segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

BRASIL: 10 anos de avanços

O DESAFIO para os próximos anos é, simultaneamente, acabar com a miséria extrema e ampliar a competitividade da economia do nosso país.
 
Os dez anos de governos liderados pelo Partido dos Trabalhadores marcam a incorporação de uma nova agenda para o Brasil.
 
O combate à desigualdade social passou a ser uma política de Estado, e não mais uma ação emergencial. Os governos do presidente Lula e o meu priorizaram a educação, a saúde e a habitação para todos, a retomada dos investimentos públicos em infraestrutura e a competitividade da economia.
 
Na última década, raros são os países que, como o Brasil, podem se orgulhar de oferecer um futuro melhor para os seus jovens. A crise financeira, iniciada em 2007, devastou milhões de empregos e esperanças no mundo desenvolvido.
 
No Brasil, ocorreu o contrário. Cerca de 40 milhões de pessoas foram incorporadas à chamada nova classe média, no maior movimento de ascensão social da história do país. A miséria extrema passou a ser combatida com uma ação sistemática de apoio às famílias mais pobres e com filhos jovens.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

CONTIGO ao sol, de Bob Lin



Para recordar. Um feliz 2013 para todos.

HIPÓCRATES, diretamente do além

Medicina cômica

LI NO NEW York Times que pesquisadores da Universidade de Oxford descobriram que o efeito do riso no corpo assemelha-se a de um exercício físico. Segundo Robin Dunbar, professor que chefiou o estudo, o riso envolve a exalação repetida de ar dos pulmões. “Os músculos do diafragma têm de trabalhar com força. Assim, o riso prolongado pode ser doloroso e exaustivo, como um exercício intenso”, disse ele.

O estudo descobriu também que as gargalhadas fazem o corpo liberar endorfina, substância que provoca prazer, bem estar, aumenta a capacidade de resistir à dor e melhora o sistema imunológico, entre outros benefícios. Enfim, a ciência descobriu com atraso aquilo que a sabedoria popular já desde da antiguidade: rir é o melhor remédio.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

ESSA é boa


Copiei do Facebook.

MENSAGEM de fim de ano da Presidenta Dilma Rousseff



...E 2013 será ainda melhor!

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

UMA dupla da pesada

Por Davis Sena Filho — Blog Palavra Livre

O JUIZ do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, não deu à Polícia Federal a ordem para prender os réus envolvidos e condenados por causa do “mensalão”, que ainda está para ser comprovado, porque, como afirma a imprensa de direita e de oposição aos governos trabalhistas, o magistrado resolveu cumprir os trâmites legais de tal processo. Nada disso.


A verdade é que Joaquim Barbosa, homem de personalidade agressiva e ditatorial, percebeu que não poderia cair no canto de cisne do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que, maliciosamente e sem nenhuma preocupação com a ética e o respeito devido aos outros juízes do STF, esperou que eles entrassem em recesso para apresentar os pedidos de prisão dos réus e com isso evitar a votação em plenário sobre o caso.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

LULA explica como escolheu Joaquim Barbosa e outros ministros para o STF


E TENHAM todos um feliz Natal!

sábado, 22 de dezembro de 2012

FALO Porque Tenho Boca: Muçulmano é terrorista. Americano é atirador?

HÁ CINCO dias do massacre na cidade de Newton, nos Estados Unidos, ainda fico extremamente incomodada com o adjetivo atribuído pela imprensa ao assassino das 26 pessoas, entre as quais 20 crianças, Adam Lanza. Sempre que citado nos noticiários, o americano é chamado de atirador. Ora, uma pessoa que faz o que esse garoto fez não é simplesmente um atirador. É um terrorista.

Entre as definições de terrorista que encontrei em uma rápida pesquisa na web, achei essa:

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

PAULO Nogueira: O que o julgamento do Mensalão ensinou aos brasileiros

A sociedade não tinha ciência da precariedade do sistema judiciário nacional, a começar pelo Supremo

Joaquim Barbosa
DANTON, no tribunal em que foi condenado à guilhotina, disse que se tratava de um “julgamento político”, e portanto com escasso interesse por coisas como provas.
 
O julgamento do Mensalão, hoje enfim concluído, teve exatamente este pecado: foi muito mais político que técnico. A rigor, você nem precisaria de tanto tempo de discussões no STF. Cada juiz já parecia desde antes saber exatamente como seria seu voto.
 
Houve, desde o início, uma intenção de dar ao caso uma dimensão espetacularmente inflada. Lula, de certa forma, provou o próprio veneno. Ele, que tantas vezes usara a expressão “nunca antes na história deste país”, viu-a ser empregada repetidamente pelos juízes, e depois pelos suspeitos de sempre nas colunas de jornais e revistas.
 

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

MAURO Santayana: EUA, uma sociedade de matadores


Do blog Falo porque tenho boca

UMA sociedade que envia seus jovens ao mundo inteiro para matar, em nome dos negócios, não pode espantar-se com os massacres de seus adolescentes e suas crianças, como o de Columbine, e o de anteontem, em Newtown, em Connecticut. Muito da cultura norte-americana tem sido, desde a guerra deliberada contra os índios e o avanço para o Oeste, uma cultura da morte. Para formar exércitos de assassinos, é necessário adestrar seus possíveis integrantes para matar sem vacilações. Para isso é preciso criar os mitos, como os do heroísmo, da coragem, da ousadia, da força física, da astúcia dos predadores, contra os povos indefesos do mundo inteiro. É preciso reduzir o homem ao réptil que foi na origem dos tempos.



Ao mesmo tempo, essa sociedade tem dado ao mundo excepcionais pensadores, escritores e cineastas que, de certa forma, procuram compensar a brutalidade construída para a defesa dos poderosos titãs das finanças e das corporações industriais que, há mais de cem anos, vem conduzindo a economia e a política internacional, em seu proveito.


A ideia de matar é estimulada nos americanos desde a infância. Na adolescência, a arma de fogo, para muitos, é símbolo da masculinidade. E esse apego à violência e ao sangue tem sido exportado ao mundo inteiro pela sua fantástica indústria do entretenimento, na literatura, no cinema e, mais recentemente, nos jogos eletrônicos e nos enlatados da televisão.


A intimidade com o sentimento da morte gera também o medo, o pânico, e a vontade paranóica do suicídio. Todos os massacres nos Estados Unidos, e os que se repetem, por emulação, quase sempre terminam com a morte ou o suicídio dos assassinos.


O massacre de sexta-feira foi o mais pavoroso dos últimos anos. Como lembrou o presidente Obama, as crianças jamais conhecerão a adolescência, a alegria do amor da paternidade e da maternidade. Morreram por nada e, por nada, morreu o assassino.


Não há mais, no mundo, espaço para a segurança e a paz. A pequena cidade onde houve a tragédia era um oásis de sossego em Connecticut, um pequeno estado da Nova Inglaterra preferido por intelectuais e artistas americanos. Nos últimos dez anos, de acordo com as notícias, nela só houve um homicídio.


Preocupam-se muitos em salvar os animais em extinção, como os primatas, as serpentes, os tigres. É bom que sejam salvos: habitam o nosso mesmo mundo. Mas o homem já se encontra em extinção há muito tempo, esvaziado que se encontra do humanismo que o distinguia da vida selvagem. Estamos voltando à pré-história, mas dotados de fuzis, metralhadoras, mísseis e armas nucleares.


Ainda estamos chorando as crianças mortas, mas se o mundo continuar assim, de nossos olhos não descerão mais as lágrimas do sofrimento.
Por Mauro Santayana, em seu blog

CONHEÇA algumas das peças publicitárias criadas pela SMP&B para a Câmara dos Deputados em 2004 e que foram veiculadas pelas grandes emissoras.

Mas o STF insistiu em desconhecer para dizer que houve peculato e condenar João Paulo Cunha











(do blog A Verdade está logo a frente)

PAPAI Fiel


domingo, 16 de dezembro de 2012

CORINTHIANS é bicampeão do Mundo

Gol peruano garante a grande conquista

Imagem
Corinthians volta a conquistar o Mundial
COM um gol do atacante peruano Paolo Guerrero, o Corinthians derrotou o Chelsea por 1 a 0, em Yokohama, no Japão, e faturou o segundo título mundial de sua história. O primeiro foi conquistado em 2000, no Brasil. A final foi acompanhada por 68.275 pagantes. Desde 2006, um time sul-americano não vencia o Mundial de Clubes. 

O jogo foi nervoso e equilibrado no primeiro tempo, com chances para cada lado, embora com maior perigo por parte do Chelsea, que obrigou o goleiro Cássio a três grandes defesas. No segundo tempo, o Corinthians surpreendeu com jogadas agressivas pelas extremas e pressionou até conseguir o gol. 

Confuso nas saídas para o ataque, o Chelsea pareceu se abater com o gol e passou a apelar para o jogo aéreo, tentando chegar ao empate. Fernando Torres ainda teve uma grande chance, aos 43 minutos, chutando rasteiro da altura da marca do pênalti para nova intervenção precisa do goleiro corintiano. (Gerson Nogueira, Belém - PA, Brasil)

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

DANIEL Defoe diretamente do além

Robinson Crusoé USB

ROBINSON Crusoé, apesar de não ter vampiros e magos adolescentes, segue atrativo para as novas gerações. É que para este público não existe nada mais assustador, nos dias de hoje, do que ficar desconectado. Por isso, o livro saiu da prateleira de “Aventuras” e foi parar na de “Terror”. Imagina comer sem postar a foto do prato. Descobrir uma praia secreta e não mostrar pros amigos. Colher verduras da sua horta orgânica e não compartilhar. Que pesadelo.

Não vou mentir pra você que planejei ou previ tal efeito. Meu livro, como todos, é fruto da época em que nasceu. E eu o escrevi durante o período de expansão do império britânico. A história idealiza a figura do colonizador, ao mesmo tempo que vende as maravilhas do colonialismo inglês. Olha só: um homem branco europeu chega numa ilha deserta e desconhecida. Com engenho e coragem, edifica sua casa, fabrica seus instrumentos, doma a natureza, prove seu sustento e ainda prospera até o ponto de estocar alimentos. Civiliza um nativo e lhe apresenta “o verdadeiro Deus”. Nem um publicitário faria melhor. Por falar em publicitário, aquele filme “O Náufrago” com Tom Hanks é a versão Milton Neves do Robinson Crusoé. Desculpe a dispersão, foi só um comentário.

Apesar da atualidade da obra, pensei em escrever uma nova versão de meu clássico. Ainda não tenho claro o que desejo fazer. Talvez trazer a história para o presente, sei lá. Anotei algumas ideias e, mesmo que ainda cruas, quero compartilha-las aqui. Vai que você se inspira e acaba contribuindo com outras sugestões. Preciso me modernizar. Nestes tempos de crowdsourcing ninguém precisa ser uma ilha. 


Anotações para Robinson Crusoé 2.0
» Depois do naufrágio, ele chega na praia. Tira do bolso o celular e, milagrosamente, o aparelho funciona. E surpresa: o 3G também. Mas antes de ligar para alguém o socorrer, Robinson não resiste e gasta os últimos pontinhos da bateria lendo o Facebook. Depois se lamenta por vinte e oito anos, dois meses e dezenove dias.


» No lugar do Novo Testamento, Crusoé leva o Google impresso e o consulta o tempo todo. Como domesticar cabras? O que fazer num sábado à noite numa ilha deserta? Pode o homem casar com um coco? E com sua mão?

» Crusoé envia um e-mail pedindo socorro. A mensagem é recebida. Mas a guarda costeira, encarregada de o resgatar, usa os mapas da Apple e, portanto, não consegue localizar a ilha.

» Assim como na versão original, Robinson parte do Brasil. Ao chegar na ilha não consegue ligar o seu notebook porque nenhuma tomada é compatível.

» Robinson passa quase três décadas isolado. Finalmente, uma embarcação chega à ilha. Dentro dela, a equipe da revista Caras. Crusoé está louco para ir embora, mas é obrigado a participar de uma longa sessão de fotos, antes de zarpar.


» Por fim, pensei em trocar o nome do personagem Sexta-feira para Black Friday.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

A FOTO de Dilma e Joaquim Barbosa no velório de Niemeyer

Uma coisa é certa: a foto não vai para o álbum de nenhum dos dois
De uma coisa não se pode acusar Dilma: de hipocrisia. É flagrante, é torrencial, é irreprimível o mal estar que a figura de Joaquim Barbosa provoca nela, como mostra a foto que o fotógrafo Gustavo Miranda, da Agência Globo, captou no velório de Oscar Niemeyer.
É o olhar de alguém que está oscilando entre o desprezo e o ódio, e que provavelmente se tenha visto na contingência de calar o que sente.
Que detalhes conhecerá Dilma das andanças de Barbosa por apoio político para ser nomeado para o STF?  Ou será que ela não perdoa o que julga ser deslealdade e ingratidão de JB perante o homem a quem ambos devem o cargo, Lula?
Interessante examinar o rosto de JB no encontro. Ali está um sorriso de quem espera aprovação, compreensão, atenção – ou pelo menos um sorriso de volta, ainda que protocolar e falso.
Mas não.
O que ele recebe de volta é um olhar glacial, uma mensagem clara da baixa opinião de Dilma sobre ele. Parece estar acima das forças de Dilma fingir que não sente o que sente, ainda que por frações de segundo. A fotografia não vai para o álbum de lembranças de nenhum dos dois.
A franqueza por vezes desconcertante é uma característica de quem, como ela, não fez carreira na política. Fosse uma política, esta foto não existiria, não pelo menos deste jeito singular, e seria uma pena porque esta é uma das imagens que decerto marcarão a República sob Dilma, de um lado, e Barbosa, de outro.
Paulo Nogueira

GROTESCOS e malandros alimentam crise entre STF e Congresso

PODEMOS observar várias reações diante do julgamento do mensalão. Empolgados com as penas duríssimas, que atingem um partido que desde 2002 não conseguem vencer pelo voto, políticos conservadores querem superfaturar a vitória. Não basta, para eles, a decisão do STF.

Torcem para que o Supremo tome decisões radicais e até grotescas. Uma delas é mandar prender os condenados antes da pena transitar em julgado.  A ideia é a execração pública. Consiste em demonstrar que os condenados  não merecem sequer o respeito que a lei garante a cada um dos brasileiros.

Na mesma linha, pretende-se que o Supremo determine a cassação dos mandatos dos três deputados condenados, quando se sabe que o artigo 55 da Constituição define que esta é uma prerrogativa da Câmara e do Senado. Pede-se um ato de brutalidade, ilegal, como prova de força. Em vez de discutir e deliberar – ou não – pela perda de mandato, quer-se transformar o Congresso num poder subordinado ao STF.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

O SEGUNDO apagão do PSDB e o boicote ao povo

Por  Davis Sena FilhoBlog Palavra Livre


O PSDB é o partido político brasileiro que governou o Brasil por quase uma década, nos anos 1990 até o início dos anos 2000. O símbolo do PSDB é o tucano, ave bonita, brasileiríssima, de bico grande e longo, porém, voo curto. Em termos partidários e ideológicos, os adeptos de tal agremiação dominada pelos paulistas e com um apêndice em Minas Gerais têm pensamentos curtos.
Seu líder político, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, ao que parece, está muito aborrecido, tanto é verdade que no recente encontro dos tucanos ele reclamou e fez críticas duras ao PSDB, às suas lideranças e aos filiados, a exigir que o partido responsável pela implementação do modelo neoliberal na economia “ouvisse as ruas”, que se “aproximasse do povo”, para sentir melhor seus desejos e sonhos. Será que é isso?

Contudo, sabemos que o PSDB é um partido que quando esteve no poder não governou para o povo e muito menos se preocupou, no que diz respeito às questões programáticas, em criar oportunidades para as camadas sociais economicamente mais pobres da população, que são compostas por dezenas de milhões de pessoas, sem esperança de na era tucana melhorar minimamente de vida, por ser o modelo econômico neoliberal excludente.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

NA ILHARGA: Saia justíssima

SEGUNDO buchinchos de quem assistiu a sessão de anteontem do Senado Federal, não foi nem Jader Barbalho, alvo dos arroubos moralistas do mega larápio Mario Couto, o maior incomodado com aquelas encenações de canastrão. O mais incomodado acabou sendo o também tucano Flexa Ribeiro que, ainda, segundo esses buchinchos, se sacudia mais que papagaio na chapa quente, principalmente quando Couto ergueu os braços, mostrou os punhos e ressaltou que não havia marca de algemas. Flexa chegou até a virar de costas, dando a entender que preferia não estar ali naquela ocasião.

Depois, em seu gabinete, ainda visivelmente irritado, até cogitou fazer também um pronunciamento em que iria expor a luzente calva e dizer: nela não há vestígios de bordoadas de cassetetes da PM do Pará. Seria uma alusão à surra que Couto levou certa ocasião, quando tentou tumultuar um desfile das escolas de samba de Belém, pois o então capo da contravenção penal achou que prejudicaram a escola que presidia. No final, mais calmo, Flexa resolveu deixar tudo como está, afinal, a falta de credibilidade dos senadores que compõe a bancada paraense mal permite que se movam do silêncio à encenação de deploráveis espetáculos histriônicos. Lamentável!

OSCAR Niemeyer morreu

NASCIDO em 15 de dezembro de 1907, ficou famoso pelos projetos que se tornaram cartão-postal de Belo Horizonte, no bairro da Pampulha, nos anos 1940, e de Brasília, dez anos mais tarde, com a construção da nova capital federal.

Com obras espalhadas pelo mundo e considerado um dos artistas brasileiros mais reconhecidos no exterior, recebeu o prêmio Pritzker de Arquitetura em 1987 e o Leão de Ouro da Bienal de Arquitetura de Veneza em 1996, entre muitos outros.

Em harmonia com sua paisagem natal, o arquiteto chegou a confessar que o ângulo reto não o atraia, "nem a linha reta, dura, inflexível, criada pelo homem. O que me atrai é a curva livre e sensual, a curva que encontro nas montanhas do meu país, no curso sinuoso dos seus rios, nas ondas do mar, no corpo da mulher preferida".

Em nota, a presidente Dilma Rousseff afirmou que com o morte de Niemeyer o Brasil perdeu "um dos seus gênios".

"A sua história não cabe nas pranchetas. Niemeyer foi um revolucionário, o mentor de uma nova arquitetura, bonita, lógica e, como ele mesmo definia, inventiva. O Brasil perdeu hoje um dos seus gênios. É dia de chorar sua morte. É dia de saudar sua vida."

O governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, decretou três dias de luto oficial no Estado.
A Presidência da República informou que o corpo de Niemeyer será velado no Palácio do Planalto, em Brasília, na tarde de quinta-feira.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

A MORAL de velhas prostitutas


AOS POUCOS, sem nenhum respeito ou rigor jornalístico, boa parte da mídia passou a tratar Rosemary Noronha como amante do ex-presidente Lula. A “namorada” de Lula, a acompanhante de suas viagens internacionais, a versão tupiniquim de Ana Bolena, quiçá a reencarnação de Giselle, a espiã nua que abalou Paris.

Como a versão das conversas grampeadas entre ela e Lula foi desmentida pelo Ministério Público Federal, e é pouco provável que o submundo midiático volte a apelar para grampos sem áudio, restou essa nova sanha: acabar com o casamento de Lula e Marisa.

Já que a torcida pelo câncer não vingou e a tentativa de incluí-lo no processo do mensalão está, por ora, restrita a umas poucas colunas diárias do golpismo nacional, o jeito foi apelar para a vida privada.

Lula pode continuar sendo popular, pode continuar como referência internacional de grande estadista que foi, pode até eleger o prefeito de São Paulo e se anunciar possível candidato ao governo paulista, para desespero das senhoras de Santana. Mas não pode ser feliz. Como não é possível vencê-lo nas urnas, urge, ao menos, atingi-lo na vida pessoal.

Isso vem da mesma mídia que, por oito anos, escondeu uma notícia, essa sim, relevante, sobre uma amante de um presidente da República.

Por dois mandatos, Fernando Henrique Cardoso foi refém da Rede Globo, uma empresa beneficiária de uma concessão pública que exilou uma repórter, Míriam Dutra, alegadamente grávida do presidente. Miriam foi ter o filho na Europa e, enquanto FHC foi presidente, virou uma espécie de prisioneira da torre do castelo, a maior parte do tempo na Espanha.

INVASÃO Corinthiana: hoje faz 36 anos!





Nem precisa comentar!


sexta-feira, 30 de novembro de 2012

RICARDO Kotscho: A hora da verdade para Lula e o PT


pt A hora da verdade para Lula e o PT
"POR QUE o bloguista inexplicavelmente não conta nada sobre Rosemary e o possível envolvimento do ex-presidente Lula em algumas operações ilícitas? Aonde está a sua imparcialidade de jornalista?", pergunta o leitor Fernando Aleador, em comentário enviado às 04h57 desta sexta-feira.

Tem toda razão o leitor.

Demorei para escrever e dar esta resposta porque, para mim, estes últimos foram os dias mais difíceis da minha já longa carreira, posto que os fatos envolvem não só velhos amigos meus, como é do conhecimento público, mas um projeto político ao qual dediquei boa parte da minha vida.

Simplesmente, não sabia mais o que dizer. Ao mesmo tempo, não podia brigar com os fatos nem aderir à guerra de extermínio de reputações e de desmonte da imagem do ex-presidente Lula e do PT que está em curso nos últimos meses.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

JOELMIR Beting

JOELMIR José Beting (Tambaú, 21 de dezembro de 1936 — São Paulo, 29 de novembro de 2012) foi um jornalista e sociólogo brasileiro.

Nascido em Tambaú, interior de São Paulo, começou a trabalhar nas plantações da propriedade de sua família aos sete anos. "A minha origem é, de certa forma, de boia-fria", lembraria o jornalista em entrevista à revista Imprensa em julho de 2012. Depois de ser coroinha na igreja da cidade, o padre Donizetti Tavares de Lima arrumou-lhe o primeiro emprego, na rádio de Tambaú, aos quinze anos.

Em 1957, aos dezenove anos de idade, Beting foi para São Paulo onde estudou Sociologia na Universidade de São Paulo, na mesma turma de nomes como Ruth Cardoso e Francisco Weffort.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

O INÚTIL esforço para destruir um mito

Por Miguel do Rosário, no blog O Cafezinho:

O GLOBO de hoje oferece um interessante estudo de caso. A Polícia Federal prendeu diretores de agências reguladoras e a chefe do escritório da presidência da república em São Paulo, a senhora Rosemary Noronha. Um lamentável episódio que merece mesmo a primeira página dos jornais. Até aí tudo bem. O Globo, no entanto, força tremendamente a barra ao usar o escândalo para atingir Lula.




Primeiramente, o escândalo não tem nada a ver com o mensalão. Encontraram ligações entre Valdemar Costa Nesto e Paulo Vieira, diretor da Anac, mas o teor das conversas e o histórico de ambos revelam que o interesse comum eram negócios no Porto de Santos. Não tem nada a ver com mensalão, nem com Lula. Valdemar já foi diretor da Companhia Docas de São Paulo (Codesp) e o grupo de Vieira atua na mesma região portuária.



Falar em “elo” entre os dois escândalos seria como encontrar conexão entre a privataria tucana e os desvios de verba nas obras do Rodoanel em São Paulo. Pode haver personagens em comum, porque os mesmo corruptos operam em frentes distintas. Mas uma coisa não tem a ver com outra.

Mas isso é o de menos. A cachorrada mesmo é a perseguição implacável de Lula.

Vejam só. Uma funcionária de terceiro escalão é apanhada pela Polícia Federal e a foto de quem aparece com destaque na página 4?

FULECO ou Fuleiro?!



segunda-feira, 26 de novembro de 2012

MAURO Santayana: A marca da maldade




NO SÁBADO, dia 17, um Policial Militar de Goiânia foi preso por matar um morador de rua e sob suspeita de tráfico de drogas. Com 38 anos e 20 de corporação, ele já fora indiciado por dois homicídios contra mendigos, em 2006 e 2008; por uma tentativa de homicídio; pelo espancamento de uma mulher, também em 2008, e pelo assassinato de William Pereira Nunes.

Mesmo assim, o soldado Rogério Moreira da Silva, o “Xaropinho”, só chamou realmente a atenção da Corregedoria, quando, acusado de extorquir mendigos, armado de uma pistola, e à paisana, resistiu à abordagem de seus colegas de farda.

O CHORO de Boris Casoy e o sorriso do gari Francisco Gabriel





Por Davis Sena Filho — Blog Palavra Livre

Réveillon de 2009. Horas antes da virada de ano. O tom do comentário foi de desprezo, ironia, torpeza, e, mais do que tudo: profundo preconceito social, pois arraigado em sua alma elitista, e, ao que parece, em seus mais secretos princípios, guardados em segredos e somente pronunciados àqueles que o Boris Casoy considera como seus iguais.


"Que merda! Dois lixeiros desejando felicidades do alto das suas vassouras. O mais baixo na escala do trabalho" — comentou, o mordaz e inconformado Casoy ao seu colega, Joelmir Beting, politicamente tão conservador como ele, com a presença de garis na tela da Band, a desejarem “feliz ano novo” no intervalo publicitário do Jornal da Band.

sábado, 24 de novembro de 2012

PRESIDENTA Dilma promove a primeira mulher a posto de oficial general nas Forças Armadas

A PRESIDENTA Dilma Rousseff assinou hoje (23) a promoção da primeira mulher a alcançar o posto de oficial superior nas Forças Armadas. A integrante da Marinha, Dalva Maria Carvalho Mendes, foi promovida de capitã de mar e guerra para contra-almirante, terceiro posto mais importante da força. Formada em Medicina, com especialização em anestesiologista, a contra-almirante Dalva ingressou na Marinha em 1981, na primeira turma do Corpo Auxiliar Feminino de Oficiais. Durante quase toda sua carreira trabalhou no Hospital Naval Marcílio Dias, no Rio de Janeiro, chegando ao cargo de vice-diretora. Atualmente é diretora da Policlínica Naval Nossa Senhora da Glória. A contra-almirante tem ainda curso de Política e Estratégia Marítima da Escola de Guerra Naval. A promoção da contra-almirante Dalva foi assinada durante reunião entre a presidenta Dilma Rousseff e o ministro da Defesa, Celso Amorim. Também foram assinadas as promoções de outros militares. Ainda não foi definida a data da cerimônia de apresentação dos promovidos à presidenta Dilma. A Marinha foi a primeira força a autorizar o ingresso de mulheres, a partir de 1980, restrita ao já extinto Corpo Auxiliar Feminino da Reserva da Marinha, tendo perfil de carreira próprio e acesso limitado a determinados cargos e ao serviço em terra. Entre 1995 e 1996, foi estendido o acesso das oficiais aos corpos de saúde e de engenheiros navais. Em 1997, a participação das mulheres foi novamente estendida e hoje elas podem também participar de áreas como o corpo de intendentes e auxiliar da armada. (Agência Brasil)

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

BLOGUE do Valentim há um ano: Um Aviador brasileiro atrás das linhas inimigas

5ª parte

…continuação da postagem anterior.
Danilo e um dos italianos que tanto o ajudaram
… Ainda não tinha achado um meio de atravessar o Pó. Conta ele, muito ingenuamente, que teve o seguinte raciocínio, que mais parece anedota, mas que é fato. Resolveu seguir aquela margem do rio, sempre pelo lado norte e sempre para oeste, rumo à nascente do rio, onde naturalmente ele seria muito mais estreito, e então atravessá-lo seria facílimo. Talvez com um pulinho… E o Pó nascia quase na França… Para ele isso tudo eram “pequenos detalhes técnicos”… Com este propósito, foi caminhando para a “nascente”… Caminhou um bom pedaço naquela direção. Os seus joelhos doíam. A distância começou a parecer maior. Sentiu-se cansado e a “nascente” não aparecia… O dia terminava. O almoço não tinha sido grande coisa, o estômago reclamava, o frio parecia aumentar. No dia seguinte começaria mais cedo. Havia uma aldeia próxima, e ele seguiu naquela direção. Na terceira casa à beira da estrada, estava um italiano, igual a milhares de outros, rachando lenha. Achava a sua lenha e ato contínuo empilhava-a ao seu lado. O Índio, cansadíssimo, caminhara todo o dia, com a moral abatida, desanimado, sentou-se ao lado do monte de lenha rachada, a observar o italiano por longo tempo. O machado subia e descia compassadamente e os pedaços de lenha iam sendo jogados para a pilha ao lado. Aquele mister doméstico fê-lo recordar os seus, lá no Rio Grande do Sul, que cada vez mais tinha dúvida se iria revê-los, mas que ao mesmo tempo davam-lhe forças para lutar contra aqueles obstáculos. Além disso, o dia do pagamento aproximava-se… Tinha de chegar a tempo.


Os minutos se passaram. Nenhum dos dois disse uma palavra. O machado subia e descia sobre a lenha e as achas aumentavam o monte. Por fim, o italiano perguntou-lhe o que queria. Entrou com a velha história de bombardeado, arruinado etc. e terminou pedindo-lhe um copo d’água, comida e pousada. O lenhador ouviu tudo com a máxima atenção, deu-lhe vinho, comida e água e agasalhou-o em sua casa. O nosso homem procurava responder o menos possível e o “paisá” não insistia cordatamente. À noite brilharam as estrelas no belo céu de uma noite de inverno italiano, e com muito mais intensidade brilhou a grande estrela do nosso rio-grandense, na pessoa daquele camponês acolhedor. Chamando-o, o italiano disse-lhe simplesmente que acreditaria na sua história, se não fossem as suas botinas… O gaúcho sentiu-se perdido: fora descoberto! Breve seria entregue aos alemães, foi o que pensou naquele instante desanimador. O italiano então desfez-lhe as dúvidas. Estava em boas mãos. Nada tinha a temer. Abriu o jogo – disse o gaúcho. Naquele homem ignorado, com sua função de pedreiro de aldeia pobre, residia mais um dos muitos heróis anônimos daquela guerra.

REGO Barros de novo é campeão

Escola Rêgo Barros tem a melhor nota do Pará no Enem


MAIS uma vez a condição econômica se refletiu no desempenho dos estudantes paraenses no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Somente oito escolas públicas aparecem na lista das cem melhores instituições de ensino do Pará na avaliação realizada no ano passado. Destas, nenhuma é da rede municipal de ensino e apenas duas são estaduais. Os destaques entre as escolas não privadas, são os colégios de aplicação de universidades, escolas técnicas e federais. É o caso da Escola de Ensino Infantil Fundamental e Médio Tenente Rêgo Barros, que assumiu o posto de melhor escola do Estado (era a segunda no ano passado), com média geral de 626,86 pontos. No entanto, a melhor escola do Pará só aparece na 322ª posição no ranking nacional. As notas por escola foram divulgadas ontem pelo Ministério da Educação (MEC). As notas levam em conta as médias obtidas pelos alunos de cada escola que participaram do Enem em cada uma das quatro provas objetivas (ciências humanas, ciências da natureza, linguagens e códigos, e matemática), e também na redação. A média final, no entanto, não leva em conta a nota da redação que, segundo o MEC, usa critérios subjetivos e não utiliza a Teoria de Resposta ao Item (TRI), como as outras provas. Apenas escolas com mais de 50% de participação e o mínimo de 10 alunos foram consideradas, dando um total de 180 escolas no Pará e 10.076 em todo o País. As outras escolas públicas que figuram no 'Top 100' do Pará são o Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Pará - Campus Belém, com nota 577,69 (7ª posição no ranking estadual e 1.829ª no nacional); Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Pará - Campus Tucuruí, com nota 556,07 (22ª no Pará e 2.828ª no Brasil); Escola de Aplicação da UFPA, em Belém, com média 529,90 (50ª e 4.013ª); Escola Estadual São Raimundo Nonato, de Santarém, com nota 510,44 (83ª e 5.034ª); Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Pará - Campus Abaetetuba, com média geral 509,55 (87ª e 5.079ª); Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Pará - Campus Castanhal, com 508,07 (89ª e 5.172ª); e a Escola Estadual Jornalista Romulo Maiorana, com 499,99 (100ª e 5.702ª). Fonte: O Liberal

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

POR QUE nunca precisamos de cotas no futebol?

Por Felipe Carrilho

“NÓS não temos um problema racial. No Brasil, os negros conhecem o seu lugar”, diz um sinistro ditado, que poderia servir de epígrafe para análises de intelectuais conservadores ou mesmo para ilustrar muitos comentários que se lê por aí nas redes sociais em tempos de implementação de políticas reparatórias por parte do governo federal.

Muitas são as janelas que permitem sondar a dinâmica social de um país. Esta coluna procura fazer isso por meio da história do futebol brasileiro. No mês da Consciência Negra, cabe indagar em que medida o processo de integração dos descendentes de africanos no esporte que se tornou uma verdadeira “instituição nacional” pode revelar o destino social que a população negra do Brasil teve no período pós-abolição do sistema escravocrata.

No final do sáculo 19, a intelectualidade do País estava empenhada em discutir a questão da nacionalidade brasileira que tinha na presença do negro, no seu entender, um problema crônico. Optou-se, então, por uma política de branqueamento, na qual o incentivo à imigração europeia para abastecer as lavouras de café e a produção da indústria era fundamental. Para Oliveira Viana, o apologista mais notório da arianização da nossa sociedade, o mestiço representava um atraso inevitável para o Brasil que só poderia ser amenizado com a diluição gradual e progressiva do elemento negro.

Nas décadas subsequentes, apartados do trabalho formal, os descendentes de africanos foram protagonistas no processo de democratização do futebol, cuja prática estava até então reservada para os filhos das nossas elites, encastelados nos clubes grã-finos das principais cidades. Atuando nos times de várzea, com bolas e uniformes muitas vezes improvisados, o negro mostrou competência esportiva e esteve no centro da luta pela profissionalização do futebol, que dava estatuto de trabalhador formal ao jogador.

Em seu livro Corações na Ponta da Chuteira, o historiador Fábio Franzini apresenta uma emblemática disputa ocorrida no dia 13 de maio de 1927. Um jogo que opunha duas seleções, a dos brancos, jogadores das maiores equipes paulistas da Associação Paulista de Esportes Atléticos, e a dos negros, que atuavam em divisões secundárias ou mesmo em clubes da liga amadora. O jogo terminou com a vitória da “seleção negra” por 3 a 2, e o sucesso de público fez com que o encontro fosse repetido por mais de 10 anos, com ampla maioria de vitórias dos negros.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

O DIA da Consciência Negra tem razão de existir


por Fátima Oliveira,no Jornal OTEMPO
Médica – fatimaoliveira@ig.com.br



NA TARDE do feriado do dia 15, fui bater pernas num shopping, coisa não habitual, pois gosto de comprar em lojas de rua! Todavia, foi uma das coisas prazerosas que fiz ultimamente. Dei de cara com duas lojas puro encanto. Tem razão quem diz que, mesmo para quem não é de natureza consumista – o meu caso; sou de poucos desejos -, olhar vitrines tem valor terapêutico.

Nada comprei, mas desejei quase tudo na L’’Occitane. Estar ali é passear pela Provença e seus cheiros. Embora aconchegante, o ambiente é minúsculo e falta um banquinho para a gente sentar e se envolver nas fragrâncias provençais… Na Granado, fundada em 1870 pelo português José Antônio Coxito Granado, foi uma imersão no passado. Diante do Polvilho Antisséptico Granado, criado em 1903, vi vovó passando-o em meus pés de criança antes de dormir à noite – coisa obrigatória para não ter chulé! Saí cheia de latinhas, uma colônia e dois sabonetes de alfazema, meu cheiro de adolescência antes de ser viciada em Promessa, da Myrurgia, e Fleur de Rocaille, da Caron.

À noite, em casa, olhando os mimos da Granado, bateu saudade apertada e até senti o cheiro do Sabão Aristolino, que, bem antes da existência e da popularização do xampu, era a única coisa líquida espumante para banhos e para lavar cabelos. No internato do Colégio Colinense, cada menina possuía o seu Aristolino, até para escovar os dentes e como medida número um de higiene “naqueles dias”; e até quem não gostava do cheiro usava-o, obrigatoriamente, durante a menstruação!

O Sabão Aristolino foi criado pelo médico de Paquetá dr. Aristão Gonçalves Neves (1891-1934), que também era “prático de farmácia”, ofício que exerceu, desde quase menino, até a formatura em medicina. Continuou a manipular os remédios que receitava. Ficou famoso graças a duas fórmulas de sua lavra: o Xarope Broncholino e o Sabão Aristolino.

ARTE de J. Bosco no blogue do Milton Alves, de Curitiba

Charge do dia: (in)segurança pública

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OS ESTADOS vizinhos de São Paulo e Santa Catarina continuam sob ataques  de facções  do crime organizado. Incêndios de viaturas policiais e ônibus, assassinatos e chacinas. Um novo fenômeno que exige nova abordagem das forças de segurança. Além da união de esforços de todas as esferas da federação.
(Milton Alves, Curitiba - PR, Brasil)

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

SALVE lindo Pendão da Esperança!

No topo do mastro 19 de novembro é o Dia da Bandeira. Aprenda mais sobre esse símbolo do nosso país

Ana Paula Corradini




A gente bem sabe como é: em olimpíadas, Copa do Mundo e outros eventos, é só ver a bandeira brasileira que dá um nó na garganta e ficamos todos orgulhosos. Mas você sabia que o símbolo maior do Brasil nem sempre teve essa cara? Nesse 19 de novembro, aproveite para comemorar o Dia da Bandeira, e saiba mais sobre ela aqui.

Toda história tem um começo


MARCELO Migliaccio: A velhinha e o peixe escuro

A CENA eu vi num restaurante. A família na mesa e o filho, de uns 50 anos, dizendo à mãe, uma velhinha frágil e de cabelos totalmente brancos que deveria ter mais de 90:

_ Não, mamãe, o médico disse que peixe escuro a senhora não pode comer.

Com o cardápio nas mãos trêmulas, a anciã nem levantou os olhos, não argumentou, nem muito menos contestou. Mostrou a resignação forçosa dos nonagenários e permaneceu calada.

Fiquei a me perguntar por que privar uma pessoa naquela idade de um dos prazeres que ela tem na vida. Vale a pena ela, já no fim da estrada, deixar de almoçar seu peixe favorito num domingo? Quanto tempo ela terá mais de vida por causa dessa recomendação médica. E que vida terá no tempo que lhe sobra? Uma não-vida cheia de "não pode"?

Alguém vai dizer ao Oscar Niemeyer que, aos 104 anos, ele deve abandonar sua inseparável cigarrilha?

Sim, sempre tem um chato que chega e diz:

_ O senhor não deveria fumar, mestre.

Outro dia, sem querer, abri uma gaveta em casa e vi lá, jogado, um relógio caro que comprei certa vez num arroubo consumista. Olhei pra ele, pensei em colocar no pulso, mas aí veio aquele pensamento mesquinho.

_ Não, é um relógio caro, podem roubar.

E percebi que comprei aquele relógio e não o tenho. Se não se usa alguma coisa, não se tem essa coisa. O relógio não é meu, é da gaveta. Meu medo faz com que eu não o possua de fato, apesar de tê-lo comprado.

sábado, 17 de novembro de 2012

SE Amanhã...


SE AMANHÃ sentires saudades,
lembra-te da fantasia e
sonha com tua próxima vitória.
Vitória que todas as armas do mundo
jamais conseguirão obter,
porque é uma vitória que surge da paz
e não do ressentimento.
Charles Chaplin


(Com Texto Livre)


sexta-feira, 16 de novembro de 2012

NA ILHARGA: Nota oficial do PT repudia condenações

Nota oficial do partido repudia patranha gurgélico/barbosiana


O PT, amparado no princípio da liberdade de expressão, critica e torna pública sua discordância da decisão do Supremo Tribunal Federal que, no julgamento da Ação Penal 470, condenou e imputou penas desproporcionais a alguns de seus filiados.

1. O STF não garantiu o amplo direito de defesa

O STF negou aos réus que não tinham direito ao foro especial a possibilidade de recorrer a instâncias inferiores da Justiça. Suprimiu-lhes, portanto, a plenitude do direito de defesa, que é um direito fundamental da cidadania internacionalmente consagrado.

A Constituição estabelece, no artigo 102, que apenas o presidente, o vice-presidente da República, os membros do Congresso Nacional, os próprios ministros do STF e o Procurador Geral da República podem ser processados e julgados exclusivamente pela Suprema Corte. E, também, nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabilidade, os ministros de Estado, os comandantes das três Armas, os membros dos Tribunais superiores, do Tribunal de Contas da União e os chefes de missão diplomática em caráter permanente.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

SENTENÇA contra Dirceu representa agressão contra o PT, a esquerda e a Constituição

Por Breno Altman, especial para o 247 

  O MINISTRO Joaquim Barbosa, relator da Ação Penal 470, praticamente concluiu sua tarefa como relator, às vésperas de assumir a presidência do STF, com um burlesco golpe de mão. Aparentemente para permitir que Ayres Britto pudesse votar na dosimetria dos dirigentes petistas, subverteu a ordem do dia e antecipou decisão sobre José Dirceu, José Genoíno e Delúbio Soares. Apenas a voz de Ricardo Lewandovski se fez ouvir, em protesto à enésima manobra de um julgamento marcado por arbitrariedades e atropelos.

Talvez em nenhum outro momento de nossa história, ao menos em períodos democráticos, o país se viu enredado em tamanha fraude jurídica. Do começo ao fim do processo, o que se viu foi uma sucessão de atos que violaram direitos constitucionais e a própria jurisprudência do tribunal. A maioria dos ministros, por opção ideológica ou mera covardia, rendeu-se à sentença prescrita pelo baronato midiático desde que veio à tona o chamado “mensalão”.


segunda-feira, 12 de novembro de 2012

MORREU Marcos Paulo

Marcos Paulo Simões (São Paulo, 1 de março de 1951 — Rio de Janeiro, 11 de novembro de 2012) foi um ator e diretor de televisão e cinema brasileiro. Era filho adotivo de Vicente Sesso, autor de telenovelas, com quem tomou o gosto pelo mundo da televisão. 

O ator foi diagnosticado com câncer de esôfago em maio de 2011. Morreu em sua casa no Rio de Janeiro no dia 11 de novembro de 2012, de embolia pulmonar. (Wikpédia)

Descanse em paz.