segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

YUL BRYNNER: O Rei e Eu

O Rei e Eu...


EXISTE apenas um Yul Brynner. Nenhum outro ator tinha sua aparência, seu leque de talentos, a sua energia - e sua capacidade de atrair outros para o feitiço de seu charme. Um sofisticado de origem deliberadamente misteriosa, Brynner sentia-se em casa em vários idiomas e ambientes sociais.

Nascido Yuliy Borisovich Brynner (ou Taidge Khan?), em Vladivostok (Rússia), no dia 11 de julho de 1920. Sua mãe Marusya Blagоvidova era filha de um médico russo e seu pai, Boris Brynner, foi um engenheiro e inventor.

Depois que seu pai abandonou a família, sua mãe tomou Yul e sua irmã, Vera Bryner foram para a China, onde frequentou uma escola da Associação Cristã de Moços. Eles se mudaram novamente em 1934, desta vez para Paris. 

Durante a Segunda Guerra Mundial, Brynner trabalhou como locutor de rádio de língua francesa e comentarista de propaganda para a França ocupada pelos nazistas.  

Acróbata de um circo cigano aos 17 anos, uma queda no trapézio levou-o a abandonar a profissão. Estudou filosofia na Sorbonne e, em 1941, foi para os Estados Unidos.  

Ele causou um impacto imediato quando do lançamento de sua carreira cinematográfica em 1956, aparecendo não só na versão cinematográfica de "O Rei e Eu", e em seguida, também em papéis principais de coadjuvantes em "Os Dez Mandamentos" com Charlton Heston, e “Anastasia”, com Ingrid Bergman.

Sua versão cinematográfica, "O Rei e Eu", com Deborah Kerr e Rita Moreno, valeu-lhe o Oscar de melhor ator em 1956.  

Mas foi em “O Rei e Eu” que Yull Brynner encontrou o seu papel perfeito. Estava inaugurada sua logomarca da calvice, exigência para o papel do rei do Sião na vitoriosa carreira da peça da Broadway. O ator gostou tanto que prosseguiu careca em toda a carreira. O sucesso pela conquista do Oscar e que poderia ter se tornado uma armadilha para uma estrela menor, se tornou a glória no curso de sua carreira, desde o auge de sua fama, até a sua morte prematura.

Mais tarde, ele apareceu em filmes como no épico bíblico “Salomão e a Rainha de Sabá” (1959), no papel de “Salomão”, "Sete Homens e Um Destino"(1960), “Taras Bulba” (1962), “Adiós Sabata”, “Pancho Vila” (1968), “Westworld "(1973).

Brynner co-estrelou com Marlon Brando em 'Morituri', Katharine Hepburn em "A Louca de Chaillot” e William Shatner em uma versão cinematográfica de "Os Irmãos Karamazov". Ele estrelou com Barbara Bouchet em “A Fúria do Destino” (1976); na sequência de Westworld, intitulado 'Futureworld ", com Peter Fonda e Blythe Danner, em 1976.

Em 1977, Brynner embarcou numa fase de revival com “O Rei e Eu ", onde foi muito criticado por conta de seu temperamento arrogante com exigências aparentemente insignificantes durante a turnê com sucesso de público. 

Ele inaugurou uma segunda turnê, em 1985, mesmo sabendo que estava morrendo de câncer de pulmão, culpando depois com alarde, o cigarro. Dois meses depois, em 1985, Brynner, infelizmente morreu em um hospital de Nova York. 

Deixou gravado um depoimento dramático jogando a culpa no cigarro pela sua morte por câncer no pulmão. 

Morreu no mesmo dia de Orson Welles, de quem Yull Brynner era um ardoroso admirador. (blog Cinemascope, de João de Deus Netto)
 
Não deveríamos deitar para dormir sem que pudéssemos afirmar que aprendemos algo durante o dia.
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

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