quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

A ARTE de J. Bosco: Crime ambiental


(Lápis da Memória, Belém - PA, Brasil)

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

FUTEBOL Paraense: Saiam da frente, lá vem Ele!

do blog do Gerson Nogueira, Belém - PA, Brasil

REXPA Parazao 2013-Mario Quadros (134)
O Fenômeno Azul
Por Lúzio Ramos

QUEM foi o (ir) responsável pela escolha de Manaus como uma das sedes da Copa do Mundo de 2014 em detrimento de Belém? Quem ousou errar? Esta pergunta é um grande grito que ainda ecoa pelos quatro cantos do Brasil. Nos dias de RE x PA, não só ecoa como freme e pulsa. Eu fico imaginando o que diria um ET se chegasse a Belém na exata hora de um RE x PA? No mínimo ele ficaria perplexo ao ver uma grande multidão convergir para o que ele certamente denominaria de templo. É num templo que cabe uma majestade, uma eminência; arena é pejorativa pra esse fenômeno. Veria uma cidade fantasma, pois o resto da população, que não foi ao templo ficou à frente da televisão. As ruas, desertas; o silêncio só quebrado pelos uuuuuuuuus vindos das casas de vez em quando. Certamente acharia tudo isso um fenômeno no mínimo muito estranho, inexplicável.

O RE x PA é assim. É pra ET vê. Ele não pede nada a ninguém, ele manda! Que mudem o dia! Que mudem a hora! Que venha a chuva! Ele a tudo extrapola!

Paralisa o trânsito. Batedores à frente. Inverte a mão e a contramão.

Muda as regras. Saiam todos da frente. Que eu vou passar.

Quem é você?

Eu me chamo RE x PA.

Ele atropela a tudo. A Ele só cabem expressões imperativas, não se admite outra voz. Contradiz todas as previsões.

Todos nós devemos reverenciar essa coisa indescritível, esse mito, essa lenda, que guarda todos os sentimentos, reúne todas as histórias, todas as verdades, todos os gritos. Que anuncia e denuncia. Tudo de excelência cabe nesse binômio chamado RE x PA.
REXPA Parazao 2013-Mario Quadros (20)
As emoções do grande clássico da Amazônia
E o ET bateria cabeça com uma grande (in)verdade ainda por ser revelada; um limite de tamanha imprecisão, que só Deus sabe até quando vai durar e quem o revelará: Quem é melhor? Quem é o maior? Nenhuma inteligência acima da nossa será capaz de responder e identificar esse limite, pois o RE x PA não admite limites.

O que ele saberá mesmo é que o Estado do Pará tem duas metades; numa cabe o Paysandu, na outra, o Remo. Juntem-nas as duas e teremos um rincão, sem tamanho e sempre impreciso.

E certamente o ET quereria saber quem foi aquele (ir)responsável. Mas agora não adianta mais. O que importa é que, onde ele estiver, terá a cabeça sem travesseiro, o ego incomodado com esse grande e eterno grito e o lamento de que o mundo não ouvirá esse eco.

E o RE x PA, ninguém ouse explicá-lo, pois será injusto. Não há palavras ou vocabulário capazes de descrevê-lo. Tudo o que dissermos será menor. Ele é o nosso grandioso consolo. Uma banana pros (ir) responsáveis; se não teremos copa sempre teremos o nosso RE x PA.  

REXPA Parazao 2013-Mario Quadros (103)
A Avalanche Bicolor (Fotos: MÁRIO QUADROS/Bola)

BLOGUE do Valentim há um ano: As elites acham que pobre dá muita despesa...


AS ELITES acham que pobre “dá muita despesa”…


QUEM  quiser conhecer a crueza que a parcela da classe média brasileira que se deslumbra – e se crê ser , sem ser – com a elite deste país, visite a página do Estadão onde se noticia que o “Nordeste recebe metade dos benefícios do Bolsa Família em dezembro“, onde se noticia o óbvio: que a transferência de recursos para pessoas em situação de miséria é maior onde é maior a própria miséria.



A matéria não diz, mas os comentaristas explicitam: é um absurdo São Paulo receber menos bolsas-família que o estado da Bahia, o único dos estados nordestinos que supera o valor transferido aos paulistas que, é obvio, arrecadam mais tributos.

E aí as manifestações viram explicitudes.



“(…) o Sul e o Sudeste nao tem nada a ver com as miserias do Nordeste. Os problemas do Nordeste precisam ser resolvidos pelos nordestinos, e nao pelos paulistas ou gauchos. O povo nordestino que se vire sozinho. Que cobre atitudes efetivas dos politicos que ele elege. A pobreza deles eh problema deles, e de ninguem mais.”, diz um deles. “Bem que o povo lá de cima podia começar a trabalhar como nós aqui para sentir o drama do que é viver contra o governo tirando tudo que você sua para ganhar.”, argumenta outro.



Talvez diminuissem sua fúria racista se tivessem tido acesso à pesquisa do Ipea de onde vieram os dados sobre a bolsa-família. Ignoram o que ela contém, como fez o repórter do Estadão.



Ali veriam, por exemplo, que o Sudeste tem 44% das instituições públicas – e caras – de ensino superior do país, metade delas em São Paulo,  enquanto o Nordeste fica com 25%. Ou que o número de médicos recebendo pelo Sistema Único de Saúde é de 301 mil, 50% do total, e no Nordeste, que tem uma relação médico público/habitante 30% menor,  são apenas 20% do total de  profissionais médicos brasileiros.

Todos eles custando dinheiro público.



Essa parcela – felizmente minúscula – dos brasileiros, que pensa ser moderna mas ainda tem a cabeça na Idade Média não é apenas escravocrata: é burra e raivosa. E por estar concentrada no estado mais rico da Federação, São Paulo, acha que o papel que lhe cabe é o de capitão do mato cosmopolita.



Odeiam Dilma e Lula no século 21 como odiaram a Getúlio no século 20.



Porque, no fundo,  o que odeiam é a idéia de um só Brasil e de um povo brasileiro.

Ficaram para trás., estão politicamente em extinção.



São as “maria-antonieta” dos Jardins, mas poderiam ser as mesmas de Ipanema. (Brizola Neto)





DE VOLTA ao Paraná, após breves férias em Belém, fomos ao CTG Saudades do Pago, onde participamos - este peão com a prenda Bernardete - de um animadíssimo fandango. Depois de uma gostosa janta - costela -, bailamos bastante ao som de Os Bilias e de Marinês Siqueira. Oportunamente, faremos postagem específica sobre o evento.



Obrigado, por tua visita.



Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!
(BLOGUE do Valentim em 29jan.2012)

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

SR. GOOL! destaca a paixão do torcedor paraense

Vitória do Remo, por 2 a 1, sobre o Paysandu foi acompanhada por 39.076 pagantes


O FINAL de semana ganhou ainda mais emoção no futebol brasileiro por causa dos clássicos. A rivalidade é grande em cada Estadual, mas até aqui nenhum superou o fanatismo e o amor dos torcedores paraenses. Durante a vitória do Remo, por 2 a 1, sobre o Paysandu, o Estádio Mangueirão, em Belém, recebeu a presença de 39.076 pagantes.

Domingo de clássicos por todo país e no Placar Sr. Goool

Este é o maior público da temporada 2013, superando o triunfo do Santa Cruz, por 1 a 0, sobre o CRB, pela Copa do Nordeste (22.570). No clássico Re-Pa, a renda de R$ 584.457,00 foi dividida entre os rivais. Ao todo foram colocados à venda 39.472 ingressos. Restando míseros 396 nas bilheterias.O amor dos paraenses fica ainda mais evidente por alguns fatores. O Estado do Pará não receberá a Copa do Mundo 2014. Sem falar que o Remo precisa se classificar para a Série D do Campeonato Brasileiro e o Paysandu acabou de subir para a Série B. E no ano passado, o Cametá foi campeão estadual.

O público dos outros clássicos estaduais ajuda a valorizar mais um pouco esta fidelidade remista e bicolor. Botafogo e Fluminense empataram, por 1 a 1, no Estádio do Engenhão, pelo Campeonato Carioca sob os olhares de 10.474 pagantes. Já 8.089 pagantes acompanharam outro empate, por 1 a 1, desta vez em Santa Catarina entre Criciúma e Avaí.

Em Goiás, o público de Atlético Goianiense e Goiás foi bem parecido com a presença no clássico paranaense entre Atlético e Paraná. Se no Campeonato Goiano o empate, por 1 a 1, foi visto por 4.128 pagantes, a vitória tricolor sobre o Furacão, por 1 a 0, levou 4.106 pagantes ao ECO Estádio, em Curitiba. Já Grêmio Anápolis e Anápolis empataram, por 1 a 1, com a presença de 1.115 pagantes. No dérbi de Campinas, a Ponte Preta bateu o Guarani, por 3 a 1, em pleno Estádio Brinco de Ouro da Princesa, com 7.020 pagantes. (Sr. Gool!)

FUTEBOL Paraense: Re-Pa teve 41.604 torcedores no sábado


O Fenômeno Azul
O SUCESSO do Re-Pa pode ser refletido pela quantidade de torcedores que debaixo de sol e chuva se deslocaram ao Colosso do Bengui e protagonizaram um espetáculo digno de qualquer clássico mundial. Aliás, o Re-Pa de número 713, só não foi melhor devido ao estrago causado pelo temporal típico do inverno amazônico, o que exigiu, além de futebol, um pouco da paciência dos jogadores, fato não levado muito a sério diante do número elevado de faltas e pegadas mais fortes.

Desta vez o Clube do Remo levou a melhor, fez das poucas oportunidades  as únicas que precisava. Em dois lances de contra-ataque a defesa não suportou a velocidade, ora pega de surpresa, ora tecnicamente sucumbiu ao projeto infalível, que na visão do torcedor, foi suficiente para dar ao Leão os três pontos com folga. “Do que adianta o time jogar mais tempo com a bola, se as finalizações é o que realmente interessam? O Remo ganhou na raça, e contra fatos não existem argumentos”, disse o economista Raul Paiva, sobre o resultado favorável aos azulinos.

Por outro lado, a inconformidade foi grande e ao mesmo tempo difícil de entender, como um volume maior não surtiu efeito, tendo uma base já mantida e o entrosamento nítido entre as peças. “O Remo jogou retrancado, o Paysandu mandou bem mais, nos dois tempos. Não dá para entender como a bola não entrou, a diferença toda foi essa. O Remo teve sorte, enquanto o Paysandu não soube aproveitar”, rebate o estudante Almir Guedes, que viu no Papão, além da superioridade, um toque de bola mais elaborado, mas não o suficiente para dar aos bicolores a pontuação e a briga pela ponta da tabela do Parazão.

(Diário do Pará)

domingo, 27 de janeiro de 2013

REMO vence Paissandu no clássico da Amazônia

A QUARTA rodada do Campeonato Paraense foi para lá de alucinante. Neste sábado, Belém ficou dividida, principalmente, no Estádio Magueirão. Mais de 40 mil torcedores estiveram presentes no Estádio para acompanhar o clássico Re-PA. Melhor para os torcedores do Remo, que viram seu time vence o Papão, por 2 a 1.


Val Barreto abriu o placar no começo do jogo para o Remo. Iarley, o experiente, tratou de deixar tudo igual, aos 29. Mas, aos 42 minutos, Leandro Cearense tratou de fazer o gol que sacramentou a vitória do Remo. Com isto, o time fica com 12 pontos e 100% de aproveitamento, surpreendedo a todos pelo forte início. O Papão, do técnico Lecheva, fica com sete, em segundo.

Ao todo, 41.604 torcedores estiveram no Mangueirão, dando uma renda de R$ 832.120,00. O jogo estava marcado para 17 horas, mas por conta das fortes chuvas que castigaram Belém, a partida iniciou às 17h30. (Futebol Interior)

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

REMO e PSC jogarão sábado com novo patrocínio


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REMO e Paissandu entrarão no clássico deste sábado com novo patrocínio nas camisas e calções. As marcas do grupo Líder passam a estampar o uniforme dos grandes clubes paraenses. A única diferença é que Magazan e Castanheira estampam as laterais da camisa alviceleste e os calções azulinos.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

JORNALISTA paulista relembra Remo 100%

Líder e 100%, Remo pegará Paysandu para tentar igualar temporada perfeita de 2004

 


Leão é especialista em se manter invicto no início do Campeonato Paraense






Invicto, Flávio Araújo pode fazer história no Remo
O REMO é o único clube que ainda mantém o aproveitamento de 100% na segunda fase do Campeonato Paraense. Com três vitórias, o Leão terá o clássico contra o Paysandu, no próximo sábado, para seguir sua caminhada perfeita como fez em 2004.

Naquela oportunidade, o Estadual era disputado por pontos corridos, mas com dois turnos distintos. O Remo venceu todos os 14 jogos e sagrou-se campeão antecipadamente. O Leão anotou 37 gols e sofreu apenas nove. A invencibilidade do Remo no Paraense ainda teve mais duas partidas. 

Tudo começo na final de 2003, quando o Remo foi campeão ao fazer 4 a 0 no Tuna Luso. Depois da sequência de 2004, o Remo só perdeu a invencibilidade no Estadual de 2005 ainda na primeira rodada, em 19 de janeiro, com a derrota para o Águia, por 2 a 0, em casa. 

Em 2004, o Remo começou a caminhada do título no primeiro turno com triunfo sobre o Paysandu, por 1 a 0, em casa. No returno, o Leão deu a volta olímpica após vitória, por 2 a 0, sobre o Papão. Neste sábado, o clássico Re-Pa valerá a liderança do Estadual 2013. Se o time do técnico Flávio Araújo lidera com nove pontos, o Paysandu - também invicto - vem logo atrás, na segunda colocação, com sete.

Acostumado!
 Segundo maior vencedor do Estado do Pará com 42 títulos - Paysandu lidera com 44 -, o Remo se especializou em começar bem o Estadual. No ano passado, o Leão venceu três  partidas e empatou uma nos quatro primeiros jogos. A invencibilidade, porém, ruiu diante do Paysandu pela quinta rodada (2 a 0). 

O cenário de 2011 foi o mesmo, com três vitórias e um empate, mas o Remo foi além e só perdeu a invencibilidade na semifinal, quando apanhou de 4 a 1 do Cametá. Em 2010, o início foi com três triunfos e um empate - justamente na quarta rodada e diante do Paysandu (1 a 1). Naquela oportunidade, a primeira derrota do Remo foi imposta pelo Papão na primeira partida da final (4 a 2). Em 2009, o Remo perdeu logo de cara, apesar de ter conseguido três vitórias seguidas nas três rodadas seguintes.

 Confira a campanha perfeita do Remo no Paraense 2004:

Primeiro Turno - Taça Cidade de Belém
Remo 1x0 Paysandu
Carajás 0x3 Remo
Castanhal 1x2 Remo
Tuna Luso 1x2 Remo
Remo 4x1 Águia Marabá
Bragantino 1x2 Remo
Remo 1x0 Ananindeua


Segundo Turno - Taça Estado do Pará
Remo 5x0 Bragantino
Remo 5x2 Castanhal
Ananindeua 0x2 Remo
Remo 2x1 Carajás
Remo 4x1 Tuna Luso
Águia Marabá 1x2 Remo
Paysandu 0x2 Remo

DILMA anuncia redução nas contas de energia elétrica



quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

SEMELHANÇAS e diferenças entre Leão e Papão antes do clássico deste sábado

Retrospecto no Parazão, confronto direto e títulos conquistados.



       
EM 2008, com péssima campanha na Série C, o Leão Azul foi rebaixado à mais humilhante posição que já ocupou em sua história centenária: aspirante à Série D. Ou, como os torcedores rivais preferem, 'fora de série'. Pois bem! Na fase do Leão 'fora de série' os números acusam igualdade. 14 confrontos, quatro vitórias de cada e seis empates. Esses números dão ao Re-Pa do próximo sábado um certo 'ar' de tira cisma.
       
Os números são tão iguais que o Remo tem três vitórias no Parazão (2 x 1, 2 x 1, 3 x 1) e uma em amistoso (3 x 1). O Paysandu também tem três no Parazão (1 x 0, 4 x 2, 2 x 0) e uma em amistoso (3 x 0). Cinco empates foram pelo campeonato estadual (2 x 2, 1 x 1, 3 x 3, 1 x 1, 0 x 0) e um amistoso no Suriname (0 x 0).   
       
Nos números gerais, em 712 Re-Pas, desde 1914, são 250 vitórias remistas, 222 vitórias bicolores e 240 empates. Em títulos estaduais, porém, a vantagem é do Papão: 44 x 42. Ou seja, a história mostra o Papão mais glorioso e o Leão predominante no confronto direto.


Maior disparidade da história do Re-Pa
      
De 1992 a 1995, os bicolores tiraram sarro dos azulinos  porque o Papão estava na 1ª e o Leão na 2ª divisão nacional. De 2002 a 2005, Papão na Série A, enquanto o Leão esteve na Série B até 2004 e em 2005 na Série C. Troco azulino somente em 2007, com o Leão na Série B e o Papão na Série C. Antes, em 1999, o Paysandu caiu para a 3ª divisão e o Remo escapou da queda. Sarro em vão! O rebaixamento não prevaleceu. Em 2000 os dois estavam juntos no mesmo módulo da Copa João Havelange. Agora ocorre a maior disparidade da história do Re-Pa. O Paysandu é Série B e o Remo é 'fora de série'. No confronto, porém, a tradição e a rivalidade os igualam.  (ORM, Belém - PA, Brasil)
 

IMAGEM do dia

(Teodora Petrescu, Romênia)


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

POR QUE Lula não será candidato

lula e dilma sp Por que Lula apoia Dilma e não será candidato
NA FALTA de um candidato competitivo da oposição até agora, setores da mídia resolveram lançar dois candidatos do PT, Dilma e Lula, em mais uma tentativa de jogar um contra o outro.

Estão perdendo seu tempo. Dilma é a candidata de Lula à reeleição desde a sua vitória em outubro de 2010, quando já começavam as especulações na imprensa sobre a sua possível volta em 2014.

Numa das últimas conversas que tivemos no Palácio da Alvorada, logo após a vitória de Dilma, o então presidente Lula apresentou dois bons argumentos para justificar sua decisão de não mais disputar eleições.

"Em primeiro lugar, quem me garante que seria eleito? Em segundo lugar, se eleito, quem me garante que teria condições de fazer um bom governo e sairia com a mesma aprovação popular de agora?".

Podem chamar Lula de tudo, menos de burro. Nenhum outro presidente da República deixou o cargo com mais de 80% de aprovação depois de eleger para sucedê-lo sua ministra Dilma Rousseff, que nunca havia disputado uma eleição. Para que arriscar, se já havia passado para a História?

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

CENA lamentável

Torcedores do Paissandu provocam rival


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CIRCULA no Facebook postagem (foto) de um grupo de torcedores do Paissandu em frente ao estádio Evandro Almeida, o Baenão. Segundo o autor da foto, o portão do estádio para a avenida Almirante Barroso teria sido quebrado pelos torcedores na manhã deste domingo (20), depois do jogo entre Paissandu e Águia pelo Campeonato Paraense, realizado no estádio da Curuzu. O objetivo seria provocar uma facção organizada remista. A diretoria do Remo não confirmou se o portão foi mesmo danificado pela ação de vândalos. (Gerson Nogueira, Belém - PA, Brasil)

REAL Madrid faz 5 a 0 em 45 minutos e arrasa Valencia




Real joga bem, dá show no primeiro tempo e goleia rival

O REAL Madrid simplesmente não tomou conhecimento do Valencia, em pleno Estádio Mestalla, no último jogo deste domingo pelo Campeonato Espanhol. Com dois gols de Cristiano Ronaldo, outros dois de Di María e um de Higuaín já no primeiro tempo, o time bateu o adversário por 5 a 0 de forma fulminante para chegar aos 40 pontos, na terceira posição do Campeonato Espanhol.
 
Com o péssimo resultado amargado dentro de casa, o Valencia estacionou nos 30 pontos na sétima posição da tabela. O Real, por sua vez, se garantiu a sete pontos atrás do Atlético de Madrid, que horas mais cedo bateu o Levante por 2 a 0, em casa, e reduziu para oito pontos a vantagem do Barcelona na liderança. 

O Real começou a construir a sua expressiva goleada neste domingo logo aos 9 minutos do primeiro. Özil lançou Di María no lado esquerdo do ataque, o argentino invadiu a área com liberdade nas costas da zaga e apenas rolou para o seu compatriota Higuaín vir de trás e bater de primeira para o gol. 

O segundo gol do Real saiu apenas aos 34 da primeira etapa, quando o Valencia deu início a uma "pane" que resultou em quatro bolas nas suas redes em apenas 11 minutos. Cristiano Ronaldo tocou no meio para Özil e disparou pela esquerda. O alemão tocou de volta para o astro português, que fez bela jogada individual, iludindo dois adversários, e cruzou rasteiro para Di María apenas tocar para a meta vazia, já com o goleiro brasileiro Diego Alves batido no lance. 

E o que já estava difícil para o Valencia se tornou um pesadelo logo no minuto seguinte, quando Cristiano Ronaldo foi lançado pela esquerda, pedalou para cima de um defensor e chutou de esquerda no canto direito baixo de Diego Alves: 3 a 0. 

Perplexo com o baile que vinha tomando, o time da casa levou o quarto gol aos 40 minutos. Após cruzamento da esquerda, Özil recebeu pelo lado direito da área e apenas escorou para Cristiano Ronaldo entrar batendo de primeira. E o meia alemão estava um verdadeiro garçom em campo ao dar o passe preciso que resultou no quinto gol, aos 45, quando lançou Di María em velocidade pela direita e o argentino bateu com categoria no canto direito baixo de Diego Alves. 

Com a larga vantagem, o Real diminuiu o ritmo no segundo tempo e apenas administrou o resultado, enquanto o Valencia não conseguiu sequer ter forças para descontar o placar e tornar um pouco menos vexatória a derrota aos olhos dos seus torcedores. (Futebol Interior)

IMAGEM do dia

(Teodora Petrescu, Romênia)

domingo, 20 de janeiro de 2013

EVANGELHO do Domingo: Bodas de Caná

NO TERCEIRO dia, houve um casamento em Caná da Galileia, e a mãe de Jesus estava lá. Também Jesus e seus discípulos foram convidados para o casamento. Faltando o vinho, a mãe de Jesus lhe disse: "Eles não têm vinho!" Jesus lhe respondeu: "Mulher, para que me dizes isso? A minha hora ainda não chegou". Sua mãe disse aos que estavam servindo: "Fazei tudo o que ele vos disser!"  Estavam ali seis talhas de pedra, de quase cem litros cada, destinadas às purificações rituais dos judeus. Jesus disse aos que estavam servindo: "Enchei as talhas de água!" E eles as encheram até a borda. Então disse: "Agora, tirai e levai ao encarregado da festa". E eles levaram. O encarregado da festa provou da água mudada em vinho, sem saber de onde viesse, embora os serventes que tiraram a água o soubessem. Então chamou o noivo e disse-lhe: "Todo mundo serve primeiro o vinho bom e, quando os convidados já beberam bastante, serve o menos bom. Tu guardaste o vinho bom até agora". Este início dos sinais, Jesus o realizou em Caná da Galileia. Manifestou sua glória, e os seus discípulos creram nele. (Jo 2, 1-11)

Salve Maria!

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!
(Bodas de Caná, Dois Vizinhos - PR, Brasil)

sábado, 19 de janeiro de 2013

GRETA Garbo diretamente do Além

A Última Entrevista

GRANDE parte do meu mito foi construído através do silêncio. A recusa em partilhar minha vida íntima com o público e com a imprensa criou uma aura de mistério em torno de meu nome. Foi algo involuntário. Quanto mais reclusa eu ficava, mais aumentava o meu mito. Eu era uma Susana Vieira às avessas.

Imaginem que arrebatei as plateias entre os anos 20 e 40. E mesmo naquela época, sem Google Maps, sites de fofocas e câmeras em celulares, tive que trocar de casa 11 vezes para não ser incomodada e usar muitos nomes falsos quando dava minhas voltinhas. Harried Brown era meu codinome favorito. Hoje seria Beija-flor. Adoro Cazuza. Mas o que eu dizia? Ah, sobre meu comportamento reservado. Bom, eu não frequentava festas e não ia aos lançamentos dos meus próprios filmes. Nem o Oscar que ganhei, pelo conjunto de minha carreira, eu fui buscar.

Quero deixar claro que não considero o jeito reservado de viver moralmente superior. Cada um sabe o que é melhor para si. Eu simplesmente achei que era possível trabalhar na frente das câmeras e ter uma vida íntima preservada, como qualquer outro profissional. Nunca entendi porque artistas são convidados a dar sua opinião sobre tudo. Há, claro, entre nós aqueles que são cultíssimos e informados o suficiente para palpitar sobre qualquer assunto. Mas a maioria, a qual pertenço, não tem lá muito o que dizer além de trivialidades. Razão pela qual dei só 14 entrevistas durante a vida. Número que o Latino alcança em duas horas, quando sobe um vídeo novo no Youtube. A última vez que concedi uma entrevista foi em 1928. E olha que passei desta para você sabe a onde (não vou dizer melhor nem pior para preservar a minha intimidade) só em 1990.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

ATOR Walmor Chagas é encontrado morto


João Miguel Júnior/TV Globo /
Foto: João Miguel Júnior/TV Globo

Ator Walmor Chagas é achado morto em casa no interior de SP


O ATOR Walmor Chagas morreu nesta sexta-feira (18), aos 82 anos, na casa em que morava em Guaratinguetá, região do Vale do Paraíba, no interior de São Paulo. A causa da morte foi um disparo no peito, segundo a Polícia Civil. 

Chagas morava no interior havia muitos anos, num hotel-fazenda chamado Sete Nascentes, no bairro das Pedrinhas. 

A polícia foi chamada depois que funcionários do local encontraram o corpo. A região onde fica o hotel-fazenda está na encosta da serra da Mantiqueira, um lugar de difícil acesso, sem serviço de rádio e telefone. 

Segundo informações da polícia, um delegado do 2º DP e investigadores de plantão estão no local. Como a comunicação com a equipe é difícil, não há mais informações sobre o caso até o momento. 

Nascido em Porto Alegre, o ator estreou com uma pequena participação num episódio do "Grande Teatro Tupi", da TV Tupi, em 1953. No cinema, estreou em 1965, em "São Paulo S/A", de Luís Sérgio Person. Seu último papel havia sido no filme "Cara ou Coroa", de Ugo Giorgetti. 

Na TV, participou de novelas como "A Favorita", "Pé na Jaca", "Esperança" e "Selva de Pedra", na Globo, e "Caminhos do Coração", na Record. 

Chagas foi uma das estrelas do TBC, o Teatro Brasileiro de Comédia - uma das referências de arte dramática no país nos anos 50 e 60 -, ao lado de Cacilda Becker, com quem se casou e teve uma filha. (Gazeta do Povo, Curitiba - PR, Brasil)

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

IMPRESIONES: Que olham?

(do blogue Impresiones, Espanha)

O MARAVILHOSO Canal 100

Flávio Carneiro



QUEM gosta de futebol e já era grandinho nos anos 1980 há de se lembrar do Canal 100. Quando as luzes da sala de cinema se apagavam, a tela se enchia de bolas coloridas de variados tamanhos, explodindo como se fossem fogos de artifício, e se ouvia em alto e bom som a musiquinha inesquecível: pananan nanammm… 

Nesse momento abriam-se, de par em par, as janelas do sonho. E por elas atravessávamos de corpo e alma, entregues à grandiosidade das imagens, à magia da câmera lenta, ao encanto de uma voz potente e familiar que narrava cada lance da partida como se fosse uma decisão de Copa do Mundo.
Criado no final da década de 1950 por Carlos Niemeyer, o Canal 100 surgia como um telejornal provocador. Não era como os pequenos números da televisão: 2,3,5,6,7. Era o canal 100 ora essa, faça-me o favor!

Exibido antes das sessões de cinema, e renovado a cada semana, o telejornal abordava assuntos do momento, mas seu forte mesmo eram as matérias sobre futebol. Às vezes, o filme em si era fraquinho, e saíamos do cinema com aquela sensação de tempo perdido. Quer dizer, quase perdido. Por pior que fosse o filme, tínhamos assistido antes ao Canal 100 e isso já fazia valer o ingresso.

Em artigo para o site Cinemascópio , Kleber Mendonça Filho lembra bem o que era aquilo: “ O futebol do Canal 100 tinha releituras de jogadas impossíveis de serem vistas das arquibancadas ou na televisão, um futebol em 35mm, gingado nos seus mínimos detalhes.
Mulheres na platéia geralmente amavam as imagens ampliadas de coxas musculosas dos atletas, os jogadores escarravam elegantemente ansiosos em câmera lenta, a tensão de uma barreira de homens preocupados com um chute potente, a bola rodopiando doida em direção à rede.”

Era isso. E era mais do que isso. Quando assistia às sessões do telejornal, ficava em mim a vaga intuição de que aquilo não era apenas efeito da arte de um grupo de cinegrafistas de primeira linha, com destaque para Francisco Torturra. Havia algo mais, que não se podia explicar pela técnica do cinema. Quem sabe fosse alguma coisa no campo da intuição, do espírito, talvez uma fagulha divina que se insinuava em algum lugar indecidível entre a câmera, a arquibancada, o gramado e, se metendo em meio aos torcedores, jogadores, juiz, bandeirinhas, gandulas, repórteres, encontrava o espaço exato para o indizível, para o que não se pode pegar com a mão.

Minha intuição ganhou força quando um cinema do Rio, o Estação Botafogo, resolveu apresentar sessões mais longas do telejornal. Não seriam sessões que antecedessem as de um filme qualquer, nada disso, o Canal 100 deixaria de ser o jogo preliminar e passaria a ser ele mesmo o grande clássico. Seriam sessões editadas, reunindo séries de apresentações de modo a compor cada uma mais ou menos o tempo de duração de um longa-metragem.
Não me lembro bem de quando se deu o festival do Estação, mas me lembro do que pensei quando soube da notícia: não vai dar certo.

O Canal 100 funcionava justamente porque era curto e porque antecedia o longa-metragem. Colocado assim, no meio do palco, sob a luz dos holofotes, o coitado corria o risco de dar vexame, de gaguejar na frente da platéia, de esquecer a fala e ser vaiado ostensivamente por expectadores raivosos. Confesso, fiquei com pena do Canal 100. Nutria por ele um carinho fraternal e me doeu o coração saber que estaria exposto ao ridículo.

Claro que não poderia me furtar ao compromisso de assistir. Afinal, era quase um irmão que estava lá, na berlinda. Escolhi uma sessão que apresentava um histórico dos clássicos entre Flamengo e Botafogo.

Botafoguense de carteirinha, achei que não deveria ir sozinho. Seria fundamental convidar um flamenguista, já que o programa, se tinha a ver com futebol, exigia uma cerveja depois, acompanhada de apaixonado embate. Convidei meu amigo Miguel Falbo, músico de primeira e jogador de segunda, que apesar de tudo se dizia grande entendedor do esporte bretão.
Quando entramos na sala de cinema, o que vi foi absolutamente insólito. Todos os lugares praticamente tomados (tivemos que ficar espremidos num cantinho lá na frente) por alucinados torcedores, alguns portando enormes bandeiras, a maioria com latas de cerveja ou refrigerante nas mãos. Ao meu lado, um senhor estava sentado sobre uma almofada rubro-negra que trouxera de casa e tinha um radinho de pilha colado no ouvido. A almofada até dava paraentender, fora um capricho, mas radinho de pilha?!

Como diria o velho Simão Bacamarte, saído da pena genial de Machado de Assis: “insânia, insânia, e só insânia”.

Eram na maioria homens os espectadores, mas havia mulheres também. E muitos usando as camisas dos times (não entendi a presença de um moço branco, magro, pálido, com a camisa do Vasco – talvez tivesse errado de sessão ou talvez fosse um poeta romântico em busca de emoções fortes). Boa parte da platéia fumava desbragadamente, o que tornava ainda mais nebuloso o cenário, de onde surgiriam dali a pouco as tão esperadas imagens na tela. Aquilo não era uma sala de cinema, era uma mistura de bar e Maracanã em dia de decisão.

Começa a sessão. Bolinhas coloridas pipocando na tela, música: pananan nanammm… Delírio da galera, bandeiras desfraldadas, uivos. Insânia, insânia, e só insânia. Diante de tudo isso, desse clima de paixão prestes a explodir, não era de se estranhar que, a cada cena passada na tela, os torcedores reagissem como se estivessem assistindo ao jogo ao vivo!

Quando Paulo Cesar Caju deu um toque de classe, a turba alvinegra gritou em coro: PC! PC! PC! Quando Zico bateu uma falta que passou arrancando tinta do travessão, foi a vez de os flamenguistas soltarem um urro vindo do fundo d’alma: uhhh!!! Um gol do Gerson quase fez o cinema vir abaixo. Um gol, aliás, vindo de que lado fosse, era seguido de verdadeira apoteose.

sábado, 12 de janeiro de 2013

CAPITÃO Valentim: Guerra, sombra e água fresca

Visita do astronauta brasileiro ao Cindacta 2

Foto 19064
Foto rara do blogueiro ao lado do astronauta brasileiro Marcos Pontes, que visitava a Unidade para palestrar
Curitiba, novembro de 2010. Agachados da esquerda para a direita: TCel Valéria, Cap Valentim, TCel Marcos Pontes e Cel Leônidas. (Capitão Valentim, Dois Vizinhos - PR, Brasil)

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

A GLOBO contra os venezuelanos

Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo
 
NOTO, nas redes sociais, revolta contra a maneira como a Globo vem cobrindo o caso Chávez.
Estaria havendo um golpe na Venezuela, segundo a Globo.

Não existe razão para surpresa. Inimaginável seria a Globo apoiar qualquer tipo de causa popular.

Chávez e Globo têm um história de beligerância explícita. Ambos defendem interesses antagônicos com paixão, com ênfase, com clareza.
Se estivéssemos na França de 1789, a Globo defenderia a Bastilha e Chávez seria um jacobino. Em vez de recitar Bolívar, ele repetiria Rousseau.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

SETE razões para detestar o McDonald's

Por Cynara Menezes, no blog Socialista Morena:
 
ESSA é para quem acha que levar os filhos ao McDonald’s é uma diversão inocente. Sorry por quem aprecia, mas em minha opinião pessoas de esquerda não deveriam frequentar o McDonald’s. Muito menos levar crianças para consumir aquele lixo. Mas cada um cada qual…

Os sete piores fatos sobre o McDonald’s

Por Lauren Kelley, do site AlterNet

1. Quer que os empregados trabalhem em feriados sem pagar hora extra.

O McDonald’s possui uma longa história de práticas trabalhistas nefastas, mas esta é especialmente avarenta: a empresa mantém suas franquias abertas no Dia de Ação de Graças (feriado nos EUA) e no Natal. Pior: os empregados que trabalham nestes dias não recebem hora extra. De acordo com um porta-voz da empresa, “quando nossas lojas ficam abertas em feriados, a equipe voluntariamente se oferece para trabalhar. Não há pagamento extra”. 

Mark E. Anderson do Daily Kos fez alguns cálculos e descobriu que o McDonald’s faturou 36 milhões de dólares extras por permanecer aberto no Dia de Ação de Graças. Anderson lembra que “já é ruim o suficiente que o McDonald’s pague péssimos salários, mas eles vão além e conseguem não pagar extras para funcionários que abrem mão de suas folgas para que a empresa ganhe milhões de dólares”. Uau.

(No Brasil, não são poucas as denúncias trabalhistas contra o McDonald’s, também por exploração e falta de pagamento de horas extras. Em julho, o Ministério Público do Trabalho em Pernambuco autuou a empresa em 30 milhões de reais por jornada ilegal, que eles chamam de “jornada móvel variável”. Este site reúne vídeos e documentos com mais denúncias trabalhistas contra o McDonald’s, inclusive depoimentos de funcionários: “um cardápio de escândalos – como uma multinacional aprisiona jovens a um esquema de trabalho ilegal e exploratório”.)

QUEM são os golpistas na Venezuela?

Por Rodrigo Vianna,  no blog Escrevinhador:

“TODOS a Caracas”, grita ao microfone o governador chavista de Anzoátegui – um dos 23 Estados venezuelanos. A cena aparece na TV estatal, a VTV. Depois, surgem na tela flashs de atos públicos em outras partes do país: um comitê de petroleiros da PDVSA, um núcleo de artistas de esquerda… O chavismo se mobiliza para a grande manifestação dessa quinta-feira – em frente ao Palácio presidencial de Miraflores, centro de Caracas.

Mudo de canal. A Globovisión entrevista “especialistas”, juristas, deputados da oposição… O canal privado (antichavista até a medula, participou do golpe de Estado de 2002 contra Chávez) contesta a decisão do Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela (sobre a qual falarei logo abaixo). Inicia-se uma campanha, com claro apoio de órgãos de imprensa pelo mundo, para “vender” a ideia de que a Venezuela estaria a caminho de rompimento da ordem democrática.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

EMIR Sader: O suicídio da imprensa brasileira

Em Carta Maior
A IMPRENSA brasileira está sob risco de desaparição e, de imediato, da sua redução à intranscendência, como caminho para sua desaparição.

Mas, ao contrário do que ela costuma afirmar, os riscos não vem de fora – de governos “autoritários” e/ou da concorrência da internet. Este segundo aspecto concorre para sua decadência, mas a razão fundamental é o desprestígio da imprensa, pelos caminhos que ela foi tomando nas ultimas décadas.

No caso do Brasil, depois de ter pregado o golpe militar e apoiado a ditadura, a imprensa desembocou na campanha por Collor e no apoio a seu governo, até que foi levada a aderir ao movimento popular de sua derrubada.

O partido da imprensa – como ela mesma se definiu na boca de uma executiva da FSP – encontrou em FHC o dirigente politico que casava com os valores da mídia: supostamente preparado pela sua formação – reforçando a ideia de que o governo deve ser exercido pela elite -, assumiu no Brasil o programa neoliberal que já se propagava na América Latina e no mundo.

sábado, 5 de janeiro de 2013

YUSTRICH, o truculento

O TÉCNICO Yustrich ficou famoso no futebol brasileiro pela truculência e por não levar desaforo nem para casa, muito menos para os vestiários. Quando ele era técnico do Coritiba, o repórter da revista Placar Hélio Teixeira foi entrevistá-lo.

“Seu Yustrich, boa noite! Sou da revista Placar...”
“O quêêê??? Com essa revista eu limpo a minha b...!”
“O senhor não acha que tem papel mais macio?”

Hélio só voltou ao Alto da Glória depois que Yustrich foi demitido.

Xavier Vianna e o malandro

Ivan Xavier Vianna, assíduo frequentador da Toca do Tuca, do Clube Curitibano, quando lecionava Economia Política no segundo ano na Faculdade Federal, tinha, disfarçadamente, admiração por um aluno que era um malandro simpático e que vivia pregando-lhe peças.

Ivan discorreu um tema do economista Adam Smith e o tal aluno perguntou como se escrevia Adam Smith. Ivan disse: “Com Bic...” Em seguida, Ivan viu todo mundo escrevendo e o tal malandro olhando pro teto; numa das suas constantes circuladas em volta da sala, ouviu: “O senhor não vai desligar o motor de popa?” Mas, quando faltavam 30 minutos, o malandro simpático começou a escrever e tirou um 10. Instado, mais tarde, onde aprendera tanto sobre as teorias do Adam Smith, confessou que havia estado em São Paulo e que seu comportamento na sala era porque gostava de tirar sarro do professor que considerava muito inteligente, amigo e simpático. (Gazeta do Povo, Curitiba - PR, Brasil)

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

GUERRA, sombra e água fresca


NUMA tarde chuvosa de 1997, o Cel. Biasus, comandante do CPBV (Serra do Cachimbo - PA), recebe o prefeito de Guarantã do Norte - MT e comitiva. O blogueiro é o último à direita.

BLOGUE do Valentim há um ano: Isso para mim não é surpresa quando de se trata da maior 'democracia' do mundo

EUA atacam Liberdade de Expressão

A cada dia que passa aumenta o cerco do governo dos EUA à Internet e à Liberdade de Expressão, tal qual o fazem outros governos ditatoriais em todo o globo terreste!


O SITE Global Revolution que desde o início do “Ocuppy Wall Street”, em setembro de 2011, fez a cobertura completa do movimento com transmissões ao vivo via web informa que na noite de segunda-feira recebeu uma notificação de despejo de seus estúdios localizados no bairro do Brooklyn, em Nova Iorque. 

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

GUERRA, sombra e água fresca

HOMENAGEM à dona Nazaré Danim, que por muitos anos trabalhou como secretária do comandante da Base Aérea de Belém. O blogueiro teve a honra de sua companhia. Feliz 2013, dona Nazaré.