terça-feira, 22 de novembro de 2016

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Os gente-boa de Marinha que viram monstros no futebol 


CALMOS fora das quatro linhas, mas monstros quando estão em campo. É impressionante a facilidade que eles têm para mandar o colega tomar caju e de ofender algumas mães. Se antigos, tocam Marinha; se fortes, querem brigar. E assim, seguem achando tudo bonito e normal, em detrimento daquilo que era para ser diversão.


Canelas, no lugar da bola, tornam-se alvo principal. Juiz de pelada?  O desrespeito é tanto que somente o Zero Um seguraria o jogo, enquadrando no RDM e, em alguns casos, dando voz de prisão.

Antes que meia dúzia insista em dizer que isso é normal, é coisa de bola e tal. Vale lembrar que muitos colegas, que também poderiam participar da brincadeira, procuram uma atividade mais solitária, bem longe do campo de batalha. Sabiamente evitam mais um estresse.
                               
Como algumas pessoas consideradas prestativas e gentis transformam-se em animais dentro de campo?   Segue a resposta de um experiente suboficial:
 – Muitos têm problemas em casa e, não conseguindo solucioná-los, aproveitam a oportunidade para descontar em cima de quem vier pela frente.
 Faz sentido a explicação desse veterano peladeiro , um dos poucos que ainda encara a atividade como apenas entretenimento. Mas, infelizmente, nem mesmo esse sóbrio graduado foi capaz de apontar uma solução.
            
 Esperar uma mudança automática de comportamento dentro de campo seria sonhar demais. Sem ajuda psicológica não rola. Entretanto, ainda há a possibilidade de que esses brucutus se deem conta de que sem eles, o nosso futebol recuperará o espírito de confraternização, perdido sob a arrogância e infantilidade dos "donos da bola ".  (BLOGUE do Valentim em 22nov2011, colaboração de Alberto Levy, militar da Marinha do Brasil)

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