane (1953) – Ardida como Pimenta, arrancando gargalhadas, dançando e cantando a inesquecível Secret Love, canção que ganhou um Oscar e que chegou ao primeiro lugar do Billboard. 

Dóris Day aparece na capa de seu novo álbum, ao lado de um de seus animais de estimação, com o mesmo cabelo loiro e o mesmo sorriso que tanto fizeram sucesso nas décadas de 50/60. Voltou com tudo, como convém a uma verdadeira artista.



Ela encantou uma geração com seus cabelos dourados, rosto bonito e imagem saudável. Hoje são apenas os cabelos que oferecem uma pista de sua identidade.

Doris Day, 84 anos, mudou seu nome para Clara Kappelhoff e virou as costas para Hollywood para viver um estilo de vida recluso numa Califórnia rural.

Seu rosto é desprovido de maquilagem, seu cabelo está desarrumado e ela está vestida com calças de jogging.

Difícil acreditar que ela foi uma das atrizes mais prolíficas da década de 1950 e 60.
Seu rosto é desprovido de maquilagem, seu cabelo está desarrumado e ela está vestida com calças de jogging. (blog Cinemascope)
 
Tudo que uma pessoa pode apenas imaginar outras podem tornar real. Júlio Verne

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

A EVOLUÇÃO da educação

ANTIGAMENTE se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia... Havia aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a Bandeira Nacional antes de iniciar as aulas.

Leiam o relato de uma professora de Matemática:

Semana passada, comprei um produto que custou R$ 15,80. Dei à balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa 80 centavos, para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.

Tentei explicar que ela tinha que me dar 5,00 reais de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la.

Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender.

Por que estou contando isso?

Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:

1. Ensino de matemática em 1950:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda.
Qual é o lucro?

2. Ensino de matemática em 1970:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$ 80,00. Qual é o lucro?

3. Ensino de matemática em 1980:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Qual é o lucro?

4. Ensino de matemática em 1990:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Escolha a resposta que indica o lucro: 

( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00

5. Ensino de matemática em 2000:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
O lucro é de R$ 20,00.
Está certo? 

( ) SIM ( ) NÃO

6. Ensino de matemática em 2011:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00. Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00. 

( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00



E SE um garoto resolver pichar a sala de aula e a professora fizer com que ele pinte a sala novamente, os pais ficam enfurecidos pois a professora provocou traumas na criança. Também jamais levante a voz com um aluno, pois isso representa voltar ao passado repressor, ou pior, o aprendiz de delinquente pode estar armado.
(contribuição de Carlos Arquimedes, via email)

A corrida não é sempre para o mais rápido, mas para aquele que continua correndo. Autor desconhecido

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

SOBRE burros e humanos

Georges Bourdoukan, em seu blog:

Dois burros conversavam quando um perguntou ao outro:
- Imagina você que quando um humano quer ofender a outro humano o acusa de burro. Por que será?
- Não tenho a mínima idéia.
- Quando será que isso começou?
- E quem sabe?
- Realmente é estranho isso...Humano chamar o outro de burro como ofensa.
- Talvez porque chamá-lo de humano fosse ofensa maior.
- Você acha?
- Claro! Você já viu algum burro explorar outro burro?
- Não.
- Você já viu algum burro oprimindo outro burro?
- Não.
- Você já viu algum burro abandonar a cria?
- Não.
- Você já viu algum burro sem teto?
- Não.
- Você já viu algum burro sem terra?
- Não.
- Você já viu algum burro torturando outro burro?
- Não.
- Você já viu algum burro declarando guerra a outro burro?
- Não.
- Você já viu algum burro invadindo o país de outro burro?
- Não.
- Você já viu algum burro matando ou morrendo em nome de Deus?
- Não.
- Então, qual ofensa é maior, chamar de burro ou de humano?





Você não consegue escapar da responsabilidade do amanhã esquivando-se dela hoje. Abraham Lincoln 





Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

sábado, 24 de dezembro de 2011

NASCEU Jesus. Feliz Natal!

DEUS enviou Seu Filho Amado para nascer humilde e se tornar o Salvador de todos que crêem em Seu Nome. Isaías diz que o Nome de Jesus é: “Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.” (Isaías 9:6)
 
A cena da manjedoura ficou gravada nos corações de todos nós para sempre. Um Deus-Menino que só teve lugar na estrebaria, que foi envolvido em panos, porém anjos anunciaram Seu nascimento, Ele foi adorado pelos pastores e presenteado pelos Magos do Oriente. Ouro para o Rei, incenso para o Sumo Sacerdote e mirra para ilustrar o tipo de morte do Mestre.
 
Ele nasceu para morrer pelos nossos pecados e traçou com o Seu Sangue um único e maravilhoso caminho que nos leva ao Pai.
 
Feliz Natal a todos.

MARLETH Silva: é Natal e salve-se quem puder

CREIO que não há outra data que provoque mal-estar em tantas pessoas quanto o Natal. O que é, a princípio, estranho, por se tratar de uma festa que gira em torno de coisas boas: fraternidade, a magia da infância, alegria. Mas é também a festa das grandes expectativas, com um clima poderoso que vai tomando conta das cidades brasileiras, sem modéstia ou comedimento. 

Por isso é tão fácil enxergar a alegria do Natal quanto a sua melancolia, porque não há nenhuma outra festa no Ocidente mais importante que esta. A data passou por uma transformação em que seus símbolos cresceram e o motivo original – o nascimento de Jesus Cristo – foi colocado em segundo plano. Me refiro ao Natal que se vê nos espaços públicos, no cinema, na tevê e na publicidade. Individualmente, o significado religioso da festa continua importante para muita gente. 

A simbologia do Natal é explorada à exaustão e sustenta esse clima natalino – ou espírito natalino. Espírito que nem sempre é bonito, como mostrou Dickens no seu Conto de Natal. No texto do inglês o tal espírito surge bonito, mas vai se transformando em um monstro alimentado pelo ressentimento e pela solidão. 

O clima natalino é poderoso. Se infiltra nas ruas e casas e, consequentemente, na vida das pessoas. Para alguns, essa onipresença, esse não ter para onde fugir, é irritante. 

Já ouvi muitos dizerem que ficam deprimidos nesta época do ano. Lembram-se de grandes perdas, como a morte de uma pessoa querida ou um divórcio que separou pais e filhos. Às vezes o fato triste nem aconteceu nessa época do ano, mas é trazido de volta à memória pelo... espírito de Natal.

O Natal, por trazer tão fortemente essa ideia de alegria e harmonia, toca um nervo exposto, fere sensibilidades. Nossas vidas não são feitas só de alegria e harmonia. E nem são necessariamente os amargurados que sofrem nessa época do ano. 

O fato é que há um universo de reações ao espírito de Natal, que vai dos que mergulham alegremente no clima da temporada, passa pelos que convivem com ele sem entusiasmo e sem dramas (o que inclui pessoas que não são cristãs) e chega até os que são completamente indiferentes e os que ficam deprimidos. 

O leitor nem deve estar interessado em saber, mas me permito contar que me encaixo na categoria dos que convivem bem com o Natal. Vou com a correnteza, só não mergulho. A expectativa que o tal espírito natalino provoca me incomoda. Parece que somos levados a esperar momentos sublimes, inatingíveis. Por outro lado, lembro o tempo todo que se trata de uma festa religiosa e o desvio de rumo que ela tomou – quem vai negar que hoje é acima de tudo uma festa de consumo? – me causa desconforto. 

Gosto de ver filmes no dia 25 e de música de Natal. Aliás, leitor, se tiver um tempinho, vá atrás de Frank Sinatra cantando Have Yourself a Merry Little Christmas ou de Michael Bublé e Santa Claus Is Coming To Town. Deliciosos! 

Sou indiferente à comida, aos presentes e as festas muito planejadas – acho que é a improvisação acaba rendendo os momentos memoráveis. Pena que tenha tão pouca improvisação. O meu Natal dos sonhos seria um encontro improvisado, com presentes inventados com o que estiver à mão. Desculpem-me, comerciantes, mas nós temos 12 meses para comprar. Por que tanta urgência em dezembro? 

Cada um a seu modo arranja um jeito de conviver com o espírito de Natal. Que para você e eu, leitor, ele se apresente manso e relaxado. 

Bom Natal. 
(Gazeta do Povo, Curitiba, Brasil)

Um felicíssimo Natal a todos!

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!


sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

BELAS paisagens (23dez.2011)


(Impresiones, Espanha)

Bela obra de Deus. Conforme comentou o titular do blog Impresiones, Silvo de Espanha, nossa missão é conservá-la.

Feliz Natal do Senhor a todos!



quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

AXÉ Music é punida em Salvador


De O Globo


Cantor Luiz Caldas, que se apresentou recentemente em Camaçari, ganharia 30% a menos do cachê





DEPOIS de apresentar um projeto propondo proibir, em nível estadual, patrocínio público para artistas de pagode que cantem músicas com letras que humilhariam as mulheres, a deputada estadual Luiza Maia (PT) investiu nessa quarta contra o criador da axé music Luiz Caldas e uma das músicas-símbolo do movimento, surgido na década de 1980, “Fricote”, de autoria de Caldas e Paulinho Camafeu. 

Casada com o prefeito de Camaçari, Luiz Caetano (PT) e portanto primeira-dama do município, ela resolveu “punir” Luiz Caldas determinando que fosse cortado 30% do cachê do artista que se apresentou recentemente na cidade e cantou Fricote “cuja letra apresenta cunho racista e depreciativo às mulheres negras”, acredita a parlamentar. 

Conforme ainda a deputada, a canção em questão “abala a auto-estima da mulher negra, internalizando no imaginário coletivo a imagem de que ela é, entre outras coisas, feia e desleixada, o que se constitui também como uma forma de violência simbólica”. 

Em viagem pelo interior da Bahia, Luiz Caldas preferiu não comentar a atitude da deputada, mas sua assessoria de imprensa lamentou que Luiza Maia não saiba separar “obras lúdicas das chulas” e acredita ainda que a deputada está “desconectada” com a realidade. A assessoria negou que a proibição de cantar Fricote estaria em contrato mesmo porque isso seria inconstitucional, pois caracterizaria censura. Informa ainda que Luiz Caldas cantou os versos “nega do cabelo duro/que não gosta de pentear/ quando passa na Baixa do Tubo/ O negão começa a gritar...” pois foi uma exigência do público que assistia ao seu show. A assessoria não quis revelar quanto foi o cachê do cantor, mas disse que não pretende reclamar judicialmente devido ao corte.



2 comentários:


1) O "cunho racista" da música será derivado do quê?
a) do aparência ariana dos autores
b) do desprezo nórdico dos autores por outras raças
c) do sentimento de humilhação da deputada "enquanto" mulher e negra, vitimizada pelo racismo de uma dupla representativa da etnia branca opressora e exploradora
c) da total falta de senso de ridículo da deputada petista.
 Jorge Nogueira Rebolla

2) Oh assunto complicado.
Conheço pessoalmente Luiz Caldas, é um excelente caráter, um defensor das questões sociais e assumidamente negro.
Portanto, a letra não tem "intencionalidade" racista e depreciativa. Mesmo não tendo a intencionalidade, ela pode ofender a pessoalidade das pessoas.
É preciso tomar cuidado nas generalizações deste tema porque, por exemplo, aqui na Bahia é muito comum, é cultural,  chamar as pessoas queridas de minha neguinha, de meu neguinho. Diga aí, negão! É uma forma do baiano cumprimentar conhecidos e amigos.
A deputada Luíza Maia é pessoa séria. A origem de suas medidas se deve ao exagero de uma nova corrente musical que evoca a sexualidade colocando o homem como o grande "comedor" (desculpem o termo) e a mulher como ente passivo nas relações, quase sempre transparecendo uma, digamos assim, obrigatoriedade da submissão das mulheres aos cortejos masculinos. É comum caso de agressões sexuais em eventos, principalmente públicos, que apresentem este tipo de música.
Enquete feita aqui na Bahia com a população demonstrou que a população não concorda com essas medidas da deputada.
A deputada é pessoa séria e tem lá os seus motivos para defender esse posicionamento.
Assis Ribeiro

(Luís Nassif On Line)


Concordo com o segundo comentarista (Assis Ribeiro) que o assunto é realmente complicado. No entanto, a música de Luiz Caldas, além de não ser de boa qualidade, é chula e preconceituosa mesmo, e só foi pedida pelo público (a considerar verdadeira a afirmação do cantor) porque esse pensamento, infelizmente, está internalizado na cabeça do povo, já nem atentando para a depreciação racial (mais racial e menos sexual) já secularmente embutida. 

Isso tudo, no entanto, não autoriza a censura imposta; o artista sim, esse deveria tomar uma boa dose de "simancol" e abster-se de apresentar em público a "obra de arte". É o que eu penso.


Quem conhece a sua ignorância revela a mais profunda sapiência. Quem ignora a sua ignorância vive na mais profunda ilusão. Lao-Tsé

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

HOJE faz 3 anos!

DEPOIS de penar por quase 30 anos, um dia dobrei os joelhos e pedi fervorosamente ao bom Deus alguém na minha vida. Não poderia ser alguém comum; deveria ser alguém especial, digna, honesta e boa. E Ele me atendeu.

Foi naquele 22 de dezembro de 2008 que conheci você. Sua foto estava lá e eu não resisti e te aceitei.

Fiz as malas e vim para o Paraná e aqui estamos nós três anos depois. Felizes, graças a Deus.
Obrigado, Senhor.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

ENTÃO é Natal!

Que o Menino Jesus renasça neste Natal em cada coração e nele permaneça. Obrigado a todos que nos honram com a sua visita ao BLOGUE do Valentim.

Feliz Natal!

COISAS do Rio Grande: é disso que o velho gosta (Berenice Azambuja e os Serranos)



A CHARGE do Tiago Recchia: dá mídia?

(Gazeta do Povo, Curitiba, Brasil)

PARANÁ registra recordes de temperatura


Daniel Castellano / Agência de Notícias Gazeta do Povo / Curitiba e cidades do interior e do litoral registram recorde de calor nesta quarta-feira
Curitiba está muito quente

Daniel Castellano 
Agência de Notícias Gazeta do Povo 

Na véspera do verão, Paraná registra recorde de temperaturas

EM ALGUMAS regiões, as temperaturas são as maiores do ano e, em todo o estado, registros ficarão acima dos 30ºC. Em Curitiba, termômetros marcam 32ºC e em Antonina, 39,3ºC
A um dia do início do verão, os termômetros no Paraná registram as maiores temperaturas deste ano em várias cidades. O recorde de calor é registrado na tarde desta quarta-feira (21) em Antonina, com 39,3ºC. De acordo com o Instituto Tecnológico Simepar, todo o estado deve registrar temperaturas acima de 30ºC e, com tanto calor, a umidade do ar está em 36%, pouco acima do índice considerado preocupante pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de 30%. Em Curitiba, os termômetros registram 32º C.

Além de Antonina, no litoral, outras cidades do estado registraram elevação recorde de temperatura, como Palotina (37,8ºC), na região Oeste, União da Vitória (34ºC), na região Sul, Guarapuava (31,7ºC), no Centro-Sul, e Francisco Beltrão (34,3ºC), no Sudoeste, segundo o Simepar. 

Na terça-feira (20), temperaturas também foram elevadas em todo o Paraná, com grande variação nos termômetros. Em Campo Mourão, na região Centro-Oeste do estado, a temperatura na terça variou 26ºC. Ao longo do dia, a variação foi de mais de 20ºC nas regiões Oeste, Noroeste e Sudoeste. 

Com o céu claro e sem nuvens durante o dia, segundo o Instituto, as temperaturas apresentam uma queda expressiva na madrugada, com grande diferença nos termômetros entre o período da manhã e da tarde.

Feriado
De acordo com a meteorologista Ana Beatriz Porto, do Simepar, a partir desta quinta-feira (22), no primeiro dia do Verão, os paranaenses podem esperam temperaturas mais amenas. No sábado (24), o ar quente começa a diminuir e, em Curitiba, a previsão é de tempo parcialmente nublado, com chuvas e trovoadas, e temperaturas entre 16ºC e 27ºC. Para o domingo (25), mais chuva e registro de 15°C a 23°C.

O clima durante todo o verão será típico, com chuvas nos finais de tarde e oscilações de temperatura. Os maiores valores ocorrem, principalmente, nas regiões Oeste, Sudoeste, Norte e Litoral.

GLOBOSAT não transmitirá a Libertadores

RICARDO FELTRIN

Estreia em fevereiro o Fox Sports, sexto canal esportivo da TV paga no país.
Propriedade da NewsCorp, do megamilionário Rupert Murdoch, a marca desembarca com um investimento estimado em US$ 200 milhões para os próximos dois anos e tem a exclusividade de transmissão das copas Libertadores e Sul-Americana 2012, na TV por assinatura.
O canal estreia na primeira semana de fevereiro, já avisou aos concorrentes que exercerá direitos de exclusividade dessas competições e diz que exibirá 126 jogos da Libertadores (nove por semana), a partir de 8 de fevereiro, quando começa a chamada "fase dos grupos''.
Foi por isso que a Globosat informou melancolicamente ao mercado, na última terça-feira, que seus canais estavam fora da Libertadores a partir do ano que vem. No entanto a Fox vai continuar cedendo à TV Globo (aberta) o direito a um jogo da competição por semana.



Neymar com o troféu como melhor jogador da Taça Libertadores-2011
Neymar com o troféu como melhor jogador da Taça Libertadores-2011
Trata-se de um dos maiores investimentos já feitos por um único canal na TV paga brasileira. Com sede no Rio, terá uma equipe de 150 pessoas, entre repórteres, apresentadores, comercial, site e área técnica.
Um dos primeiros contratados é Eduardo Elias, que hoje apresenta o "MTV Rock Gol". A Fox está assediando e fazendo várias propostas a jornalistas esportivos e pode anunciar em breve a contratação de Nivaldo Prieto, hoje na Band.
Para Hernan Lopez, CEO da Fox International Channels, o momento é "mágico" para a estreia de um canal esportivo que detém os direitos da Libertadores. "Temos muita sorte de estrear com Corinthians, Flamengo, Santos, Fluminense, Vasco e Internacional. Muita sorte ter tantos times populares", diz.
UNIVERSO EM EXPANSÃO
O vice-presidente da Fox Sports, Eduardo Zerbini, se diz consciente de que o universo de assinantes e de público esportivo da TV paga no Brasil ainda é pequeno.
"Pequeno, mas exigente e apaixonado. O alvo do canal será menos o torcedor e mais o fã do esporte", afirma.
O grupo midiático estima que a TV paga no Brasil passará das 12 milhões de assinaturas atuais para 40 milhões nos próximos três anos.
O canal, no entanto, não vai tirar proveito da Olimpíada de 2012 ou da Copa do Mundo de 2014, pois a negociação para essas competições já terminou.
TV ABERTA NA TV PAGA
Segundo ranking feito nas oito principais praças do país, os quatro canais mais vistos na TV por assinatura são canais abertos: Globo, Record, SBT e Band.
Isso significa que o telespectador está pagando para ter cabo ou satélite, tem chance de variar o cardápio, mas prefere manter seus velhos hábitos de entretenimento.
O quinto colocado (primeiro canal pago da lista) é o Discovery Kids. O Sportv ocupa a sexta posição, e o Sportv 2 ocupa a 13ª posição (veja quadro acima). Entre os canais esportivos, o que tem a menor audiência é a Bandsports, cuja participação no universo de TVs pagas ligadas é de apenas 0,04%.
O Fox Sports tem o maior acervo de competições esportivas no mundo: inclui Libertadores, a Nascar, torneios de tênis da ATP e UFC, entre outros. Vários desses esportes são exibidos atualmente pelos concorrentes Sportv, ESPN e Bandsports.
Esses canais pagam para ter esse conteúdo exclusivo da Fox. Isso não deve mudar, segundo o grupo norte-americano.
"Não viemos aqui para prejudicar concorrentes", diz o CEO Lopez, questionado sobre se os rivais seriam excluídos desse conteúdo. "Não temos o menor interesse em chegar ao Brasil para destruir ou criar uma disputa encarniçada de mercado", diz.
"A Globo é nossa amiga e vai exibir um jogo da Libertadores por semana." A partida continuará sendo exibida às quartas, depois da novela.
Apesar da mensagem de "paz e amizade", o CEO não revela se vai competir e exibir a mais nova joia adquirida pela "amiga" brasileira, o badalado UFC. Porque, se quiser, o Fox Sports também detém esse direito.

JUSTIÇA

(blog do Jeso, Santarém, Brasil)

O LIVRO que contraria a grande imprensa brasileira



do Blog Balaio do Kotscho

"Se a Gazeta Esportiva não deu, ninguém sabe o que aconteceu".

(Slogan de um antigo jornal de São Paulo, nos tempos pré-internet, que ainda inspira muitos jornalistas brasileiros).

***

Daqui a cem anos, quando os historiadores do futuro contarem a história da velha mídia brasileira, certamente vão reservar um capítulo especial para o que aconteceu em 2011.

Foi o ano em que um livro desmascarou o que ainda restava de importância e influência da chamada grande imprensa na formação da opinião pública brasileira.

O suicídio coletivo foi provocado pelo lançamento de um livro polêmico, A Privataria Tucana, do premiado repórter Amaury Ribeiro Júnior, com denúncias sobre o destino dado a bilhões de reais na época do processo de privatização promovido nos anos FHC.

Como envolve personagens do alto tucanato em nebulosas viagens de dinheiro pelo mundo, o livro foi primeiro ignorado pelos principais veículos do país, com exceção da revista "Carta Capital" e dos telejornais da Rede Record; nos dias seguintes, os poucos que se atreveram a tocar no assunto se limitaram a detonar o livro e o seu autor.

Sem entrar no mérito da obra, o fato é que, em poucos dias, A Privataria Tucana alcançou o topo dos livros mais vendidos do país e invadiu as redes sociais, tornando-se tema dominante nas rodas de conversa do Brasil que tem acesso à internet.

No final de semana, o fenômeno editorial apareceu nas listas de jornais e revistas, mas não mereceu qualquer resenha ou reportagem sobre o seu conteúdo.

Em 47 anos de trabalho nas principais redações da imprensa brasileira, com exceção da revista "Veja", nunca tinha visto nada igual, nem mesmo na época da ditadura militar, quando a gente não era proibido de escrever - apenas os censores não deixavam publicar.

Foi como se todos houvessem combinado que o livro simplesmente não existiria. Esqueceram-se que há alguns anos o mundo foi revolucionado por um negócio chamado internet, em que todos nos tornamos emissores e receptores de informações, tornando-se impossível esconder qualquer notícia.

O que mais me espantou foi o silêncio dos principais colunistas e blogueiros do país - falo dos profissionais considerados sérios -, muitos deles meus amigos e mestres no ofício, que sempre preservaram sua independência, mesmo quando discordavam da posição editorial da empresa onde estão trabalhando.

Nenhum deles ousou escrever, nem bem nem mal, sobre A Privataria Tucana, com a honrosa exceção de José Simão, o mais sério de todos eles.

Alguns ainda tentaram dar alguma desculpa esfarrapada, como falta de tempo para ler e investigar os documentos publicados no livro, mas a grande maioria simplesmente saiu por aí assobiando e mudando de assunto.

O que aconteceu? Faz algum tempo, as entidades representativas da velha mídia criaram o Instituto Millenium, uma instituição voltada à defesa dos seus interesses e negócios, o que é muito justo.

Sob a bandeira da "defesa da liberdade de expressão", segundo eles sempre ameaçada por malfeitores do PT e de setores do governo federal, os barões da mídia promoveram vários saraus para denunciar os perigos que enfrentavam. O principal deles, claro, era "a volta da censura".

Pois a censura voltou a imperar escandalosamente na semana passada. Só que, desta vez, não promovida por orgãos do Estado, mas pelas próprias empresas jornalísticas abrigadas no Instituto Millenium. Os antigos donos do poder midiático decidiram apagar do mapa, não uma reportagem ou uma foto, mas um livro.

O episódio certamente será um divisor de águas no relacionamento entre a grande imprensa e seus clientes. Por mais que cada vez menos gente acreditasse nessa conversa, seus porta-vozes sempre insistiam em nos garantir que a mídia grande era independente, apartidária, isenta, preocupada apenas em contar o que está acontecendo e denunciar os malfeitos do governo, em defesa do interesse nacional e da felicidade de todos.

Agora, caiu definitivamente a máscara. Neste final de semana, ouvi de várias pessoas, em diferentes ambientes, que vão cancelar assinaturas de publicações em que não confiam mais.

Como jornalista ainda apaixonado pela profissão, fico triste com tudo isso, mas não posso brigar com os fatos. Foi vergonhoso ver o que aconteceu e não deu para esconder. Graças à internet, todo mundo ficou sabendo.

E agora? O que vão dizer aos seus ouvintes, leitores e telespectadores? Que tudo não passou de um engano, uma ilusão de ótica? Vão publicar um "erramos" coletivo ou vai ficar tudo por isso mesmo? (Brasil, mostra a tua cara!)

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

BELAS paisagens (21dez.2011)


(Impresiones, Espanha)

DURMA-SE com um barulho desses! (20dez.2011)


(do blog Singura Felina, Romênia)



NÃO nos esqueçamos...


Jornal Comércio do Jahu


LEMBREMOS, para não esquecer…

O ano passado acabou com o Inter, nosso campeão da Libertadores, vergonhosamente derrotado pelo Mazembe.

Este ano começou com o Corinthians, agora nosso campeão nacional, vexaminosamente eliminado pelo Tolima.

E está acabando com a humilhante derrota do Santos, embora para o Barcelona.

O futebol brasileiro, ó, pfiuuu… (blog do Juca Kfouri)

Dia 4 último escrevi a um blogueiro paraense em homenagem a Sócrates, falecido exatamente nessa data. Dizia eu que o grande mal que fizeram ao futebol brasileiro, senão o maior, foi aquela derrota de 3 a 2 para a Itália em 1982. Depois dessa vergonhosa derrota para o Barça, eis que de repente todos - ou quase todos - vêem que é exatamente isso. De lá para cá vieram retranqueiros como Zagallo, Parreira, Felipão e Dunga, adeptos do futebol de resultado. Ora, o brasileiro destaca-se não pela truculência em campo, isso qualquer um do planeta Terra é capaz de fazer, sim exatamente pela habilidade, ginga. Claro que não é só isso, mas isso somado à organização, empenho, solidariedade, empenho e muito mais, teria levado o futebol nacional não a cinco títulos, mas sete, oito. 

Foi certamente naquele futebol-arte de 1982, na Espanha, que o Barcelona se inspirou, buscando-o incessantemente até chegar ao seu ápice neste time fantástico de Messi e cia. 

O Santos dormiu em berço esplêndido após vencer a Libertadores. Deveria ter - não sei de onde - contratado mais três ou quatro jogadores de ótimo nível, pois, para ao menos perder de pouco o time praiano precisaria de mais dois ou três Neymar em campo, cada um na sua posição. Claro que, se assim o fizesse, e perdesse - o que não seria anormal - sua diretoria seria bastante criticada por quebrar a união do elenco vencendor do torneio Sul-americano. Era preciso alguém dizer que o rei estava nu antes de ele sair às ruas e pagar tamanho mico.

É o que o eu penso.

O sonho e a esperança são dois calmantes que a natureza concede ao ser humano. Frederico I


Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

DURMA-SE com um barulho desses! (19dez.2011)

(blog do Esmael, Curitiba, Brasil)

CLARICE Lispector: a hora da asneira na internet

OUTRO dia alguém postou uma montagem no Facebook onde apareço em preto e branco, com cara de poucos amigos e olhar desafiador. Logo acima de minha cabeça a seguinte frase: meu saco está explodindo de ver tanta porcaria que vocês postam em meu nome nessa merda.

Quem colocou esse desabafo em minha boca certamente andou lendo, em seu mural citações como "dormir de conchinha é muito bom... Mas acordar olhando nos olhos e sentindo sua respiração...É SENSACIONAL..." atribuídas a mim.

Eu não daria um like neste post. À parte os clichês românticos, não me agrada a ideia de dormir de conchinha. Viro muito de posição durante o sono. E acordar olhando nos olhos e sentindo a respiração do outro só é SENSACIONAL depois de ambos terem escovado os dentes. 

Sei que não sou a única a enfrentar o problema com textos apócrifos. Isso é bem comum na internet. Nesta semana mesmo o Verissimo declarou à revista Playboy que de cada cinco textos atribuídos a ele na rede ao menos quatro não são de sua autoria. Minha teoria é que isso não é obra de uma ação coletiva. Há um único autor por detrás dessas imposturas. Esse sujeito, que se passa por Jabor, Steve Jobs, Caio Fernando Abreu e tantos outros, ao contrário do que parece, tem alto senso crítico e estético. Ele sabe que seus lugares-comuns não se disseminariam sem uma grande assinatura.

 Há dezenas de páginas nas redes sociais relacionadas ao meu nome. Só uma delas tem quase 200 mil curtidores. Há também os aplicativos que se encarregam de espalhar “minhas frases” nos perfis dos usuários.  Os títulos desses programas são curiosos: Sua Dose de Clarice Lispector, Colhendo Clarice, Conselhos de Clarice. Claro que muitas postagens são fiéis ao que escrevi. No entanto, a seleção de um trecho fora de contexto faz com que muitas vezes eu soe como a sacerdotisa do equilíbrio e da bondade. Quer ver?

Em meu livro A Descoberta do Mundo há a passagem de uma crônica que diz: “Por que deve ser o nosso inimigo completamente mau, ou a vítima completamente boa? Ambos são criaturas humanas, como o que é bom e o que é mau. E creio que se apelarmos para o lado bom das pessoas teremos êxito na maioria dos casos”.

Essa não era minha opinião. Apenas a reprodução da fala de uma entrevistada do programa da BBC da Inglaterra, na Hora das Mulheres, sobre suas experiências como prisioneira de guerra. Minha opinião, contrária, vinha a seguir: “Sei o que ela quis dizer, mas está errado. Há uma hora em que se deve esquecer a própria compreensão humana e tomar um partido, mesmo errado, pela vítima, e um partido, mesmo errado, contra o inimigo”. 

Um historiador do futuro que resolva estudar o mercado de literatura brasileira do início do século XXI, usando como objeto de análise apenas as redes sociais, há de concluir que eu e o Padre Marcelo somos a mesma pessoa. 

A maneira correta de identificar a autenticidade de meus textos na rede é por meio das imagens. Se a citação atribuída a mim estiver acompanhada daquele tipo de foto, onde aparecem pessoas contemplando o pôr do sol com os braços esticado ao céu, desconfie.  


Não há pessoas mais vazias do que as que vivem cheias de si. Benjamin Whichcote

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

QUANTA bobagem!


Dá-me a força, ó Senhor, de nunca renegar o pobre e de nunca dobrar os joelhos diante da insolência dos poderosos. Rabindranath Tagore

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

domingo, 18 de dezembro de 2011

ATIVISTA espanhola vira comida e pousa nua num prato gigante

VOLTA e meia Barcelona é cenário de protestos inusitados. Desta vez foi um do grupo AnimaNaturalis, que pôs uma ativista nua, como comida, em um prato gigante em rua da cidade da Catalunha (Espanha). A ideia é denunciar o consumo de carne.
"Todos os anos fazemos uma campanha de Natal porque se supõe que as pessoas estão mais sensíveis e pensam nos animais", disse o grupo.
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Durma-se com um barulho desses!

BRASIL já é a sexta economia mundial

Brasil ultrapassa a Inglaterra e já é a 6ª maior economia do mundo

FOI SÓ Lula entrar em 2003 e acabar com a privataria tucana, Dilma continuar em 2010, que vejam só no que deu.

O Reino Unido já não é a 6ª maior potência económica do mundo, tendo sido ultrapassado pelo Brasil, que passou a ter este ano o sexto maior Produto Interno Bruto (PIB) medido em dólares à taxa de câmbio corrente. nesse ritmo, projeções indicam que ultrapassará a França, em 2014, e a Alemanha, em 2020.

A informação é da empresa de consultadoria britânica Economist Intelligence Unit (EIU), confirmando assim, e antecipando, as previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI) para 2011.

Tanto o FMI como a EIU e o Business Monitor International (BMI) haviam previsto que o Brasil ultrapassaria até ao final do ano o Reino Unido, passando a ocupar o lugar de sexta maior economia mundial.

De acordo com as projeções da EIU, o Brasil perderá a 6ª posição para a Índia em 2013 mas voltará a recuperar o lugar no ranking em 2014, ano do Mundial de Futebol, ao ultrapassar a França.
PIB cresce acima dos países ricos

A diferença do PIB estimado para o Brasil até ao final do ano - 2,44 mil milhões de dólares (mesmo considerada a redução da projeção de crescimento de 3,5% para 3%) e o PIB do Reino Unido (2,41 mil milhões, com crescimento de 0,7%) é de 1,2%, diferença que poderá facilmente triplicar.

Segundo o jornal "Folha de São Paulo", a subida do Brasil no ranking das maiores economias do mundo deve-se à crise dos países desenvovlidos. De acordo com a agência Terra, a tendência de ascensão dos países emergentes era esperada por especialistas há anos, mas acentuou-se devido à crise global.

A EIU refere que o Brasil continuará a subir no ranking das grandes potências, de modo a que até ao fim da década - de acordo com as projeções - o PIB brasileiro será maior do que o de todos os países europeus.

Segundo o "The World Economy", de Angus Maddison, em 1820 o PIB britânico, sem as colónias, era 12,4 vezes maior do que o do Brasil; em 1870 era 14,3 vezes superior; e em 1913, 11,7 vezes mais elevado.

Em 2009, o PIB do Brasil ultrapassou os do Canadá e Espanha, passando a ser o oitavo do mundo, e em 2010 ultrapassou o da Itália.

De acordo com a "Folha", o crescimento do PIB que coloca o Brasil em posição favorável en relação às maiores economias mundiais é influenciado também pelo aquecimento da economia em 2010, pautada por uma política monetária de estímulo ao consumo - com uma série de subsídios e isenções de impostos iniciada no pós-crise.

"Enquanto a maioria das economias desenvolvidas ainda engatinhava na recuperação, o Brasil registrou no ano passado o maior crescimento desde 1986, chegando a 7,5%. Em 2009, no entanto, a variação da economia brasileira foi negativa."

O jornal ressalta, ainda, que houve uma desaceleração na relação trimestral este ano, influenciada pela contenção do crédito, da valorização do câmbio, de juros mais elevados e do conseqüente arrefecimento da indústria provocado por estes fatores. (blog do Tiago Sousa, Belém, Brasil)

O nosso verdadeiro valor não está em nós mesmos, mas está espalhado em todas as pessoas do mundo. Devemos caminhar para nos unir senão não nos reencontraremos. Rabindranath Tagore 


Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!