segunda-feira, 25 de abril de 2016

CLÁSSICOS do Valentim

Billy Paul: Your Song (1977)



Grande cara. 
A música é dádiva de Deus.

Descanse na paz do Senhor Deus, amigo.



It's a little bit funny, Lord, this feeling inside

I'm not one of those who can easily hide
I don't have much money but, boy, if I did
I'd buy a big mansion where we both could live

If, if, if I was a sculpture Lord, honey, but then again, no
(then again no, no)
Or a man who makes potions in a travelin' show

I know it's not much, I know it's not much, but it's the best I can do
You gave me a gift, Lord, and I'm goin' sing it for you
And you can tell everybody that this is your song
(this is your song)

It may be a quite simple, but that's how it's done
I hope you don't mind, I hope you don't mind
What I wrote down in words, words
How wonderful life is when you're in the world, world, world

If, if, (if), if I was on a rooftop
I'd kick off my shoes (kick off my shoes, kick my shoes off)
I'll write a few verses and then I get the blues
But the sun's been quite, quite kind while I wrote this song
It's for people like you and people like me
I wanna, I wanna keep turnin' on

So excuse me for forgetting, but these things I do Lord
(these things I do Lord)
You see, you see I've forgotten if they're green or blue
Anyway the thing is, anyway the thing is, what I really mean
Yours are the sweetest eyes, you've got the sweetest eyes
The clearest eyes I've ever seen, I hope you got back

I hope you, I hope you go back and tell everybody
That this is your song (this is your song)
It may be quite, quite simple, but now that's how it's done
I hope you don't mind, I hope you don't mind
But I wrote down in words Lord, words
I'm doin' it for how wonderful it is when you're in the world, world, world

If, if, (if), if I sat upon a rooftop I'd kick off my shoes, oh yeah
(kick off my shoes, kick my shoes off)
I'll write a few verses and then I get the blues
But the sun's been quite, quite kind while I wrote this song
It's for people like you, people like me
I wanna, wanna keep turnin' on, so excuse me, so excuse me

So excuse me for forgetting, but these things I do
(these things I do Lord)
You see, you see I've forgotten if they're green or blue, baby
And anyway the thing is, anyway the thing is, what I really mean
You are the sweetest eyes, the sweetest eyes
The sweetest eyes I've ever seen

I want you to go back, go back and and tell everybody
That Billy Paul's got a song (Billy Paul's got a song)
I'm, I'm gonna sit upon a, a rooftop and kick my shoes off
I'm gonna write it (write it), write it (write it), write it (write it)
I might come out with the Gospel (Gospel), the blues (blues),
The jazz (jazz), the rock and roll

I'm gonna, got to, got to write me a simple song for everybody
Because this is my song (this is my song)
It may be quite, quite simple but that's the way it's done
I hope you don't mind, I hope you don't mind
What I wrote down in words, words
You come on back, you try to try again, try again

Tell everybody that Billy Paul's got a song
(Billy Paul's got a song)
It may be quite, quite simple but that's how it's done, baby
I hope you don't mind, I hope you don't mind
what I wrote down in words
Hold it, hold it, hold it, hold it ooooh
Get back, get, got, oh no


Link: http://www.vagalume.com.br/billy-paul/your-song.html#ixzz46rB3Kh1v



quarta-feira, 20 de abril de 2016

CARTA de um ex-deputado para seu neto

Meu neto querido,



EU FUI um dos deputados que votaram a favor do impeachment em 2016. Votei com minha consciência limpa, votei contra a corrupção, votei contra a desordem econômica, votei pelo Brasil.

No comando do processo estava Eduardo Cunha, réu no STF, réu no conselho de ética e um dos maiores corruptos do país. Mas eu achava que os fins justificavam os meios. Achava que Cunha era um mal necessário. Então, quando ele abriu o impeachment para tirar o foco de suas falcatruas, eu não me importei.

O vice-presidente era Michel Temer, acusado de receber 5 milhões do presidente da OAS, que foi um dos condenados na operação lava-jato. Se o impeachment fosse aprovado, ele assumiria a presidência ao lado de Cunha, que passaria a ser o vice. Mas eu achei que eles não ficariam no poder por muito tempo. Então, eu não me importei.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

QUANTA hipocrisia!

Essa deputada golpista fez elogio público ao marido, que é prefeito de Montes Claros - MG. Hoje o marido foi preso pela Polícia Federal sob a acusação de corrupção.E agora, deputada Raquel Muniz?




MENOS de 24 horas após ter a gestão elogiada pela mulher no plenário da Câmara dos Deputados, o prefeito de Montes Claros (MG), Ruy Adriano Borges Muniz (PSB), foi preso pela Polícia Federal na manhã desta segunda-feira (18). O político estava em Brasília quando foi detido.

Ontem, a mulher dele, a deputada federal Raquel Muniz (PSD-MG), fez uma homenagem ao marido durante o voto favorável ao impeachment da presidente Dilma Rousseff.

"O meu voto é para dizer que o Brasil tem jeito. E o prefeito de Montes Claros mostra isso para todos nós com a sua gestão".

O prefeito e a secretária municipal de Saúde de Montes Claros, Ana Paula Nascimento, tiveram as prisões preventivas decretadas pela Justiça. Eles são suspeitos de favorecerem um hospital da cidade, que seria da família do político. Para isso, inviabilizavam as operações dos demais hospitais públicos.

No Facebook da deputada, internautas reagiram. “É deputada... A senhora homenageou o marido ontem e hoje vai levar maçã pra ele na cadeia! Agora sim o seu voto ficou bem coerente! Safada! Corrupta! Golpista! Vergonha mineira!”, escreveu uma mulher.

Em nota, a Prefeitura de Montes Claros aponta que "tem plena convicção de que a decisão, absurda, será revertida e a Justiça prevalecerá". Para a administração Muniz, o prefeito sofre "forte perseguição política" por "cobrar profundas mudanças no sistema de saúde de Montes Claros", e "contrariou interesses". 

domingo, 17 de abril de 2016

MAURO Santayana: Um país sob impeachment





TRADUZIDA de forma literal a palavra inglesa impeachment significa, em português, impedimento.

Ela está relacionada à ideia de retirar-se do poder um presidente que tenha cometido grave infração, de ordem criminal ou constitucional.

No esporte, o termo impedimento – que muitas vezes pode ser imposto taticamente pela defesa contra a outra equipe - está ligado à décima-primeira Lei do Futebol, que se refere à situação em que um jogador está em posição inadequada ou interfere com uma jogada em curso.

Nos dois casos, a imposição do impedimento está dirigida a impedir que prossiga o avanço do adversário, que pode estar prestes a marcar um tento, fazendo com que ele seja obrigado a recomeçar, praticamente do zero, a busca pela consecução de seus objetivos, que são o gol e a vitória.

O problema é quando, no afã de paralisar o inimigo, corre-se o risco de “impedir” a própria partida, e, em última instância, até mesmo o público presente no estádio.

E é isso o que está ocorrendo, e continuará em jogo, no Brasil, em caso de aprovação do impeachment, hoje, ou na próxima jogada, que será decidida, em maio, na pequena área do Senado. 

O Congresso irá decidir, não apenas o impeachment de Dilma, mas se o país continuará “impedido” do ponto de vista político – e, por extensão, econômico – até, pelo menos, 2018.

Afinal, o “impedimento” do Brasil – que já se adivinhava quando tudo se fez para sabotar a realização da Copa do Mundo – começou, de fato, quando acabaram as últimas eleições.

Da sabotagem permanente, com as pautas-bombas no Congresso, às decisões e liminares judiciais, incluída a mudança das regras do jogo no meio da partida, como foi o caso das “pedaladas fiscais”, à insuportável, diuturna, pressão da mídia, alimentada por uma estratégia deliberada de lançar a população contra o governo, e a fábrica de factoides da Operação Lava-Jato, baseada, majoritariamente, em prisões ilegais, o cerceamento ao direito de defesa e delações premiadas, o país entrou em situação de impedimento prático, concreto, no dia primeiro de janeiro de 2015, para nunca mais voltar ao normal.

Um “impedimento” agravado pela decisão da Presidente Dilma, de ceder à pressão da mídia e dos adversários, e, no lugar de lançar mão de parte das reservas internacionais para liquidar a questão das “pedaladas” logo no início do governo, e criar um fundo que reestimulasse a economia, aceitar que o país estava em “crise” e em recessão, e se deixar pautar pela agenda recessiva imposta pelos “mercados”, vestindo - por ausência de uma reação articulada e à altura - a carapuça de “mentirosa” e “incompetente”, sem reagir, na política econômica e na comunicação.

Um “impedimento” agravado, também, do ponto de vista psicológico, pela busca do “quanto pior melhor”, e pela campanha permanente de crise, destinada a provocar confusão e desalento nas pessoas, embora os bares, pelo menos em Brasília, continuem tão lotados como os aviões, as rodoviárias, as estradas e os aeroportos nas férias e nos feriados.

Com isso, consolidaram-se, em um ano precioso, os paradigmas dos adversários do governo, que acabaram conduzindo, pela incompetência, isso sim, estratégica do Palácio do Planalto, o país à situação em que se encontra. 

Neste momento, a parte mais conservadora e parcial da mídia, e as “organizações” que estão por trás dos movimentos antipetistas, assim como os inimigos do governo no Congresso, conseguiram convencer o senso comum de que basta tirar Dilma do poder, para que o país volte aos trilhos, com a sua reorganização política e fiscal, e crescimento econômico, do consumo e do emprego. 

Mas isso dificilmente ocorrerá.

Primeiro, porque a bolsa subirá fortemente por um intervalo curto, e muita gente vai ganhar milhões de reais, em poucos dias, especulando com o câmbio e com ações, mas, depois, o peso da crise internacional, que depende de fatores como a China e o preço das commodities, incluído o petróleo, voltará a se impor, assim como a percepção, como já mostram matérias em jornais estrangeiros como o New York Times, de que o que está ocorrendo no Brasil é um golpe judiciário-midiático organizado por gente como Eduardo Cunha, contra uma presidente da República sobre a qual não pesam acusações de enriquecimento ilícito. 

E, em segundo lugar, porque o país continuará, de fato, imobilizado, sob impeachment permanente, porque, no dia seguinte ao de sua posse, começará o processo de impeachment do hoje vice-presidente Michel Temer, baseado no fato dele ter cometido os mesmos supostos “crimes” de Dilma, em uma situação que será influenciada também pela atitude que será adotada por um PT ferido e indignado com a queda da Presidente da República.

Meses se passarão, no tempo em que se desenrolar o impeachment de Michel Temer.

Depois dele, em caso de aprovação, se já não tiver sido – o que é cada vez mais improvável – cassado Eduardo Cunha, começará a ser discutido o impedimento do Presidente da Câmara dos Deputados, caso ele venha a tomar posse como Presidente da República.

E, depois, ocorrerá o mesmo com o Presidente do Senado, Renan Calheiros, caso este venha a suceder o atual Presidente da Câmara dos Deputados, até que as eleições de 2018 venham a ser provavelmente realizadas sob a batuta do Ministro Ricardo Lewandowski, como último elo da corrente sucessória presidencial.

O impeachment da Presidente Dilma, portanto, não acabará com o “impedimento” do Brasil.

Com ela no poder, em sua peculiar situação atual, ainda é possível forjar um amplo acordo nacional que garanta a governabilidade, mesmo que seus adversários venham a vencer – se concentrarem-se nisso e não no caos – as eleições municipais deste ano, aproveitando o enfraquecimento institucional do Partido dos Trabalhadores. 

Sem ela, o avanço do estraçalhamento político e econômico do país continuará, inexoravelmente.

Não apenas por causa da insegurança jurídica que envolve os três possíveis “impincháveis” seguintes, em sua linha de sucessão.

Mas também porque nesse clima de incerteza e de disputa pelos despojos – já se começa a dividir a pele do urso, ou melhor, da ursa, antes que ela tenha sido abatida pelo caçador – depois de toda essa lambança vai ser difícil costurar uma aliança que dure o suficiente – considerando-se principalmente as incógnitas Moro e Bolsonaro – para a travessia até 2018, e - como diria o astronauta de plástico, Buzz Lightyear - se o país não começar a tomar juízo, política e democraticamente – depois de 2018, ao infinito...e além! (Mauro Santayana)

quinta-feira, 14 de abril de 2016

CRISTIENE, minha primeira filha!

Feliz aniversário, meu amor!









Ainda hoje lembro de quando, há 36 anos, recebi aquele telegrama: "Parabenizo nascimento linda morena cor-de-jambo".

Obrigado, Senhor. Parabéns, Cristiene, que Deus continue te abençoando, juntamente a teu esposo Stéphane e meu neto Raphaël.





quarta-feira, 13 de abril de 2016

REMO vs. Vasco, Copa do Brasil 2016





É HOJE, 13 de abril de 2016. Avante, Clube do Remo!

sábado, 2 de abril de 2016

BLOGUE do Valentim há um ano

LUZIDÍRIO Gaspar, um homem centenário



Seu Gaspar vai completar 106 anos

A COLONIZAÇÃO do Sudoeste (paranaense) se intensificou na década de 50, entretanto, no dia 26 de junho de 1909, no distrito de Vila Nova (Pato Branco), nascia Luzidírio Gaspar, conhecido como Lúcio. Na identidade, a cidade natal ainda é Clevelândia, município que já tem 122 anos. "Vivi em toda parte. Eu não parava em lugar nenhum. Caminhei, caminhei, caminhei e fui parando. Ficava só se mudando", lembra o idoso que reside em Dois Vizinhos. "Faz tempo [que chegou a Dois Vizinhos]. Eu não vou dizer que dia entrei porque não lembro", completa.