sábado, 29 de outubro de 2016

RAUL e outros malucos

Ednardo: Enquanto Engoma a Calça, 1979




ARREPARE não
Mas que enquanto engomo a calça
Eu vou lhe contar
Uma história bem curtinha fácil de cantar

Porque cantar parece com não morrer
É igual a não se esquecer
Que a vida é que tem razão


Porque cantar parece com não morrer
É igual a não se esquecer
Que a vida é que tem razão


E esse voar manero
Foi ninguém que me ensinou
Não foi passarinho
Foi o olhar do meu amor
Me arrepiou todinho
E me eletrizou assim
Quando olhou meu coração

E esse voar manero 
Foi ninguém que me ensinou
Não foi passarinho
Foi o olhar do meu amor 
Me arrepiou todinho
E me eletrizou assim 
Quando olhou meu coração

Porque cantar parece com não morrer
É igual a não se esquecer
Que a vida é que tem razão
Porque cantar parece com não morrer
É igual a não se esquecer
Que a vida é que tem razão


Arrepare não
Mas que enquanto engomo a calça
Eu vou lhe contar
Uma história bem curtinha fácil de cantar

Porque cantar parece com não morrer
É igual a não se esquecer
Que a vida é que tem razão


Porque cantar parece com não morrer
É igual a não se esquecer
Que a vida é que tem razão


E esse voar manero
Foi ninguém que me ensinou
Não foi passarinho
Foi o olhar do meu amor
Me arrepiou todinho
E me eletrizou assim
Quando olhou meu coração

E esse voar manero 
Foi ninguém que me ensinou
Não foi passarinho
Foi o olhar do meu amor 
Me arrepiou todinho
E me eletrizou assim 
Quando olhou meu coração

O o o o
O o o o o o o o
O o o o o o o
O o o o a a a a

Ai mais como é triste
Essa nossa vida de artista!
Depois de perder Vilma prá São Paulo
Perder Maria Helena pro dentista

Porque cantar parece com não morrer
É igual a não se esquecer
Que a vida é que tem razão
Porque cantar parece com não morrer
É igual a não se esquecer
Que a vida é que tem razão

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