segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

BRASIL: 10 anos de avanços

O DESAFIO para os próximos anos é, simultaneamente, acabar com a miséria extrema e ampliar a competitividade da economia do nosso país.
 
Os dez anos de governos liderados pelo Partido dos Trabalhadores marcam a incorporação de uma nova agenda para o Brasil.
 
O combate à desigualdade social passou a ser uma política de Estado, e não mais uma ação emergencial. Os governos do presidente Lula e o meu priorizaram a educação, a saúde e a habitação para todos, a retomada dos investimentos públicos em infraestrutura e a competitividade da economia.
 
Na última década, raros são os países que, como o Brasil, podem se orgulhar de oferecer um futuro melhor para os seus jovens. A crise financeira, iniciada em 2007, devastou milhões de empregos e esperanças no mundo desenvolvido.
 
No Brasil, ocorreu o contrário. Cerca de 40 milhões de pessoas foram incorporadas à chamada nova classe média, no maior movimento de ascensão social da história do país. A miséria extrema passou a ser combatida com uma ação sistemática de apoio às famílias mais pobres e com filhos jovens.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

CONTIGO ao sol, de Bob Lin



Para recordar. Um feliz 2013 para todos.

HIPÓCRATES, diretamente do além

Medicina cômica

LI NO NEW York Times que pesquisadores da Universidade de Oxford descobriram que o efeito do riso no corpo assemelha-se a de um exercício físico. Segundo Robin Dunbar, professor que chefiou o estudo, o riso envolve a exalação repetida de ar dos pulmões. “Os músculos do diafragma têm de trabalhar com força. Assim, o riso prolongado pode ser doloroso e exaustivo, como um exercício intenso”, disse ele.

O estudo descobriu também que as gargalhadas fazem o corpo liberar endorfina, substância que provoca prazer, bem estar, aumenta a capacidade de resistir à dor e melhora o sistema imunológico, entre outros benefícios. Enfim, a ciência descobriu com atraso aquilo que a sabedoria popular já desde da antiguidade: rir é o melhor remédio.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

ESSA é boa


Copiei do Facebook.

MENSAGEM de fim de ano da Presidenta Dilma Rousseff



...E 2013 será ainda melhor!

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

UMA dupla da pesada

Por Davis Sena Filho — Blog Palavra Livre

O JUIZ do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, não deu à Polícia Federal a ordem para prender os réus envolvidos e condenados por causa do “mensalão”, que ainda está para ser comprovado, porque, como afirma a imprensa de direita e de oposição aos governos trabalhistas, o magistrado resolveu cumprir os trâmites legais de tal processo. Nada disso.


A verdade é que Joaquim Barbosa, homem de personalidade agressiva e ditatorial, percebeu que não poderia cair no canto de cisne do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que, maliciosamente e sem nenhuma preocupação com a ética e o respeito devido aos outros juízes do STF, esperou que eles entrassem em recesso para apresentar os pedidos de prisão dos réus e com isso evitar a votação em plenário sobre o caso.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

LULA explica como escolheu Joaquim Barbosa e outros ministros para o STF


E TENHAM todos um feliz Natal!

sábado, 22 de dezembro de 2012

FALO Porque Tenho Boca: Muçulmano é terrorista. Americano é atirador?

HÁ CINCO dias do massacre na cidade de Newton, nos Estados Unidos, ainda fico extremamente incomodada com o adjetivo atribuído pela imprensa ao assassino das 26 pessoas, entre as quais 20 crianças, Adam Lanza. Sempre que citado nos noticiários, o americano é chamado de atirador. Ora, uma pessoa que faz o que esse garoto fez não é simplesmente um atirador. É um terrorista.

Entre as definições de terrorista que encontrei em uma rápida pesquisa na web, achei essa:

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

PAULO Nogueira: O que o julgamento do Mensalão ensinou aos brasileiros

A sociedade não tinha ciência da precariedade do sistema judiciário nacional, a começar pelo Supremo

Joaquim Barbosa
DANTON, no tribunal em que foi condenado à guilhotina, disse que se tratava de um “julgamento político”, e portanto com escasso interesse por coisas como provas.
 
O julgamento do Mensalão, hoje enfim concluído, teve exatamente este pecado: foi muito mais político que técnico. A rigor, você nem precisaria de tanto tempo de discussões no STF. Cada juiz já parecia desde antes saber exatamente como seria seu voto.
 
Houve, desde o início, uma intenção de dar ao caso uma dimensão espetacularmente inflada. Lula, de certa forma, provou o próprio veneno. Ele, que tantas vezes usara a expressão “nunca antes na história deste país”, viu-a ser empregada repetidamente pelos juízes, e depois pelos suspeitos de sempre nas colunas de jornais e revistas.
 

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

MAURO Santayana: EUA, uma sociedade de matadores


Do blog Falo porque tenho boca

UMA sociedade que envia seus jovens ao mundo inteiro para matar, em nome dos negócios, não pode espantar-se com os massacres de seus adolescentes e suas crianças, como o de Columbine, e o de anteontem, em Newtown, em Connecticut. Muito da cultura norte-americana tem sido, desde a guerra deliberada contra os índios e o avanço para o Oeste, uma cultura da morte. Para formar exércitos de assassinos, é necessário adestrar seus possíveis integrantes para matar sem vacilações. Para isso é preciso criar os mitos, como os do heroísmo, da coragem, da ousadia, da força física, da astúcia dos predadores, contra os povos indefesos do mundo inteiro. É preciso reduzir o homem ao réptil que foi na origem dos tempos.



Ao mesmo tempo, essa sociedade tem dado ao mundo excepcionais pensadores, escritores e cineastas que, de certa forma, procuram compensar a brutalidade construída para a defesa dos poderosos titãs das finanças e das corporações industriais que, há mais de cem anos, vem conduzindo a economia e a política internacional, em seu proveito.


A ideia de matar é estimulada nos americanos desde a infância. Na adolescência, a arma de fogo, para muitos, é símbolo da masculinidade. E esse apego à violência e ao sangue tem sido exportado ao mundo inteiro pela sua fantástica indústria do entretenimento, na literatura, no cinema e, mais recentemente, nos jogos eletrônicos e nos enlatados da televisão.


A intimidade com o sentimento da morte gera também o medo, o pânico, e a vontade paranóica do suicídio. Todos os massacres nos Estados Unidos, e os que se repetem, por emulação, quase sempre terminam com a morte ou o suicídio dos assassinos.


O massacre de sexta-feira foi o mais pavoroso dos últimos anos. Como lembrou o presidente Obama, as crianças jamais conhecerão a adolescência, a alegria do amor da paternidade e da maternidade. Morreram por nada e, por nada, morreu o assassino.


Não há mais, no mundo, espaço para a segurança e a paz. A pequena cidade onde houve a tragédia era um oásis de sossego em Connecticut, um pequeno estado da Nova Inglaterra preferido por intelectuais e artistas americanos. Nos últimos dez anos, de acordo com as notícias, nela só houve um homicídio.


Preocupam-se muitos em salvar os animais em extinção, como os primatas, as serpentes, os tigres. É bom que sejam salvos: habitam o nosso mesmo mundo. Mas o homem já se encontra em extinção há muito tempo, esvaziado que se encontra do humanismo que o distinguia da vida selvagem. Estamos voltando à pré-história, mas dotados de fuzis, metralhadoras, mísseis e armas nucleares.


Ainda estamos chorando as crianças mortas, mas se o mundo continuar assim, de nossos olhos não descerão mais as lágrimas do sofrimento.
Por Mauro Santayana, em seu blog

CONHEÇA algumas das peças publicitárias criadas pela SMP&B para a Câmara dos Deputados em 2004 e que foram veiculadas pelas grandes emissoras.

Mas o STF insistiu em desconhecer para dizer que houve peculato e condenar João Paulo Cunha











(do blog A Verdade está logo a frente)

PAPAI Fiel


domingo, 16 de dezembro de 2012

CORINTHIANS é bicampeão do Mundo

Gol peruano garante a grande conquista

Imagem
Corinthians volta a conquistar o Mundial
COM um gol do atacante peruano Paolo Guerrero, o Corinthians derrotou o Chelsea por 1 a 0, em Yokohama, no Japão, e faturou o segundo título mundial de sua história. O primeiro foi conquistado em 2000, no Brasil. A final foi acompanhada por 68.275 pagantes. Desde 2006, um time sul-americano não vencia o Mundial de Clubes. 

O jogo foi nervoso e equilibrado no primeiro tempo, com chances para cada lado, embora com maior perigo por parte do Chelsea, que obrigou o goleiro Cássio a três grandes defesas. No segundo tempo, o Corinthians surpreendeu com jogadas agressivas pelas extremas e pressionou até conseguir o gol. 

Confuso nas saídas para o ataque, o Chelsea pareceu se abater com o gol e passou a apelar para o jogo aéreo, tentando chegar ao empate. Fernando Torres ainda teve uma grande chance, aos 43 minutos, chutando rasteiro da altura da marca do pênalti para nova intervenção precisa do goleiro corintiano. (Gerson Nogueira, Belém - PA, Brasil)

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

DANIEL Defoe diretamente do além

Robinson Crusoé USB

ROBINSON Crusoé, apesar de não ter vampiros e magos adolescentes, segue atrativo para as novas gerações. É que para este público não existe nada mais assustador, nos dias de hoje, do que ficar desconectado. Por isso, o livro saiu da prateleira de “Aventuras” e foi parar na de “Terror”. Imagina comer sem postar a foto do prato. Descobrir uma praia secreta e não mostrar pros amigos. Colher verduras da sua horta orgânica e não compartilhar. Que pesadelo.

Não vou mentir pra você que planejei ou previ tal efeito. Meu livro, como todos, é fruto da época em que nasceu. E eu o escrevi durante o período de expansão do império britânico. A história idealiza a figura do colonizador, ao mesmo tempo que vende as maravilhas do colonialismo inglês. Olha só: um homem branco europeu chega numa ilha deserta e desconhecida. Com engenho e coragem, edifica sua casa, fabrica seus instrumentos, doma a natureza, prove seu sustento e ainda prospera até o ponto de estocar alimentos. Civiliza um nativo e lhe apresenta “o verdadeiro Deus”. Nem um publicitário faria melhor. Por falar em publicitário, aquele filme “O Náufrago” com Tom Hanks é a versão Milton Neves do Robinson Crusoé. Desculpe a dispersão, foi só um comentário.

Apesar da atualidade da obra, pensei em escrever uma nova versão de meu clássico. Ainda não tenho claro o que desejo fazer. Talvez trazer a história para o presente, sei lá. Anotei algumas ideias e, mesmo que ainda cruas, quero compartilha-las aqui. Vai que você se inspira e acaba contribuindo com outras sugestões. Preciso me modernizar. Nestes tempos de crowdsourcing ninguém precisa ser uma ilha. 


Anotações para Robinson Crusoé 2.0
» Depois do naufrágio, ele chega na praia. Tira do bolso o celular e, milagrosamente, o aparelho funciona. E surpresa: o 3G também. Mas antes de ligar para alguém o socorrer, Robinson não resiste e gasta os últimos pontinhos da bateria lendo o Facebook. Depois se lamenta por vinte e oito anos, dois meses e dezenove dias.


» No lugar do Novo Testamento, Crusoé leva o Google impresso e o consulta o tempo todo. Como domesticar cabras? O que fazer num sábado à noite numa ilha deserta? Pode o homem casar com um coco? E com sua mão?

» Crusoé envia um e-mail pedindo socorro. A mensagem é recebida. Mas a guarda costeira, encarregada de o resgatar, usa os mapas da Apple e, portanto, não consegue localizar a ilha.

» Assim como na versão original, Robinson parte do Brasil. Ao chegar na ilha não consegue ligar o seu notebook porque nenhuma tomada é compatível.

» Robinson passa quase três décadas isolado. Finalmente, uma embarcação chega à ilha. Dentro dela, a equipe da revista Caras. Crusoé está louco para ir embora, mas é obrigado a participar de uma longa sessão de fotos, antes de zarpar.


» Por fim, pensei em trocar o nome do personagem Sexta-feira para Black Friday.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

A FOTO de Dilma e Joaquim Barbosa no velório de Niemeyer

Uma coisa é certa: a foto não vai para o álbum de nenhum dos dois
De uma coisa não se pode acusar Dilma: de hipocrisia. É flagrante, é torrencial, é irreprimível o mal estar que a figura de Joaquim Barbosa provoca nela, como mostra a foto que o fotógrafo Gustavo Miranda, da Agência Globo, captou no velório de Oscar Niemeyer.
É o olhar de alguém que está oscilando entre o desprezo e o ódio, e que provavelmente se tenha visto na contingência de calar o que sente.
Que detalhes conhecerá Dilma das andanças de Barbosa por apoio político para ser nomeado para o STF?  Ou será que ela não perdoa o que julga ser deslealdade e ingratidão de JB perante o homem a quem ambos devem o cargo, Lula?
Interessante examinar o rosto de JB no encontro. Ali está um sorriso de quem espera aprovação, compreensão, atenção – ou pelo menos um sorriso de volta, ainda que protocolar e falso.
Mas não.
O que ele recebe de volta é um olhar glacial, uma mensagem clara da baixa opinião de Dilma sobre ele. Parece estar acima das forças de Dilma fingir que não sente o que sente, ainda que por frações de segundo. A fotografia não vai para o álbum de lembranças de nenhum dos dois.
A franqueza por vezes desconcertante é uma característica de quem, como ela, não fez carreira na política. Fosse uma política, esta foto não existiria, não pelo menos deste jeito singular, e seria uma pena porque esta é uma das imagens que decerto marcarão a República sob Dilma, de um lado, e Barbosa, de outro.
Paulo Nogueira

GROTESCOS e malandros alimentam crise entre STF e Congresso

PODEMOS observar várias reações diante do julgamento do mensalão. Empolgados com as penas duríssimas, que atingem um partido que desde 2002 não conseguem vencer pelo voto, políticos conservadores querem superfaturar a vitória. Não basta, para eles, a decisão do STF.

Torcem para que o Supremo tome decisões radicais e até grotescas. Uma delas é mandar prender os condenados antes da pena transitar em julgado.  A ideia é a execração pública. Consiste em demonstrar que os condenados  não merecem sequer o respeito que a lei garante a cada um dos brasileiros.

Na mesma linha, pretende-se que o Supremo determine a cassação dos mandatos dos três deputados condenados, quando se sabe que o artigo 55 da Constituição define que esta é uma prerrogativa da Câmara e do Senado. Pede-se um ato de brutalidade, ilegal, como prova de força. Em vez de discutir e deliberar – ou não – pela perda de mandato, quer-se transformar o Congresso num poder subordinado ao STF.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

O SEGUNDO apagão do PSDB e o boicote ao povo

Por  Davis Sena FilhoBlog Palavra Livre


O PSDB é o partido político brasileiro que governou o Brasil por quase uma década, nos anos 1990 até o início dos anos 2000. O símbolo do PSDB é o tucano, ave bonita, brasileiríssima, de bico grande e longo, porém, voo curto. Em termos partidários e ideológicos, os adeptos de tal agremiação dominada pelos paulistas e com um apêndice em Minas Gerais têm pensamentos curtos.
Seu líder político, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, ao que parece, está muito aborrecido, tanto é verdade que no recente encontro dos tucanos ele reclamou e fez críticas duras ao PSDB, às suas lideranças e aos filiados, a exigir que o partido responsável pela implementação do modelo neoliberal na economia “ouvisse as ruas”, que se “aproximasse do povo”, para sentir melhor seus desejos e sonhos. Será que é isso?

Contudo, sabemos que o PSDB é um partido que quando esteve no poder não governou para o povo e muito menos se preocupou, no que diz respeito às questões programáticas, em criar oportunidades para as camadas sociais economicamente mais pobres da população, que são compostas por dezenas de milhões de pessoas, sem esperança de na era tucana melhorar minimamente de vida, por ser o modelo econômico neoliberal excludente.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

NA ILHARGA: Saia justíssima

SEGUNDO buchinchos de quem assistiu a sessão de anteontem do Senado Federal, não foi nem Jader Barbalho, alvo dos arroubos moralistas do mega larápio Mario Couto, o maior incomodado com aquelas encenações de canastrão. O mais incomodado acabou sendo o também tucano Flexa Ribeiro que, ainda, segundo esses buchinchos, se sacudia mais que papagaio na chapa quente, principalmente quando Couto ergueu os braços, mostrou os punhos e ressaltou que não havia marca de algemas. Flexa chegou até a virar de costas, dando a entender que preferia não estar ali naquela ocasião.

Depois, em seu gabinete, ainda visivelmente irritado, até cogitou fazer também um pronunciamento em que iria expor a luzente calva e dizer: nela não há vestígios de bordoadas de cassetetes da PM do Pará. Seria uma alusão à surra que Couto levou certa ocasião, quando tentou tumultuar um desfile das escolas de samba de Belém, pois o então capo da contravenção penal achou que prejudicaram a escola que presidia. No final, mais calmo, Flexa resolveu deixar tudo como está, afinal, a falta de credibilidade dos senadores que compõe a bancada paraense mal permite que se movam do silêncio à encenação de deploráveis espetáculos histriônicos. Lamentável!

OSCAR Niemeyer morreu

NASCIDO em 15 de dezembro de 1907, ficou famoso pelos projetos que se tornaram cartão-postal de Belo Horizonte, no bairro da Pampulha, nos anos 1940, e de Brasília, dez anos mais tarde, com a construção da nova capital federal.

Com obras espalhadas pelo mundo e considerado um dos artistas brasileiros mais reconhecidos no exterior, recebeu o prêmio Pritzker de Arquitetura em 1987 e o Leão de Ouro da Bienal de Arquitetura de Veneza em 1996, entre muitos outros.

Em harmonia com sua paisagem natal, o arquiteto chegou a confessar que o ângulo reto não o atraia, "nem a linha reta, dura, inflexível, criada pelo homem. O que me atrai é a curva livre e sensual, a curva que encontro nas montanhas do meu país, no curso sinuoso dos seus rios, nas ondas do mar, no corpo da mulher preferida".

Em nota, a presidente Dilma Rousseff afirmou que com o morte de Niemeyer o Brasil perdeu "um dos seus gênios".

"A sua história não cabe nas pranchetas. Niemeyer foi um revolucionário, o mentor de uma nova arquitetura, bonita, lógica e, como ele mesmo definia, inventiva. O Brasil perdeu hoje um dos seus gênios. É dia de chorar sua morte. É dia de saudar sua vida."

O governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, decretou três dias de luto oficial no Estado.
A Presidência da República informou que o corpo de Niemeyer será velado no Palácio do Planalto, em Brasília, na tarde de quinta-feira.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

A MORAL de velhas prostitutas


AOS POUCOS, sem nenhum respeito ou rigor jornalístico, boa parte da mídia passou a tratar Rosemary Noronha como amante do ex-presidente Lula. A “namorada” de Lula, a acompanhante de suas viagens internacionais, a versão tupiniquim de Ana Bolena, quiçá a reencarnação de Giselle, a espiã nua que abalou Paris.

Como a versão das conversas grampeadas entre ela e Lula foi desmentida pelo Ministério Público Federal, e é pouco provável que o submundo midiático volte a apelar para grampos sem áudio, restou essa nova sanha: acabar com o casamento de Lula e Marisa.

Já que a torcida pelo câncer não vingou e a tentativa de incluí-lo no processo do mensalão está, por ora, restrita a umas poucas colunas diárias do golpismo nacional, o jeito foi apelar para a vida privada.

Lula pode continuar sendo popular, pode continuar como referência internacional de grande estadista que foi, pode até eleger o prefeito de São Paulo e se anunciar possível candidato ao governo paulista, para desespero das senhoras de Santana. Mas não pode ser feliz. Como não é possível vencê-lo nas urnas, urge, ao menos, atingi-lo na vida pessoal.

Isso vem da mesma mídia que, por oito anos, escondeu uma notícia, essa sim, relevante, sobre uma amante de um presidente da República.

Por dois mandatos, Fernando Henrique Cardoso foi refém da Rede Globo, uma empresa beneficiária de uma concessão pública que exilou uma repórter, Míriam Dutra, alegadamente grávida do presidente. Miriam foi ter o filho na Europa e, enquanto FHC foi presidente, virou uma espécie de prisioneira da torre do castelo, a maior parte do tempo na Espanha.

INVASÃO Corinthiana: hoje faz 36 anos!





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