quarta-feira, 30 de abril de 2014

VARGAS discursa no Dia do Trabalhador de 1951


RIOCENTRO faz hoje 33 anos!

ATENTADO do Riocentro é o nome pelo qual ficou conhecido um frustrado ataque a bomba que seria perpetrado no Pavilhão Riocentro, no Rio de Janeiro, na noite de 30 de abril de 1981, por volta das 21 horas, quando ali se realizava um show comemorativo do Dia do Trabalhador, durante o período da ditadura militar no Brasil.

As bombas seriam plantadas pelo sargento Guilherme Pereira do Rosário e pelo então capitão Wilson Dias Machado, hoje coronel, atuando como educador no Colégio Militar de Brasília. Por volta das 21h00min, com o evento já em andamento, uma das bombas explodiu dentro do carro onde estavam os dois militares, no estacionamento do Riocentro. O artefato, que seria instalado no edifício, explodiu antes da hora, matando o sargento e ferindo gravemente o capitão Machado.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

TEMPOS bons, que não voltam mais!

Saudades dessa época!


Relax na piscina da Escola!

Antes daquela formatura!

NÃO precisa pagar Iptu!


sexta-feira, 25 de abril de 2014

PARA O SUPREMO, ninguém é obrigado a chamar juiz de doutor

STF nega recurso de juiz que queria ser chamado de doutor


O MINISTRO Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, negou na terça-feira (22/4) seguimento ao recurso extraordinário impetrado por um juiz do estado do Rio de Janeiro que exigia ser chamado de “senhor” e “doutor” pelos funcionários do prédio onde mora.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

JORNALISTA paraense sacaneia torcedores do Paysandú por conta da derrota para o Brasília na Copa Verde

Vejam e ouçam este vídeo, enquanto o Youtube não o tirar do ar:



A EXEMPLO de Marcelo Nicácio, que chamou a torcida do Paysandú de "Torcida de curuzu", causando gargalhadas e zoação à vontade por parte da torcida do Clube do Remo, tradicional rival do clube alviceleste, desta vez foi o repórter Abner Luiz, que, em vôo de volta para Belém, após a derrota do time paraense para o Brasília na decisão da Copa Verde, resolveu tirar um sarro, bancando o comandante da aeronave chamou os torcedores do Paysandú, que estavam no vôo, de trouxas, entre outas coisas, terminando por chamar de "pamonha" o presidente do clube bicolor,  Vandick Lima. Foi tudo uma brincadeira, e o repórter até, também pelas redes sociais, tentou se retratar. Mas creio que foi longe de mais.
Gozação de remistas sobre o que disse sobre a torcida
 do Paysandú o jogador Marcelo Nicácio

Mais uma para o folclore do time nortista. Veja o vídeo nesse endereço:

http://www.ormnews.com.br/noticia.asp?noticia_id=684793



terça-feira, 22 de abril de 2014

BRASÍLIA vence Paysandú e é campeão da Copa Verde



quinta-feira, 10 de abril de 2014

EU choro!!?


JORNALISTA faz correção dos números de Dario no Paysandú

Bira, marca insuperável
DEPOIS das correções efetuadas pelo torcedor azulino Rocildo Oliveira, emérito pesquisador do futebol paraense, em especial do Clube do Remo, o jornalista Carlos Ferreira postou ontem em uma rede social os números corretos dos gols marcados por Dario José dos Santos, o folclórico Dadá Maravilha, quando este jogou pelo Paysandú em 1979. Nesse campeonato, o artilheiro máximo foi o azulino Bira, com a marca insuperável até hoje de 32 gols.
Dario José dos Santos, o folclórico Dadá Maravilha

"Em Belém, quando defendeu o Papão, em 1979, o folclórico Dadá Maravilha fez 26 gols (16 no Parazão, 9 em amistosos e um no Brasileirão) e agitou as torcidas nas apostas com Bira, goleador do Remo, e nas artimanhas de bastidores. Uma delas foi convidar o zagueiro azulino Marajó para uma farra às vésperas de um Re-Pa, e enchê-lo de cerveja enquanto bebia refrigerante. É o que contam jogadores remistas da época. O Paysandu foi o 9º clube entre os 19 que Darío defendeu em 20 anos de carreira, marcando um total de 926 gols."


Muito bem. A verdade dos fatos seja respeitada.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

SPORT Recife é, definitivamente, o campeão de 1987


O STJ (Superior Tribunal de Justiça) decretou que o Sport Club do Recife é o único campeão do Brasileirão de 1987!

O polêmico campeonato nacional daquele ano foi dividido em dois módulos e o Rubro-Negro fugiu do confronto com o clube pernambucano, no que seria a grande final.

E não faltaram episódios jurídicos para essa verdadeira novela.

Até a tal “taça das bolinhas”- que deveria ser entregue ao primeiro pentacampeão nacional - foi alvo de briga entre Flamengo e São Paulo.

E o Rubro-Negro perdeu no STJ por 4 a1.

Se tivesse a mesma “expertise” do Fluminense, o Mengão talvez conseguisse melhor sorte.

Agora, Flamengo, deixe o título de 1987 com o Sport, o campeão de direito! (Milton Neves)

segunda-feira, 7 de abril de 2014

ESPOSA do árbitro Marcelo de Lima Henrique diz que vice-campeonato do Vasco já é certeza

DECLARAÇÕES polêmicas, ou desastradas, de Sandra Henrique, esposa do árbitro da final do Campeonato Carioca, Marcelo de Lima Henrique, estão repercutindo durante todo o dia nos espaços dedicados a torcedores do Vasco da Gama.

Ao responder a um torcedor vascaíno, que perguntou: “Quanto o Flamengo ofereceu ao seu marido ?”, disse:

“Você não tem cacife para cobrir a oferta”.

Depois, ao se referir novamente ao Vasco da Gama, Sandra diz que “o vice já é certo”.

Difícil definir, ou provar, se existe verdade nas declarações ou são delírios de alguém que sequer tem dimensão da própria estupidez.

Porém, levando-se em consideração as desconfianças anteriores, que davam conta do árbitro ser, de fato, torcedor rubronegro, além de recente publicação relatando que, em 14 jogos arbitrados por Marcelo, o Mengão obteve impressionantes 81% de aproveitamento, seria de bom tom que a esposa do juíz, em vez de complicar ainda mais a vida do marido, assinasse alguns jornais e revistas, obtendo informação para tratar doutros assuntos em suas incursões pouco inteligentes na internet. (Blog do Paulinho)  

AZULINO contesta números de jornalista sobre os maiores artilheiros dos campeonatos paraenses de futebol

Bira, até hoje o maior artilheiro de todos
 os campeonatos paraenses de futebol
A RESPEITO da matéria  MAIORES artilheiros, postada no BLOGUE do Valentim, o torcedor azulino Rocildo Oliveira, grande pesquisador das coisas do futebol paraense, em especial no que diz respeito ao Clube do Remo, contesta a postagem do jornalista Carlos Ferreira, de O Liberal, e postada no Facebook.

Na postagem, Carlos Ferreira relaciona os maiores artilheiros dos campeonatos paraenses em todos os tempos, e diz que Dario, o Dadá Maravilha, que jogou no Paysandú em 1979, foi o vice-artilheiro daquele campeonato com 26 gols, seguindo a Bira, que marcou 32 vezes.

Outra informação de Rocildo é que o jornalista omitiu o nome de Câmara, artilheiro do campeonato de 1960, com 21 gols.


Leia os comentários de Rocildo Oliveira.


"EU QUE que agradeço a consideração. Como sempre digo, sou um curioso e apaixonado pelo Remo, e sempre que posso vou atrás de coisas que dizem respeito ao nosso amado Clube. Não me considero um pesquisador, na verdade, apenas um cara que viveu intensamente a história do mais querido de 1969 para os nossos dias. De uma forma até repetitiva, e isso me fez ter uma noção exata dos fatos, e uma certa facilidade, para comentar coisas do Clube do Remo. O caso do Dario é simples, basta se atentar no detalhe, de que o vice artilheiro daquele campeonato foi Roberto Bacuri com 17 gols. Isso por si só, já mostra que ocorreu um equívoco na informação. Ele em sua passagem fez sim 26 gols pelo listrado, mas como eu citei, foram 16 gols no paraense, 9 gols em jogos amistosos e 1 gol no brasileiro no jogo Campo Grande 2 x 1 Paysandú . Um grande abraço e continuo apostos , para esclarecer aquilo que estiver ao meu alcance."



"Um outro grande erro é não está nesta relação o artilheiro do campeonato paraense de 1960, que foi Câmara, do Clube do Remo, que marcou 21 gols na temporada em que o Remo levantou após cinco anos, o titulo de campeão paraense de futebol. Para não ser injusto, digo também que Bené o tanque, artilheiro do paraense de 1971, com 20 gols também deveria estar nesta relação de grandes artilheiros, nunca Dario peito de aço".

Dario, o Dadá Maravilha, fez 26 gols
 com a camisa do Paysandú em 1979

Segue então a relação das maiores artilharias da história do Parazão, com as correções solicitadas pelo torcedor, e à disposição de quem quiser contestá-la: 

1º) Bira, do Remo, 32 gols em 1979;
2º) Bira, pelo Remo, 25 gols em 1978; 
3º) Cabinho, do Paysandú com 24 gols em 1987, 
        Edil, do Paysandú, também com 24 gols em 1992;
5º) Dadinho, do Remo, com 23 gols em 1983;
       Dadinho, pelo Paysandú, 23 gols em 1989; e
       Mário, da Tuna, também com 23 gols em 1966;
8º) Estanislau, pela Tuna, com 22 gols em 1955;
9º) Alcino, do Remo, 21 gols em 1975;
       Cabinho, pelo Paysandú, com 21 em 1984;
       Câmara, do Remo, 21 gols; e
       Leandro Cearense, pelo Cametá, 21 gols em 2011.  

Frase do dia:
 "Nunca aprendi a jogar futebol pois perdi muito tempo fazendo gols" (a) Dadá Maravilha.



Obrigado, e Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!   

sábado, 5 de abril de 2014

MORRE José Wilker, aos 66 anos

Carreira foi marcada por personagens marcantes no cinema e na televisão. Entre eles, Roque Santeiro e Giovanni Improtta, de “Senhora do Destino”.


Rodrigo Bocardi

A DRAMATURGIA brasileira perde José Wilker. O ator morreu hoje, no Rio de Janeiro, aos 66 anos. Em mais de 40 anos de carreira, o ator José Wilker colecionou interpretações marcantes. O cearense de Juazeiro do Norte também se destacou na direção e na crítica de cinema.

José Wilker ficou conhecido do público como um grande ator. Interpretou personagens célebres. O primeiro protagonista de sucesso foi Mundinho Falcão, em “Gabriela”, adaptação do romance de Jorge Amado, um marco na história da teledramaturgia brasileira.


sexta-feira, 4 de abril de 2014

EM FUTEBOL há muitas coincidências

QUEM acompanhou a última rodada do campeonato brasileiro de futebol da primeira divisão de 2013 estava vendo algo inusitado, a ocorrer no ano seguinte. Dois clubes grandes, dois clubes cariocas, iriam disputar, simultaneamente, pela primeira vez a segunda divisão brasileira em 2014. Esses clubes eram Vasco e Fluminense.

Como ficariam as transmissões esportivas da Rede Globo de Televisão, só com Flamengo e Botafogo? Como todos sabem, nas tardes de domingo a Rede Bandeirantes costuma transmitir os jogos dos times paulistas, enquanto a Globo transmite as partidas dos times do Rio de Janeiro.

Para o Fluminense a coisa ficaria mais feia, vez que o dono de um patrocínio milionário, que lhe permitiu formar um plantel milionário, era pela terceira vez rebaixado da primeira divisão. Na última vez que isso ocorreu, a CBF resolveu promover uma grande virada de mesa, inventando um torneio chamado Copa João Havellange, justamente o nome de um grande tricolor, que lhe permitiu sair da terceira divisão diretamente para a primeira divisão. Uma senhora virada de mesa.

MAIORES artilheiros da história do campeonato paraense de futebol

Bira, o maior goleador da história do campeonato paraense

SEGUNDO o jornalista Carlos Ferreira, os maiores artilharias da história do Parazão são os seguintes jogadores: 

1º) Bira, do Remo, 32 gols em 1979;
2º) Dario, do Paysandú, 26 gols em 1979; 
3º) Bira, do Remo, 25 gols em 1978; 
4º) Cabinho, do Paysanduí com 24 gols em 1987, e Edil, do Paysandú, também com 24 gols em 1992;
6º) Dadinho, do Remo, com 23 gols em 1983; Dadinho, desta vez pelo Paysandú,  23 gols em 1989; e Mário, da Tuna, também com 23 gols em 1966;
9º) Estanislau, pela Tuna, com 22 gols em 1955;
10º) Alcino, do Remo,  21 gols em 1975;  Cabinho, pelo Paysandú, com 21 em 1984; e Leandro Cearense, pelo Cametá, 21 gols em 2011. 

Resumindo, estes são os maiores goleadores:
Bira, com 57 gols (todos pelo Remo), artilheiro de 1978 e 1979;
Dadinho, 46 gols (23 pelo Remo e 23 gols pelo Paysandú), artilheiro de 1983 e 1989; e
Cabinho, 45 gols (todos pelo Paysandú), artilheiro em 1984 e 1987.   

quinta-feira, 3 de abril de 2014

SUPREMO aprova proibição de doação de recursos por empresas para campanhas eleitorais, porém ministro Gilmar Mendes pede vistas

Devolve logo este processo, ministro!

gilmar mendes kotscho Ministro Gilmar Mendes: devolve logo este processo


EM VOTAÇÃO histórica, e por goleada (6 a 1), o Supremo Tribunal Federal aprovou nesta quarta-feira uma das medidas mais importantes para o saneamento da política brasileira, ao proibir a doação de recursos de empresas para campanhas eleitorais, uma das principais causas da corrupção endêmica que assola as nossas instituições.

Graças, porém, ao pedido de vistas do ministro Gilmar Mendes, sempre ele, o país vai ter que esperar o meritíssimo devolver o processo para que o resultado possa ser proclamado e entrar em vigor já para as eleições deste ano.

O grande problema é que, como não há prazo para Mendes fazer esta gentileza com a democracia brasileira, vamos ficar na dependência da boa vontade dele para cortar pela raiz a influência do poder econômico no processo eleitoral (em 2010, como lembra a Folha, 98% das receitas das campanhas de Dilma e Serra vieram de empresas).

Quando o placar já estava 4 a 1 pela proibição destas "doações desinteressadas" dos grandes grupos econômicos, o ministro alegou que como o tema era complexo precisava de mais tempo para estudar o processo e tomar sua decisão, que já é conhecida, a favor da participação das empresas nas campanhas. Mesmo assim, os ministros Marco Aurélio Mello, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (ver matéria de Carolina Martins, do R7 em Brasília) e Ricardo Lewandowski adiantaram seus votos e garantiram a maioria pela proibição de doações empresariais nas campanhas.

Pergunta-se: 1) se não há mais como reverter este resultado, qual o sentido de pedido de vistas de Gilmar Mendes, já que seu voto só vale um voto? 2) Por que os demais ministros tiveram tempo suficiente para estudar o processo e dar seus votos sobre este "tema complexo", e só um deles precisa de mais prazo para tomar sua decisão? Em situações semelhantes, ministros do STF chamam de "chicanas jurídicas" recursos de advogados que só servem para atrasar os processos e a promulgação dos seus resultados.

Por isso, solicita-se encarecidamente ao ministro Mendes devolver este processo o mais rápido possível, já que o presidente do TSE assegurou ontem que, caso isto aconteça, as novas regras de financiamento estarão valendo nas eleições marcadas para daqui a seis meses. (Ricardo Kotscho)