quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

NUNES diverte o Brasil


BEM bacana.

E o coronel Nunes, ao contrário de Greta Garbo, que acabou no Irajá, foi desaguar na CBF. E começa a divertir o Brasil.


Há cerca de duas semanas, escreveu o jornalista Juca Kfouri em seu blog,
 um dos mais lidos do País na área esportiva:

Preocupados com as bobagens ditas pelo presidente interino coronel Nunes,
os homens de Marco Polo Del Nero (leia-se a dupla Caboclo$Feldman) querem que
o ex-PM se limite a ler o que eles escreverem.

Vetam que ele se relacione com a Imprensa para não repetir barbaridades como “nunca vi corrupção no futebol”, ou que Dado Cavalcante, técnico do Paysandu, é o melhor do Brasil, ou, ainda, que o lateral Pikachu, que acaba de trocar o Papão pelo Vasco, é o melhor jogador em atividade no país.

O coronel não deve ser apenas uma rainha da Inglaterra.
Deve ser uma rainha da Inglaterra muda!

Hehehe.
Juca não perderia por esperar.
Porque Nunes estava, há apenas duas ou três semanas, repita-se, dando os primeiros e tímidos passos para aspergir um pouco de suas aptidões como presidente daquilo que muitos coleguinhas - os d'antanho, sobretudo - ainda identificam como a entidade mater do futebol brasileiro, a nossa augusta CBF.

Nesta terça-feira, o coronel participou de seu primeiro grande evento internacional na condição de presidente interino da CBF: a Assembleia Extraordinária em Assunção.
O evento apontou o paraguaio Alejandro Domínguez como novo presidente da Conmebol.
Nunes, todavia, deixou claro que desconhecia o candidato em quem votou.
"A gente perguntou o pedigree, né? A informação que nós temos é que ele tinha ligações com o Cerro Porteño, do Paraguai", disse o coronel ao canal SporTV. Domínguez, na verdade, é filho de um ex-presidente histórico do Olimpia, justamente o rival do Cerro Porteño.

Terminou?

Não. Tinha mais. Nunes mandou bala: "Durante o jantar, fiquei ao lado de Domínguez, trocamos algumas ideias. Do outro lado dele estava o príncipe (Ali bin Al-Hussein, da Jordânia) e à minha esquerda estava o Gianini".
O coronel queria referir-se a ao suíço Gianni Infantino, secretário-geral da Uefa e principal candidato à presidência da Fifa.

Ao chegar ao Paraguai, Nunes já havia causado surpresa ao desconversar sobre o veto da CBF à realização da Primeira Liga. Apesar de o comunicado enviado pela entidade na segunda-feira ter sido assinado em seu nome, Nunes disse que precisaria "se inteirar" do assunto antes de comentá-lo.

E aí travou-se o seguinte - e singelo - diálogo entre o coronel e jornalista:

"Presidente, o senhor pode explicar a posição da CBF sobre a Copa Sul-Minas-Rio?"; "Estou desde ontem em São Paulo, não tem como dar uma informação precisa."

"Os clubes dizem que vão jogar de qualquer jeito."; "Vou me inteirar."

"Mas não foi o senhor que assinou o comunicado que está no site da CBF?"; "É um problema de cada um."

"O senhor acha que pode ter alguma consequência drástica, um rompimento dos clubes com a CBF?"; "Nada que a gente conheça sem ver o processo."

Hehehe.
Conte outra, coronel.
Conte mais. (Espaço Aberto)

Nenhum comentário:

Postar um comentário

OBRIGADO por comentar e volte sempre ao BLOGUE do Valentim!