sábado, 27 de julho de 2013

GANSOS são melhores guardiãos que cachorros

Los gansos muy buenos guardianes



EN UNA comisaría de la provincia de Xinjiang, al noroeste de China, los oficilaes decidieron cambiar a los clásicos perros de guardia... gansos!

Parece que estos vigilantes plumíferos son más efectivos para cuidar las instalaciones de las comisarias por la noche, ya que tienen mejor oído que los caninos y hacen más ruido cuando escuchan un intruso aproximarse.

Uno de los oficiales de policía, explicó que ¨los perros son buenos vigilando, pero cuando viene un intruso, suele envenenarlo primero...los gansos tiene un magnífico sentido del oído, y, si escuchan algo, comienzan a graznar muy alto¨. Mencionó también que son muy valientes y que si ven a algún extraño, se les tiran encima para atacarlos.

Como broche de oro, los oficiales comentaron que es muy difícil envenenar a un ganso, ya que su visión es muy mala. Por ende, aunque estén expuestos a comida envenenada, lo más probable es que ni siquiera la vean. (Impresiones, Espanha)

quinta-feira, 25 de julho de 2013

BUENOS Aires: nuestras impresiones

Obelisco da Av. 9 de julio
HÁ POUCO mais da metade de ano considerava viajar para a capital de um país vizinho uma tarefa difícil, complicada. Nossa ideia não ia além de ir até a fronteira e comprarmos alguns produtos como vinho, azeite, queijo, produtos mais em conta no país vizinho. Viajar para o Paraguai e comprar a torto e a direito nunca fez a nossa cabeça. 
 
Até que em um baile do CTG Saudades do Pago (Dois Vizinhos - PR), eu e minha companheira Bernardete recebemos da professora Salete um convite. Ela e outros professores estavam organizando uma excursão para Buenos Aires. O preço estava dentro do nosso orçamento: pagaríamos em seis prestações mensais o pacote que se constituía de hospedagem, café da manhã, transporte em ônibus especial, além de um passeio de barco e almoço. O restante das despesas ficaria por nossa conta.

A MENSAGEM da juventude brasileira

Por Luís Inácio Lula da Silva, no New York Times

PARECIA mais fácil explicar as razões de tais protestos quando eles aconteciam em países sem democracia, como o Egito e a Tunísia em 2011, ou onde a crise econômica levou o desemprego juvenil a níveis assustadores, como na Espanha e na Grécia, por exemplo. Mas a chegada dessa onda a países com governos democráticos e populares, como o Brasil, quando temos as menores taxas de desemprego da nossa história e uma inédita expansão dos direitos econômicos e sociais, exige de todos nós, líderes políticos, uma reflexão mais profunda.

Muitos acham que esses movimentos significam a negação da política. Eu acho que é justamente o contrario: eles indicam a necessidade de se ampliar ainda mais a democracia e a participação cidadã. De renovar a política, aproximando-a das pessoas e de suas aspirações cotidianas.

Eu só posso falar com mais propriedade sobre o Brasil. Há uma ávida nova geração em meu país, e eu creio que os movimentos recentes são, em larga medida, resultado das conquistas sociais, econômicas e políticas obtidas nos últimos anos. O Brasil conseguiu na última década mais que dobrar o número de estudantes universitários, muitos deles vindos de famílias pobres. Reduzimos fortemente a pobreza e a desigualdade. São grandes feitos, mas é também absolutamente natural que os jovens, especialmente aqueles que estão obtendo o que seus pais nunca tiveram, desejem mais.

sábado, 20 de julho de 2013

SENHOR, eu não sou digno!

HÁ MUITO tempo, em Roma, para além da Porta Nomentana, erguia-se um amontoado de míseros casebres, onde viviam centenas de escravos foragidos, comediantes arruinados, mendigos, traficantes e gladiadores estropiados, que pareciam mais ameaçadores com seus andrajos do que os arrogantes vigias do empório com suas pesadas lanças rebrilhantes. Aquele perigoso refúgio, raramente visitado pelos agentes de César, era apelidado a "Pequena Salária", ou melhor, "A Salária". 

Por entre as vielas sórdidas e sombrias da Salária, um dos tipos mais populares era o velho Flamínio, o Sereno. Pela manhã, muito cedo ainda, arrastando-se lentamente, deixava o seu miserável tugúrio e dirigia-se para o pátio da Semita, em busca de sol, sob as árvores ferrugentas. 

Era um homem alto, magro, de faces amortecidas e olhar distraído. A sua cabeleira, inteiramente branca, sempre revolta, dava-lhe uma estranha aparência de profeta gaulês. Usava, habitualmente, uma espécie de túnica palmata, avermelhada, suja, esfarrapada, que mal lhe chegava até os joelhos. 

De que vivia? Onde ia buscar recursos aquele ancião que não esmolava na Praça do Mercado nem era visto a tirar sortes nas escadarias dos templos?

Repontava aí a sombra de um mistério, que o tempo jamais conseguiria esclarecer. Garantiam alguns que o velho Flamínio era amparado por um antigo senador, íntimo de Augusto, que ele conhecera muitos anos antes, em Nápoles, quando trabalhava no porto, carregando as galeras de Tibério.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

NUS, manifestantes tiram foto na Câmara de Porto Alegre


MINUTOS depois da assembleia que definiu, na noite de quarta-feira, a desocupação da Câmara de Vereadores de Porto Alegre (RS), invadida no dia 10 de julho, um grupo de manifestantes, em frente aos quadros dos ex-presidentes da Casa, tirou as roupas para marcar o ato. Em uma imagem que circula nas redes sociais, 22 pessoas aparecem nuas e, acima delas, alguns quadros foram virados de cabeça para baixo, como forma de protesto.   

"Há coisas mais importantes para a gente, avaliamos que isso não era muito grave. Não houve consenso (sobre a foto) porque isso sequer foi discutido, mas temos que deixar claro que nos certificamos e não tinha nenhuma criança presente na Câmara", afirmou Daniel, um dos integrantes do ato de ocupação. Segundo ele, o movimento é "libertário" e "não é possível repudiar ou repreender essa atitude".

quinta-feira, 18 de julho de 2013

RUFINA Cambaceres, a jovem argentina que morreu duas vezes


Esteban Rios, nosso guia de turismo na Argentina, conta-nos a história macabra de Rufina Cambaceres

Rufina Cambaceres “la que despertó de su muerte”

 

Rufina Cambaceres
1883- 1902

La historia de la señorita Rufina Cambaceres se contó de generación en generación y cada boca que la relataba iba agregándole algo distinto, es por eso que hoy en pleno siglo XXI, no se puede conocer una “única verdad” de esta historia.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

TESTE do pescoço


QUER saber se existe racismo no Brasil? Faça o Teste do Pescoço!

1. Andando pelas ruas, meta o pescoço dentro das joalherias e conte quantos negros/as são balconistas;

2. Vá em quaisquer escolas particulares, sobretudo as de ponta como Objetivo, Dante Alighieri, entre outras, espiche o pescoço pra dentro das salas e conte quantos alunos negros/as há . Aproveite, conte quantos professores são negros/as e quantos negros estão varrendo o chão; 

3. Vá em hospitais tipo Sírio Libanês, enfie o pescoço nos quartos e conte quantos pacientes são negros, meta o pescoço a contar quantos negros médicos há, e aproveite para meter o pescoço nos corredores e conte quantos negros/as limpam o chão;

4. Quando der uma volta num Shopping, ou no centro comercial de seu bairro, gire o pescoço para as vitrines e conte quantos manequins de loja representam a etnia negra consumidora. Enfie o pescoço nas revistas de moda , nos comerciais de televisão, e conte quantos modelos negros fazem publicidade de perfumes, carros, viagens, vestuários e etc;

5. Vá às universidades públicas, enfie o pescoço adentro e conte quantos negros há por lá: professores, alunos e serviçais;

6. Espiche o pescoço numa reunião dos partidos PSDB e DEM, como exemplo, conte quantos políticos são negros desde a fundação dos mesmos, e depois reflitam a respeito de serem contra todas as reivindicações da etnia negra;

7. Gire o pescoço 180° nas passeatas dos médicos, em protesto contra os médicos cubanos que possivelmente irão chegar, e conte quantos médicos/as negros/as marchavam;

8. Meta o pescoço nas cadeias, nos orfanatos, nas casas de correção para menores, conte quantos são brancos, é mais fácil;

9. Gire o pescoço a procurar quantas empregadas domésticas, serviçais, faxineiros, favelados e mendigos são de etnia branca. Depois se pergunte qual a causa de os descendentes de europeus, ou de orientais, não sejam  vistos embaixo das pontes ou em favelas ou na mendicância ou varrendo o chão;

10. Espiche bem o pescoço na hora do Globo Rural e conte quantos fazendeiros são negros, depois tire a conclusão de quantos são sem-terra, quantos são sem-teto. No Globo Pequenas Empresas& Grandes Negócios, quantos empresários são negros?

11. Nas programações das tevês abertas, acessível à maioria da população, gire o pescoço nas programações e conte quantos apresentadores, jornalistas ou âncoras de jornal, artistas em estado de estrelato, são negros. Onde as crianças negras se veem representadas?

Aplique o Teste do Pescoço em todos os lugares e depois tire sua própria conclusão. Questione-se se de fato somos um país pluricultural, uma Democracia Racial e se somos tratados iguais perante a lei?!

sábado, 6 de julho de 2013

FILHO de Joaquim Barbosa é contratado pela Globo para programa de Huck

http://1.bp.blogspot.com/-w69sxyWgYAA/UdbClWbdgTI/AAAAAAABlao/jdABIXCUHFc/s640/images_cms-image-000323548.jpg

O MAIS novo contratado da produção do “Caldeirão do Huck” (Globo) é Felipe Barbosa, filho do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa. A Globo e fontes na produção da atração negaram para a coluna a recente contratação do rapaz. Disseram que ele foi apenas fazer uma visita ao Projac, no Rio.
Mais tarde, a emissora confirmou que Felipe fora mesmo contratado para um trabalho de pesquisa temporário no programa de Luciano Huck. O jovem é formado em comunicação social.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

O AMOR e o velho barqueiro

CHEGANDO, afinal, à margem do grande rio, o Amor avistou três barqueiros que se achavam, indolentes, recostados às pedras.
Dirigiu-se ao primeiro:
- Queres, meu bom amigo, levar-me para a outra margem do rio?
Respondeu o interpelado, com voz triste, cheio de angústia:
- Não posso, menino! É impossível para mim.
O Amor recorreu, então, ao segundo barqueiro, que se divertia em atirar pedrinhas ao seio tumultuoso da correnteza.
- Não. Não posso - respondeu secamente.
O terceiro e último barqueiro, que parecia o mais velho, não esperou que o Amor viesse pedir-lhe auxílio. Levantou-se, tranquilo, e estendendo-lhe bondosamente a larga mão, disse-lhe:
- Vem comigo, menino! Levo-te sem demora para o outro lado.
Em meio da travessia, notando o Amor a segurança com que o velho barqueiro navegava, perguntou-lhe:
- Quem és tu? Quem são aqueles dois que se recusaram a atender ao meu pedido?
- Menino - respondeu, paciente, o bom remador - o primeiro é o Sofrimento; o segundo é o Desprezo. Bem sabes que o Sofrimento e o Desprezo não fazem passar o Amor.
- E tu, quem és, afinal?...
- Eu sou o Tempo, meu filho - atalhou o velho barqueiro. - Aprende para sempre a generosa verdade. Só o Tempo é que faz passar o Amor!
E continuou a remar, numa cadência certa, como se o movimento de seus braços possantes fosse regulado por um pêndulo invisível e eterno.
Sofrimento, Desprezo... Que importa tudo isso ao coração apaixonado? O Tempo, e só o Tempo, é que faz passar o Amor. (Malba Tahan, in Os Melhores Contos)

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!